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  • O que está acontecendo com a diversão?
    A Sentinela — 1979 | 1.° de dezembro
    • O que está acontecendo com a diversão?

      Por que são perturbadoras as tendências modernas? Que efeito têm sobre você?

      “A humanidade sempre reconheceu a importância da diversão e seu valor na reconstituição do corpo e da alma dos seres humanos. Mas, sempre reconheceu que a diversão pode ter caráter ÚTIL ou PREJUDICIAL para a raça humana.” — “Código de Produção” da indústria cinematográfica norte-americana.

      QUEM de nós não foi alguma vez reanimado por alguma forma salutar de diversão? Mas, não ficou às vezes um pouco desapontado com a sua diversão? Até mesmo o Código de Produção da indústria cinematográfica adverte contra a diversão “prejudicial” que tende a “degradar os seres humanos, ou a rebaixar suas normas de vida e modo de viver”.

      Muitos têm lamentado o efeito ‘degradante’ de alguns dos atuais filmes, de espetáculos de televisão e da vida social. Por exemplo, quando você procurava diversão, não chegou a ver que algumas de suas normas de moral foram desafiadas por tal entretenimento?

      Citando-se um caso pertinente, certo cinema, cheio de espectadores medianos, passou a vibrar com as gargalhadas, e, finalmente, com os vigorosos aplausos da assistência atenta. E o que se projetava na tela? Uma cena chocante em que dois homens atacavam e estupravam uma mulher desamparada na presença de seu indefeso marido. Quão trágico! A maioria de nós ficamos horrorizados só em pensar em tal ato. Contudo, é óbvio que aquelas pessoas o acharam divertido — uma evidência da degradação que se infiltrou na sua norma de vida.

      A situação já ficou tão séria, hoje em dia, que muitos se perguntam: “O que está acontecendo com a diversão?” Filmes que destacam cenas de espantosa violência e de sexo detalhado são agora êxitos de bilheteria. Formam o grosso dos atuais filmes. Em um só ano, somente nos Estados Unidos, venderam-se mais de um bilhão de entradas de cinema.

      VIOLÊNCIA E SEXO

      A violência nos filmes tem avançado dramaticamente nos últimos anos Certo redator de jornal declarou:

      ‘O homicídio justificável tem sido um dos mais fortes atrativos ao cinema e um dos modos mais fáceis de manipular a assistência. Esta manipulação é a mais simples.

      ‘A assistência não somente se deixa engodar, mas participa de bom grado, até mesmo estando na expectativa dela. No decorrer dos anos, ficamos sabendo, já muito antes de entrar no cinema, que vamos clamar pelo sangue de alguém. Não sabemos exatamente de quem, nem especificamente por quê.

      ‘Portanto, o que diz tudo isso a respeito dos freqüentadores de cinemas? Será que eles são descendentes sanguinários dos antigos romanos famintos de pão e circo?

      ‘Durante um par de horas em cinema após cinema, após cinema, somos às vezes cúmplices ardentes e jubilosos.’

      Os efeitos de alguns destes filmes chocantes têm sido notáveis. Dezenas de pessoas, em vez de ficarem reanimadas, desmaiaram ou vomitaram no cinema. Pelo menos em um caso, um espectador morreu de enfarte durante uma cena sangrenta. Algumas crianças foram retiradas do cinema, gritando histericamente.

      Parece-lhe isso direito? Devem os sofrimentos e a explícita brutalização dos outros ser considerados diversão? É isso correto para os cristãos, a quem a Bíblia aconselha: “Como escolhidos de Deus, santos e amados, revesti-vos das ternas afeições de compaixão”? — Col 3:12; veja também Provérbios 17:5.

      Junto com esta violência, mostram-se atos sexuais explícitos na tela. Em um país após outro nota-se a popularidade dos filmes que destacam assuntos eróticos. Todavia, alguns têm ficado tão desencantados com o que se apresenta hoje nas telas, que têm feito o mesmo que milhares de famílias australianas, que “eliminaram a tela de cinema da lista de entretenimentos de sua família”.

      A pequena tela, a televisão, está apenas a poucos passos atrás do sexo e do derramamento de sangue dos filmes de cinema. Recentes produções de televisão incluem temas que destacam o homossexualismo, a prostituição masculina e feminina, o incesto, o estupro e o sexo pré-conjugal e extramarital. Quantas vezes já ligou o televisor por acaso, só para recuar horrorizado diante duma cena de sexo ou de forte violência?

      DIVERSÕES EM REUNIÕES SOCIAIS?

      Os gostos quanto à diversão variam. Uma pesquisa feita revelou que uma das principais formas de diversão nos Estados Unidos é a participação em ‘atividades sociais, tais como danças, e dar festas ou comparecer a elas’.

      Entretanto, as situações que muitas vezes acompanham tais ocasiões novamente fazem alguns gemer: “O que está acontecendo com a diversão?” Muitos dos que queriam usufruir um pouco de companheirismo descontraído viram-se envolvidos em situações em que ficaram confrontados com tentações para transigir ou para rebaixar suas próprias normas de moralidade.

      Um relatório procedente da África do Sul revela uma crescente preocupação com as festas em que supostamente se destacam “jogos sexuais”. Os convivas se entregam livremente à imoralidade sexual como parte de algum “jogo” organizado. Um psiquiatra local confirmou estas alegações, dizendo: “Tenho em tratamento diversas senhoras que não conseguem mais suportar a si mesmas depois de terem tomado parte em jogos comunais de sexo em festas.” Alguns dos que a contragosto participaram da imoralidade das festas admitiram que constituía uma “prostituição das normas da própria pessoa”.

      As reuniões sociais estão ficando cada vez mais maculadas pelo excesso das bebidas alcoólicas, a ponto de os participantes ficarem culpados daquilo que a Bíblia descreve como entregar-se a “excessos com vinho, em festanças, em competições no beber”. (1 Ped. 4:3) Esta forma de diversão tem contribuído para a epidemia de alcoolismo em um país após outro. Tem havido um surto de tal atividade especialmente entre os jovens atuais. Uma pesquisa revelou:

      “Adolescentes que bebem . . . são garotos de orientação social, e de grupo, que não gostam de ficar sozinhos e querem estar com amigos em quase todas as suas atividades sociais, e, para eles, beber é uma atividade bem social.”

      Já se sentiu alguma vez aflito pelo que tem acontecido em reuniões sociais destinadas à recreação? Já sentiu a sutil pressão para ‘prostituir suas próprias normas’? Lamentavelmente, muitos respondem que “sim”.

      Certamente, não são todos os filmes, programas de TV e reuniões sociais que são assim. Mas, resta o fato de que muitos o são. O que pode você mesmo fazer para impedir a erosão dos princípios de moral que tem em estima? Qual deve ser a atitude do cristão para com a diversão que é moralmente degradante? Que alternativa há para os que desejam agradar a Deus? Esperamos que leia com interesse os artigos que seguem.

  • Você não anda mais assim como as nações andam
    A Sentinela — 1979 | 1.° de dezembro
    • Você não anda mais assim como as nações andam

      “Não mais andeis assim como também as nações andam . . . ao passo que estão mentalmente em escuridão.” — Efé. 4:17, 18.

      1. Por que é importante a informação que se segue?

      A condição moral, em toda a terra, está piorando drasticamente. Formas de diversão, que há alguns anos teriam sido consideradas como estarrecedoras são agora muito bem aceitas pelas massas do povo. Esta influência está ameaçando até mesmo a congregação cristã. O que se pode fazer para resistir a tais tendências? Os artigos que se seguem fornecerão algumas respostas significativas.

      2, 3. (a) Com que compararam Jesus e Paulo a conduta dos cristãos? (b) Qual é a reputação geral das Testemunhas de Jeová, mas, o que tem acontecendo com alguns?

      2 “Vós sois a luz do mundo”, declarou Jesus Cristo. A conduta do cristão deve brilhar luminosamente num mundo moralmente obscurecido. Paulo exortou a todos os discípulos, “que vivem num mundo pervertido e doentio”, a continuarem a ‘brilhar como luzes num lugar escuro’. No entanto, aqueles primitivos discípulos, embora associados com Jesus e os apóstolos, ainda assim eram homens imperfeitos. Se não tivessem cuidado, poderiam ficar influenciados pelo ambiente moral do “mundo pervertido e doentio”, e, num momento de tentação, poderiam abandonar sua moralidade cristã. De fato, alguns voltaram completamente para as obras da escuridão. — Mat. 5:14; Fil. 2:15, tradução de Phillips, em inglês; Fil. 3:18, 19.

      3 Também em nosso tempo exerce-se pressão, a fim de fazer-nos voltar para a escuridão deste mundo. Lamentavelmente, alguns cristãos cederam a tal pressão. Embora as Testemunhas de Jeová, como um todo, sejam conhecidas mundialmente pela sua vida honesta e de boa moral, alguns, individualmente, deixaram de andar como “filhos da luz” e tiveram de ser excluídos da congregação. A conduta destes não é mais exemplar. O que estaria contribuindo para tais ocorrências desagradáveis? — 1 Cor. 5:13; Efé. 5:8.

      PRESSÃO DO MUNDO

      4. O que tem acontecido à moral do mundo, e como é isso atestado pelas formas populares de diversão?

      4 É óbvio que o ambiente moral, em todo o mundo, está piorando. Muitos, no mundo, têm “ficado além de todo o senso moral”. (Efé. 4:19) Isto se evidencia nas formas de diversão hoje em voga. Por que destacar a diversão? Porque podemos aprender muito sobre as inclinações de alguém à base do que ele faz após as horas de trabalho regular, quando pode fazer o que quiser. O que alguém faz no seu tempo livre, quando está “de folga”, por assim dizer, revela muito sobre o que ele realmente é. A julgar pelas formas notoriamente más de diversão, que hoje são populares, a qualidade moral do mundo, hoje em dia, é bastante baixa. Mas, será que tal baixeza influi em você?

      5. Por que é oportuno que consideremos o conselho do livro de Efésios?

      5 Lembre-se de que nós não somos os primeiros cristãos a viver num período de baixa moralidade. A descrição dos que ficaram “além de todo o senso moral” aplicava-se a alguns dos que viviam na cidade de Éfeso, no Oriente Médio, durante os primórdios do cristianismo. A carta do apóstolo Paulo aos cristãos efésios deve ser de máxima importância para nós, porque nela ele toca no âmago do que significa andar como “filhos da luz”. Seu conselho é realmente pertinente, nestes “últimos dias” críticos, quando muitos professos cristãos são “amantes de prazeres”. — 2 Tim. 3:1-7, 13.

      COMO AS NAÇÕES ANDAM

      6, 7. (a) Em Efésios 4:17, os cristãos são exortados a deixarem de fazer o quê? (b) Como ‘andavam’ as pessoas das nações, no primeiro século?

      6 Em Efésios 4:17, Paulo exorta seus concristãos a “não mais [andarem] assim como também as nações andam na improficuidade das suas mentes”. Como ‘andavam’ então as pessoas das nações? Uma testemunha ocular, do primeiro século, confessou:

      “Os homens buscam prazeres de todas as fontes. Nenhum vício permanece dentro dos seus limites, . . . Somos vencidos pelo esquecimento daquilo que é honroso. O homem . . . é agora massacrado por brincadeira e esporte . . . é um espetáculo satisfatório ver um homem transformado em cadáver.”a

      Muitos, sem terem um genuíno alvo na vida, dão ênfase excessiva à diversão, à busca de prazeres de qualquer fonte.

      7 A antiga Éfeso estava bem preparada para satisfazer os desejos de recreação. Tinha um enorme anfiteatro com 25 000 lugares, e um estádio ou hipódromo que podia oferecer espetáculos para deleitar qualquer gosto. Estas construções eram produtos do então existente império mundial, Roma, de que certo historiador disse: “A condição moral do império, deveras, é em alguns sentidos um dos quadros mais horrendos de que há registro.”

      CORAÇÕES INSENSÍVEIS

      8. (a) Efésios 4:18 traz à atenção as pessoas de que espécie de coração, e o que significava originalmente a palavra grega? (b) foi repentino o desenvolvimento de tal condição?

      8 Paulo descreveu as pessoas como estando “mentalmente em escuridão, . . . por causa da insensibilidade de seus corações”. (Efé. 4:18) O coração delas não tinha sentimentos. A palavra grega para “insensibilidade” remonta à descrição duma pedra que era mais dura do que o mármore. A palavra era usada na medicina para o cálculo gotoso que se pode formar aos poucos em algumas juntas do corpo, até paralisar todo o movimento. O coração de tais obscurecidos aos poucos havia ficado embotado, insensível, qual pedra. Isto não aconteceu da noite para o dia, mas veio aos poucos. Sua escolha de diversão contribuiu diretamente para isso. De que modo?

      9, 10. Qual era a forma mais popular de diversão no primeiro século, e que efeito tinha sobre os espectadores?

      9 Sabe qual era a forma de diversão mais popular naquele tempo? Os jogos de gladiadores, em que um homem muitas vezes era jogado contra outro homem ou contra um animal, numa luta até a morte. Imagine a cena: O estádio está cheio de milhares de espectadores, alguns sentados à sombra dum suntuoso toldo de seda. Música suave e o aroma de água perfumada fluindo pelos corredores provêem um cenário agradável, que encobre os sons e os cheiros da morte. De repente, a multidão inteira se levanta freneticamente e grita: “Mate-o! Fustigue-o! Marque-o! Por que é ele tão covarde em enfrentar a espada? Por que é tão fraco em golpear?” Toda esta carnificina organizada, conforme disse um dos que presenciaram os jogos, era feita para “um pouco de diversão, folia e descontração”

      10 Aqueles que costumavam presenciar tais embates violentos, cujos olhos se regalavam com tal derramamento de sangue, achavam outras formas de entretenimento enfadonhas e insípidas. Conforme certo historiador o resumiu, isso “destruía o nervo de compadecimento com o sofrimento,que diferencia o homem da criação animal”.

      11. Certo ou errado?: Visto que não há mais Jogos gladiatórios, as diversões atuais não podem produzir pessoas com ‘coração insensível’. Por que responde assim?

      11 Talvez diga que esta era uma condição inacreditável. Mas, não existe hoje uma situação similar? É verdade que as competições entre gladiadores já desapareceram há muito tempo, mas, note a experiência dum repórter de notícias:

      “Mate-a! Acabe com ela! Em harmonia com a deixa, o matador ‘acabou com ela’. Atirou nela várias vezes. . . . Os que ordenaram a execução — três pessoas sentadas atrás de mim no cinema, que, em todos os outros sentidos, eram freqüentadores medianos de cinema.”

      Acha que era um caso isolado? Dificilmente. Acontece que, em muitos países, os filmes e programas de televisão mais populares amiúde são os que destacam a violência. Tal diversão tem contribuído para produzir pessoas impiedosas, que “cessaram de ter dó” ou qualquer dor de consciência. — Efé. 4:19, Interlinear do Reino, em inglês.

      ENTREGUES À CONDUTA DESENFREADA

      12. (a) Efésios 4:19 fornece que descrição adicional sobre como as pessoas das nações andavam? (b) Qual é o significado de “conduta desenfreada”, e refletia-se ela na diversão daquele tempo?

      12 O apóstolo Paulo acrescentou que as pessoas das nações não só tinham ‘coração insensível’, mas também ‘se entregavam à conduta desenfreada, para fazerem com ganância toda sorte de impurezas’. (Efé. 4:19) Ele falou também sobre “fornicação” e sobre coisas “vergonhosas até mesmo para relatar” (Efé. 5:3, 12) No primeiro século, foi novamente a diversão, esta vez o palco ou teatro, que contribuiu muito para estas práticas. O que se podia presenciar?

      “As aventuras de maridos enganados, adultérios e intrigas amorosas constituíam o elemento principal dos enredos. Zombava-se da virtude, . . . tudo o que era sagrado e digno de veneração era lançado no lamaçal. Em matéria de obscenidade, . . . em linguagem e exibições impuras, que ultrajavam o sentido da vergonha, estes espetáculos excediam a tudo o mais. Dançarinas de balé jogavam fora seus vestidos e dançavam seminuas e até mesmo totalmente nuas, no palco. A arte era deixada fora de cogitação, tudo se destinava a mera satisfação sensual.” — The Conflict of Christianity with Heathenism, de Gerhard Uhlhorn, p. 120.

      Muito chocante! É o próprio epítome da “conduta desenfreada”, porque a palavra grega, original, transmite a idéia de prontidão para qualquer prazer. É uma vergonhosa desconsideração à decência, em que se deixa de se importar com o que as pessoas dizem ou pensam.

      13. É uma similar “conduta desenfreada” prontamente evidente em algumas das atuais formas de diversão?

      13 Será que hoje é diferente? A imoralidade sexual está saturando o que os meios de diversão têm para oferecer. Em alguns países, filmes pornográficos têm sido exibidos até mesmo na tela da televisão, atingindo assim o próprio lar. Há reação dos espectadores? Na Itália, quando se mostrou na TV certo filme pornográfico, “a cidade quase que parou durante o espetáculo”.

      14, 15. (a) O que significa “ganância” (Efé. 4:19), e é ela hoje criada pelas formas de diversão? (b) Podem os cristãos dedicados ficar influenciados por encararem como diversão a matéria que apresenta imoralidade sexual?

      14 Descrevendo o teor de muitos filmes e a atitude das pessoas, um escritor disse:

      “Na maioria dos novos filmes, cenas de sexo nu — heterossexual, incestuoso ou homossexual — são o elemento principal, . . . ” Ele concluiu: “Em suma, atingimos agora na nossa sociedade um ponto em que tudo vale, tudo é permitido, e não se impõe limites aos apetites da pessoa, à satisfação de seus desejos e de suas fantasias.”

      15 Conforme descreveu o apóstolo Paulo, estas são pessoas que fazem “com ganância toda sorte de impureza”. Sim, “ganância” [“avidez”, Almeida], o desejo cobiçoso de fartar o apetite pelo que é indecente e satisfazer as emoções a qualquer custo moral. (Efé. 4:19) Não é possível que observar tal matéria depravada afete o modo de pensar do cristão? Alguém que viu diversos filmes desta natureza admitiu:

      “Você nunca se esquece de tais cenas [demonstrando a imoralidade sexual], e quanto mais pensa nelas, tanto mais passa a querer fazer aquilo que viu . . . O filme faz você pensar que realmente está perdendo alguma coisa.” Outro acrescentou: “Começa-se a pensar como seria fazer algo assim.”

      Talvez nem todos passem por isso, mas o perigo existe. Nossa mente pode ser sutilmente influenciada.

      MILAGRE MORAL

      16. De acordo com Efésios 1:6-8, que ricas bênçãos foram recebidas pelos cristãos, e como influiu isso na sua vida?

      16 Que contraste com o proceder daqueles que, no primeiro século, realmente seguiam a Cristo! Eles haviam anteriormente andado sob a influência do sistema e de seu “governante”, Satanás, e a própria natureza deles havia sido a de fazer “as coisas da vontade da carne”. Mas, eles haviam mudado. As elevadas verdades do cristianismo abriram-lhes toda uma nova perspectiva de vida. Imagine só! Deus estava disposto a sacrificar seu próprio Filho, seu “amado”, para que pudessem receber o perdão de sua pesada dívida do pecado! Que preço elevado! Que misericórdia e benignidade imerecida! “Esta [benignidade imerecida] ele [Deus] fez abundar para conosco em toda a sabedoria e bom senso”, declarou o apóstolo Paulo. De modo que não somente tiveram conhecimento da verdade, mas também receberam “bom senso”, para poderem lidar com bom êxito com os problemas cotidianos da vida. — Efé. 1:6-8; 2:1-5.

      17. (a) Que evidência há de que o cristianismo era uma religião de poder? (b) Como se demonstrava o seu poder moral?

      17 A sua religião era de poder. O espírito de Deus havia ressuscitado a Jesus dentre os mortos para uma posição enaltecida, muito acima de toda autoridade mundana. Agora, este mesmo ‘poder é para com os que crêem’. (Efé. 1:19-21) E que resultado produziu na vida daqueles crentes! Por examinarmos o assunto da moral, podemos reconhecer o poder do cristianismo do primeiro século. O mundo antigo considerava a imoralidade sexual como sendo a norma. Cícero, primitivo escritor romano, até mesmo suplicou:

      “Se houver alguém que acha que se deve proibir absolutamente aos jovens o amor das cortesãs [prostitutas], ele está sendo deveras extremamente severo. . . . Quando

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