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  • Você não anda mais assim como as nações andam
    A Sentinela — 1979 | 1.° de dezembro
    • é que não se fazia isso? Quando é que alguém já achou defeito nisso?”

      No entanto, os “filhos da luz” libertaram-se de tais práticas e ficaram livres delas. Em toda a história não há nada que se compare com o milagre moral produzido pelo cristianismo.

      OS FILHOS DA LUZ COMPORTAM-SE DE MODO DIFERENTE

      18. Por meio de que proceder mostrariam os primitivos discípulos seu apreço por serem um “povo santo”?

      18 Esses discípulos tinham uma elevada norma para satisfazer. Por isso, Paulo aconselhou: “A fornicação e a impureza de toda sorte . . . não sejam nem mesmo mencionadas entre vós, assim como é próprio dum povo santo.” (Efé. 5:3) Não basta apenas refrear-se de fazer tais coisas, mas deve-se evitar até mesmo falar sobre elas com o fim de derivar algum prazer sensual. Quão longe era seu modo de pensar do de alguns da atualidade que acham que: ‘Enquanto realmente não se comete imoralidade, não há nada de errado em vê-la e em falar sobre ela como diversão’!

      19. O que achavam escritores cristãos do segundo e do terceiro século sobre (a) a ‘sem-vergonhice do teatro e a selvageria da arena’. (b) o espetáculo de ‘um homem ser morto’ (c) aquilo que podia ‘inflamar alguém de paixão ou lascívia’? (d) Como se pode aprender a fazer coisas erradas?

      19 O que achavam aqueles primitivos cristãos a respeito dos jogos gladiatórios e do teatro, que eram a “coisa do momento” em matéria de diversão? Note os seguintes comentários de alguns professos escritores cristãos, que viveram durante o segundo e o terceiro século:

      “Nós [cristãos], em falar, observar ou ouvir, não temos nada que ver com a loucura do circo, a sem-vergonhice do teatro, a selvageria da arena . . . Por que vos ofenderíamos, se presumimos a existência de outros prazeres?” — Tertuliano.

      “Nós, considerando que ver um homem ser morto é quase o mesmo que matá-lo, abjuramos [renunciamos solenemente a] tais espetáculos [os jogos gladiatórios].” — Atenágoras.

      “A influência corrompedora do palco é ainda mais contaminadora. Porque o tema das comédias é a desonra das virgens, ou o amor das meretrizes; . . . O que podem fazer os jovens ou as virgens, quando vêem que estas coisas são praticadas sem qualquer vergonha e voluntariamente presenciadas por todos? Eles são claramente admoestados sobre o que podem fazer e ficam inflamados de paixão, que é especialmente estimulada pela observação.” — Lactâncio. [O grifo é nosso.]

      “O que está fazendo o cristão entre essas coisas, visto que não pode nem mesmo pensar na iniqüidade? Por que acha prazer nas representações da paixão . . .? Ele aprende a fazer, ao passo que se acostuma a ver. . . . Acostumamo-nos rapidamente ao que ouvimos e ao que vemos.” — Cipriano.

      20. (a) Por que evitavam os primitivos cristãos a diversão degradada? (b) Por que era sua conduta notavelmente diferente?

      20 Embora estes homens vivessem alguns anos depois dos cristãos do primeiro século, podemos ver como entendiam a atitude do cristão em tais assuntos. Evitavam tais diversões aviltantes. Podiam ver a incoerência de aqueles que haviam sido tirados da escuridão, que haviam eliminado de sua vida a conversa obscena, a violência e a imoralidade, em sentarem-se deliberadamente e observarem tais coisas como diversão. Na maior parte, aqueles cristãos acatavam o conselho de Paulo, de ‘cessar de compartilhar com eles nas obras infrutíferas que pertencem a escuridão, mas, antes, até mesmo repreendê-los’. Sua vida diária de pureza, no meio dum mundo degradado, era uma constante ‘repreensão’ para as pessoas das nações. Não é de admirar que eles fossem classificados pelo mundo ímpio como “inimigos da humanidade”. Aqueles discípulos mostravam de bom grado que estavam sob uma influência melhor do que seus vizinhos de mentalidade carnal. Demonstravam que haviam ‘sido feitos novos na força que ativava a sua mente’. E que “força” diferente ela era! Os outros não podiam deixar de perceber isso. Não queremos ser desta espécie de pessoas? Não importa o que professemos, ou mostramos os “frutos da luz”, ou andamos assim como as nações. — Efé. 4:23; 5:9, 11.

      21. Por que motivo devemos hoje examinar realisticamente a nossa escolha de diversão?

      21 Então, que dizer hoje de nossa escolha de diversão? Quando nós, ou nossos filhos, ligamos o televisor ou vamos ao cinema, o que vemos? Há alguma diferença real entre o que escolhemos ver e ‘a sem-vergonhice do teatro romano e a selvageria da arena’? Há casos reais que mostram como alguns cristãos foram negligentes e ficaram enlaçados pela imoralidade por causa do que tomaram por hábito de observar.

      22. (a) Será que para os cristãos do Primeiro século era fácil andar como filhos da luz e, contudo, o que eram capazes de fazer? (b) Que perguntas adicionais requerem respostas?

      22 Em contraste com isso, quanta força moral demonstravam aqueles primitivos cristãos! Apesar de viverem num mundo em que o coração dos homens ficara tão empedernido que eles nem se apercebiam de que estavam pecando, e em que todo o senso de vergonha e decência ficara esquecido, eles conseguiram manter a mente fixa nas coisas que são ‘verdadeiras, de séria preocupação, justas, castas, amáveis, de que se fala bem, virtuosas e louváveis’. (Fil. 4:8) Como mantiveram tal força no meio dum ambiente imoral? Deve lembrar-se de que eles eram apenas pessoas de carne e sangue, assim como nós, hoje. Também tinham a necessidade básica de recreação. Quais eram seus “outros prazeres”? Como podemos imitar, mesmo ainda mais de perto, tais exemplos primorosos de “filhos da luz”? Estas perguntas importantes serão consideradas no artigo que segue.

  • Prossiga andando como filho da luz
    A Sentinela — 1979 | 1.° de dezembro
    • Prossiga andando como filho da luz

      “Outrora éreis escuridão, mas agora sois luz em conexão com o Senhor. Prossegui andando como filhos da luz.” — Efé. 5:8.

      1, 2. (a) Na ilustração, por que e vital que o homem siga andando contra o vento? (b) Por que precisa o cristão lutar para evitar que ande assim como as nações?

      O HOMEM lutava contra o forte vento. Esforçando-se com cada passo, avançava sem vacilar. Por que todo este empenho? Por que não simplesmente dar meia-volta e deixar-se levar pelo vento? Porque a pouca distância atrás dele abria-se um profundo e escuro abismo. Ele não tinha outra escolha, se quisesse viver. Não é de admirar que lutasse contra o vento no seu avanço.

      2 Hoje, igual a um vento feroz, o “espírito do mundo”, sob a direção de Satanás, está tentando arrastar toda a humanidade para um rumo que a levará inevitavelmente ao “abismo” da destruição, na expressão do furor de Deus. (1 Cor. 2:12; Efé. 5:6) Evitar tal furor requer que o cristão como que ‘ande contra o vento’. Ele precisa lutar, se há de andar como ‘filho da luz’, e não assim como as “nações andam” ou se comportam. — Efé. 4:17; 5:8.

      PRECISA HAVER FORÇA ÍNTIMA

      3. (a) Segundo Efésios 3:16, em que direção têm de se desenvolver os nossos esforços, para sermos bem sucedidos em evitar andar assim como as nações? (b) Como fortalecemos o nosso ‘íntimo’?

      3 Em que direção têm de se desenvolver nossos esforços, para sermos vitoriosos nesta luta? Paulo responde por exortar-nos a ‘sermos feitos poderosos no homem que somos no íntimo, com poder por intermédio do espírito’ de Deus. Este é o ponto em que precisamos fazer empenho, a saber, o ‘homem íntimo’, aquilo que somos por dentro, na “pessoa secreta do coração”. Este precisa ser fortalecido. Como? A chave está no Ef 3 versículo 7 que segue: “Para que o Cristo more em vossos corações, com amor, por intermédio da vossa fé.” — Efé. 3:16, 17; 1 Ped. 3:4.

      4. (a) O que está envolvido em deixarmos ‘Cristo morar em nosso coração’? (b) Que perguntas reveladoras devemos individualmente considerar?

      4 Termos ‘Cristo morando em nosso coração’ significa que primeiro é preciso expulsar

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