BIBLIOTECA ON-LINE da Torre de Vigia
BIBLIOTECA ON-LINE
da Torre de Vigia
Português (Brasil)
  • BÍBLIA
  • PUBLICAÇÕES
  • REUNIÕES
  • Uma terra purificada
    A Sentinela — 1973 | 1.° de dezembro
    • nos montes de Israel, tu e todas as tuas tropas e os povos que estarão contigo. Entregar-te-ei por alimento às aves de rapina, às aves de toda espécie de asa e aos animais selváticos do campo. Cairás na superfície do campo, pois eu mesmo falei.’” — Eze. 39:1-5.

      Jeová apanha Gogue como que ‘em flagrante’, quando este lançar toda a sua organização terrestre contra Jeová, por atacar os representantes deste na terra. Todos na terra poderão ver isso. Todos os que se aliarem a Gogue terão de morrer. Não haverá nenhum lugar para onde fugir, não servindo de refúgio nem mesmo lugares remotos tais como as ilhas.

      No entanto, que dizer do domínio invisível em que Satanás reside, a “terra de Magogue”? Mesmo este lugar isolado, chamado de “partes mais remotas do norte”, não escapará. Jeová diz:

      “E vou enviar fogo sobre Magogue e sobre os que habitam nas ilhas em segurança; e as pessoas terão de saber que eu sou Jeová. E tornarei conhecido meu santo nome no meio do meu povo de Israel e não mais deixarei meu santo nome ser profanado; e as nações terão de saber que eu sou Jeová, o Santo de Israel.” — Eze. 39:6, 7.

      Jesus Cristo, Comandante-em-Chefe de Jeová, é pessoa espiritual, tendo o poder e a autoridade de reduzir o Diabo a nada. (Heb. 2:14) Por meio dele, Jeová envia “fogo sobre Magogue”. Isto se segue logo após a “guerra do grande dia de Deus, o Todo-poderoso”, no Har-Magedon, predita em Revelação 16:14, 16; 19:11-21. Depois desta guerra, Cristo age pessoalmente contra Gogue, conforme passa a relatar a narrativa de Revelação:

      “E eu vi descer do céu um anjo com a chave do abismo e uma grande cadeia na mão. E ele se apoderou do dragão, a serpente original, que é o Diabo e Satanás, e o amarrou por mil anos. E lançou-o [para longe de seu lugar de detenção na terra] no abismo, e fechou e selou este sobre ele, para que não mais desencaminhasse as nações até que tivessem terminado os mil anos. Depois destas coisas terá de ser solto por um pouco.” — Rev. 20:1-3.

      Quanto alívio isto será para os que remanescerem na terra! Mas o que se fará como enorme número dos mortos da guerra, da organização terrestre de Gogue, e com o seu equipamento de guerra? A profecia revela isso:

      “Eis que tem de vir e tem de acontecer’, é a pronunciação do [Soberano] Senhor Jeová. ‘Este é o dia de que falei. E os habitantes das cidades de Israel certamente sairão, e farão uma queima, e farão fogo com o armamento, e com os broquéis, e com os escudos grandes — com o arcos, e com as flechas, e com os bordões, e com as lanças; e terão de fazer fogo com eles por sete anos. Não trarão lenha do campo, nem ajuntarão garavetos das florestas, pois acenderão fogo com o armamento. E hão de despojar os que os tinham despojado e saquear os que os tinham saqueado.’” — Eze. 39:8-10.

      Depois da vitória de Jeová, em que ele enaltece o seu nome acima de todos os outros no universo, os sobreviventes na terra, aqui chamados “habitantes das cidades de Israel”, certamente não guardarão nenhum dos detestáveis instrumentos mortíferos de guerra como relíquia. Eliminá-los-ão, usando o material para fins benéficos.

      Depois de as “aves de rapina” e os “animais selváticos do campo” se terem saciado com os cadáveres dos inimigos mortos de Deus, haverá um gigantesco trabalho de enterro para os sobreviventes? Como devemos entender a próxima parte da profecia de Ezequiel? Pois ela reza:

      “‘E naquele dia terá de acontecer que darei ali a Gogue um lugar, uma sepultura em Israel, o vale dos que passam, ao leste do mar, e ele impedirá os que passarem. E ali terão de enterrar a Gogue e toda a sua massa de gente, e certamente o chamarão de Vale da Massa de Gente de Gogue. E os da casa de Israel terão de enterrá-los com o fim de purificar a terra, por sete meses. E todo o povo da terra terá de fazer o sepultamento e isso há de tornar-se para eles uma questão de fama no dia em que eu me glorificar’, é a pronunciação do [Soberano] Senhor Jeová.” — Eze. 39:11-13.

      Visto haver tantos mortos, haveria grave perigo de doenças. Também, a tarefa seria gigantesca demais para os comparativamente poucos que sobrarem na terra. Portanto, a expressão “sete meses” evidentemente serve apenas para indicar a enormidade da multidão de ímpios que perecerão. Além disso, visto que cadáveres eram considerados impuros em Israel, o ‘enterro’ deles significa que esta terra será purificada de toda a profanação causada por Gogue e seus servos ímpios. — Núm. 19:11-13; 2 Ped. 3:13.

      A lembrança dos que profanaram a terra e se juntaram a Gogue no seu ataque em desafio a Deus será tão repugnante para os sobreviventes como o mau cheiro proveniente dos cadáveres putrefatos da multidão de Gogue. Figurativamente, ‘encher-lhes-á o nariz’. Os mortos terão obtido para si infâmia eterna. Não haverá monumento de heróis de guerra para eles. A fim de fornecer um quadro vívido da totalidade da purificação da terra sob o reino messiânico, Jeová passa a dizer a respeito dos sobreviventes do ataque de Gogue:

      “E serão separados homens para serviço contínuo, que passarão pela terra para enterrar, com os que passam, aqueles que tiverem sobrado na superfície da terra, a fim de purificá-la. Continuarão a fazer a busca até o fim de sete meses. E os que estiverem passando pela terra terão de atravessá-la, e se alguém realmente vir o osso de um homem, então terá de erigir ao seu lado um marco, até que seja sepultado pelos enterradores no Vale da Massa de Gente de Gogue. E o nome da cidade também será Hamoná. E terão de purificar a terra.” — Eze. 39:14-16.

      A cidade de Hamoná será habitada pelos que sobreviverem para “purificar a terra”. Não parece lógico haver uma cidade literal chamada Hamoná, pois os sobreviventes ocuparão a terra inteira, tendo sido o ataque de Gogue e a destruição de suas forças em toda a terra. Antes, a cidade de Hamoná (significando “massa de gente”), de pessoas vivas, ao lado do Vale da Massa de Gente de Gogue, parece representar a organização dos vivos, em contraste com as hostes mortas da massa de gente de Gogue.

      Haverá uma retribuição apropriada para aqueles da multidão terrestre de Gogue que não só tiverem matado homens, mas também destruído injustificadamente animais, por mero esporte ou de modo ganancioso, pelo comercialismo. Jeová prossegue:

      “Dize às aves de toda espécie de asa e a todos os animais selváticos do campo: ‘Reuni-vos e vinde. Ajuntai-vos em volta do meu sacrifício que sacrifico para vós, um grande sacrifício nos montes de Israel. E haveis de comer carne e beber sangue. Comereis a carne de poderosos e bebereis o sangue dos maiorais da terra, de carneiros, de cordeirinhos e de cabritos, de novilhos, todos eles animais cevados de Basã. E haveis de comer gordura até à saciedade e beber sangue até à embriaguez, do meu sacrifício que vou sacrificar para vós.’

      “‘E tereis de fartar-vos, à minha mesa, de cavalos e de condutores de carros, de poderosos e de toda sorte de guerreiros’, é a pronunciação do [Soberano] Senhor Jeová.” — Eze. 39:17-20.

      A profecia de Revelação descreve também a destruição das forças terrestres de Satanás, fazendo o convite às aves, para virem à “grande refeição noturna de Deus”. (Rev. 19:17) Numa ocasião anterior, uma inimiga professa de Deus foi devorada pelos cães, deixando apenas alguns ossos para enterrar. (2 Reis 9:30-37) Mas os animais nunca poderiam eliminar todos os mortos no Har-Magedon. Por isso, o Deus Todo-poderoso, sem dúvida, usará alguns meios altamente científicos à sua disposição para eliminar o excesso de cadáveres em decomposição, dum modo veloz e sanitário. Lembramo-nos de que Noé e os outros sete sobreviventes com ele, do dilúvio global, não ficaram sobrecarregados com o enterro das vítimas humanas daquela catástrofe mundial, depois de saírem da arca e renovarem a adoração de Jeová na terra. — Gên. 8:18-22.

      Devemos ficar horrorizados diante da idéia de tal destruição em massa? Caso alguém esteja disposto neste sentido, pode perguntar-se: Tive esta reação para com a Primeira e a Segunda Guerra Mundial, ou apoiei ativa ou tacitamente estas guerras sangrentas, que não foram travadas para a vindicação de Jeová e não resultaram numa terra purificada, em que morasse a justiça? O que devemos ter em mente é que Jeová, por esta luta, traz a terra de novo plenamente sob a sua soberania universal e remove a iniqüidade, para que ela nunca mais possa governar a humanidade. Os destruídos são odiadores de Deus. Se realmente amarmos a Deus, tomaremos posição ao lado dele e ao lado de seu Israel espiritual, para que possamos usufruir o que Jeová diz a seguir a Ezequiel:

      “E eu vou pôr a minha glória entre as nações; e todas as nações terão de ver meu julgamento que executei e minha mão que coloquei entre eles. E os da casa de Israel terão de saber que eu, Jeová, sou o seu Deus, daquele dia em diante. E as nações terão de saber que foi por causa de seu erro que eles, os da casa de Israel, foram ao exílio, pelo fato de que se comportaram de modo infiel para comigo, de modo que escondi deles a minha face e os entreguei na mão dos seus adversários, e eles foram caindo, todos eles, à espada. Fiz com eles segundo a sua impureza e segundo as suas transgressões, e continuei a esconder deles a minha face.” — Eze. 39:21-24.

      Jeová corrige assim toda impressão errônea que as nações tenham tido, quando puderam tratar os servos de Deus na terra com aparente impunidade. Estas nações deixaram de reconhecer que Jeová deixou seu povo ser disciplinado e treinado. Não reconheceram que Jeová era estrito com seu povo pactuado, porque representava seu nome perante as nações. Também, deixou que fossem castigados pelos seus erros, mesmo por enganos involuntários, porque os amava e tratava com eles de modo que mais tarde pudessem ser usados como verdadeira bênção para as pessoas. (Heb. 12:7-11; Gên. 22:18) Eles não só levaram as boas novas do Reino aos que queriam ouvir, mas estavam sendo preparados para ser reis e sacerdotes associados com Jesus Cristo, durante seu reinado de mil anos sobre a terra purificada. — Rev. 20:4, 6.

      Os representados como lutadores contra Deus também deixaram de compreender que Jeová finalmente completou o castigo do seu povo no ano de 1919 E.C. e voltou sua face de favor para eles, estabelecendo-os em paz e segurança espirituais, conforme descrito já anteriormente na profecia de Ezequiel. (Eze. 38:8, 11) Em vez disso, as nações continuaram a odiá-los e a menosprezá-los, participando finalmente com Gogue na sua desastrosa tentativa de destruir completamente o povo de Jeová. (Mat. 24:9) Apenas alguns poucos, de coração reto, dentre estas nações, reconheceram os tratos de Deus com seu povo e se associaram com este. Portanto, Deus diz:

      “É agora que trarei de volta os cativos de Jacó e realmente terei misericórdia de toda a casa de Israel; e vou mostrar devoção exclusiva ao meu santo nome. E terão levado a sua humilhação e toda a sua infidelidade com que agiram para comigo, ao morarem sobre o seu solo em segurança, sem que alguém os faça tremer. Quando eu os trouxer de volta dentre os povos e realmente os reunir das terras dos seus inimigos, então vou santificar-me entre eles perante os olhos de muitas nações. E terão de saber que eu, Jeová, sou seu Deus, quando eu os enviar ao exílio nas nações e realmente os reunir sobre o seu solo, de modo que lá não deixarei restar mais nenhum deles. E não mais esconderei deles a minha face, porque vou derramar meu espírito sobre a casa de Israel.” — Eze. 39:25-29.

      Em harmonia com o que Jeová profetizou, os membros do Israel espiritual regozijaram-se de que Deus os ajuntou. Puderam em união pregar mundialmente as boas novas de Seu reino messiânico. São poucos, especialmente nos países chamados “cristandade”, os que não conhecem o nome de Jeová. Sabem que as testemunhas de Jeová defendem firmemente o reino messiânico de Jeová, sendo neutras para com todos os conflitos e todas as facções políticas do mundo.

      Estas testemunhas ungidas de Jeová, tendo-se purificado em harmonia com os princípios da Palavra de Deus e produzindo os frutos do espírito de Deus, vivem agora para a nova ordem de Deus. (Gál. 5:22, 23; Efé. 4:20-24) Centenas de milhares, dentre as nações, apresentaram-se e passaram a residir com elas no seu ‘paraíso espiritual’. Estes constituirão a “grande multidão” que sobreviverá à guerra do Har-Magedon e à derrota de Gogue, para viver eternamente na terra. (Rev. 7:9-17; Mat. 25:31-40, 46; João 10:16) Acatam agora o aviso a respeito do ataque de Gogue e aguardam a vitória de Jeová e a vindicação de seu nome. Aguardam com viva antecipação viver numa terra purificada da poluição literal do ar, da água e do alimento, bem como livrada da corrução moral, pois sabem que se escreveu a respeito do Rei e Pastor Jesus Cristo: “Terá de julgar com justiça os de condição humilde e terá de dar repreensão com retidão em benefício dos mansos da terra. . . . E a justiça terá de mostrar ser o cinto de seus quadris, e a fidelidade, o cinto de seus lombos.” — Isa. 11:4, 5.

  • Começo das Assembléias “Vitória Divina”
    A Sentinela — 1973 | 1.° de dezembro
    • Começo das Assembléias “Vitória Divina”

      O ESTÁDIO dos Tigres, de Détroit, Michigan, E. U. A., foi o cenário da abertura da série de Assembléias Internacionais “Vitória Divina” das Testemunhas de Jeová, de 20 a 24 de junho. O primeiro cálculo da assistência de 45.000 foi ultrapassado já no segundo dia da assembléia; no domingo à tarde, 52.349 pessoas ouviram a conferência pública.

      A assembléia de Détroit foi a primeira de mais de 60 assembléias programadas. Elas continuaram em agosto na parte continental dos Estados Unidos, no Canadá, na Europa e na Ásia; a seguir, começaram as assembléias no Sul do Pacífico, na África, na América Central e na América do Sul, estendendo-se até janeiro do ano que vem. No entanto, a própria assembléia de Détroit foi internacional. Vieram congressistas de trinta e uma nações. Estiveram presentes quarenta e três missionários, representando dezessete países. Também estiveram presentes congressistas de quarenta e nove estados dos Estados Unidos.

      Todos os cinco dias de assembléia estavam cheios de informação espiritual na forma de conferências bíblicas e diversas séries de discursos. Os congressistas ficaram emocionados com o anúncio e a descrição duma ‘obra especial’; alguns disseram que esta se tornará em breve “notícia mundial”. Uma grande emissora de televisão filmou para apresentação futura uma parte de sete minutos de um dos quatro dramas apresentados.

      O Presidente N. H. Knorr, da Sociedade Torre de Vigia (dos EUA), proferiu o discurso público sobre “Vitória Divina — Seu Significado Para a Humanidade Aflita”. O irmão Knorr perguntou a respeito da iminente destruição

Publicações em Português (1950-2026)
Sair
Login
  • Português (Brasil)
  • Compartilhar
  • Preferências
  • Copyright © 2025 Watch Tower Bible and Tract Society of Pennsylvania
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade
  • Configurações de Privacidade
  • JW.ORG
  • Login
Compartilhar