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  • Participação zelosa no ministério
    A Sentinela — 1961 | 1.° de julho
    • por haver reunião regular com outros, estimulando-se uns aos outros ao amor e a obras corretas. — Heb. 10:23-25, NM.

      Ainda mais se exige no ministério zeloso, o que é revelado pelo apóstolo nas seguintes palavras: “Com o coração se exerce fé para a justiça, mas com a boca se faz declaração pública para a salvação.” Paulo refuta a idéia de que,se possa ganhar a salvação apenas por crer, sem expressar a fé. É preciso declarar as boas novas a respeito do Cristo não só na presença dos crentes, mas também entre os descrentes. A fé que o cristão tem precisa conduzi-lo de casa em casa, pregando as verdades a respeito do reino de Deus, assim como a fé levou os primitivos cristãos às portas das pessoas. (Rom. 10:10; Atos 5:42; 20:20, NM) Paulo declarou que se lhe impôs esta necessidade. “Realmente, ai de mim”, disse o apóstolo, “se eu não declarasse as boas novas!” — 1 Cor. 9:16, NM.

      O ministério cristão de casa em casa precisa ser realizado com entusiasmo e vigor, segundo o exemplo dado por Jesus e pelos apóstolos. O modo de proceder no serviço não deve ser desmazelado, afetado ou indiferente, mas precisa estar animado de zelo. Os sermões do cristão precisam transmitir fé; suas palavras, amor; seu zelo, convicção. Assim como o calor faz geralmente que as substâncias se expandam, assim também o zelo do cristão precisa criar dentro dele e dos outros o desejo de ampliar seu conhecimento de Deus e seu ministério.

      A participação zelosa no ministério exige grande quantidade de energia física e mental. Para se continuar zelosamente, precisa-se renovar a força vital por absorver verdades da Palavra de Deus, a Bíblia. Paulo nos assegura: “A palavra de Deus é viva, e exerce poder.” “Não é a minha palavra . . . igual ao fogo?” pergunta Jeová. Por estudarmos diariamente a Palavra de Deus e meditarmos nela não esgotaremos nosso suprimento de combustível. Teremos combustível para nos manter “fervorosos no espírito”, conforme nos admoesta o apóstolo. — Heb. 4:12; Jer. 23:29; Rom. 12:11, NM.

      Para mantermos vivo o nosso zelo, é mandatório que nos apercebamos dos tempos e das épocas em que vivemos, a fim de termos “fixa na mente a presença do dia de Jeová”. (2 Ped. 3:11, 12, NM) A percepção da proximidade do Armagedon deve incentivar-nos a mais serviço e a nos empenharmos de todo o coração. Não podemos permitir-nos ser complacentes, simplesmente porque tivemos alguma parte no ministério. Nosso ministério precisa ser de toda a alma; nossa devoção, exclusiva; nosso amor completo. Não devemos querer ser mesquinhos com a nossa energia vital. Conforme Paulo disse aos tessalonicenses: “Tivemos muito prazer em dar-vos não somente as boas novas de Deus, mas também as nossas próprias almas, porque chegastes a ser amados por nós.” Jesus tampouco se refreou, mas “derramou a sua alma até a própria morte”, a favor das ovelhas do seu Pai. — 1 Tes. 2:8; Isa. 53:12, NM.

      Como está o seu amor por Jeová e suas ovelhas? Ainda está ardente, como no início, ou permitiu que se esfriasse o amor, se o deixar esfriar, afetará o seu zelo. Pode fazer o servo parar completamente. A congregação em Éfeso foi repreendida por ter permitido que seu primeiro amor se esfriasse. Para impedir tal tragédia em nosso caso, temos de ‘fortalecer nossas mentes para atividade, mantendo-nos completamente equilibrados’. Isto significa que precisamos estar atentos aos nossos privilégios de nos reunir e de estimular outros ao amor e a obras corretas. — Apo. 2:4; 1 Ped. 1:3.

      Manter aceso o amor abrange o pensamento de cuidar das ovelhas de Jeová. Quando encontramos pessoas semelhantes a ovelhas, não as trataremos como casos rotineiros, mas demonstraremos vivo interesse e profunda preocupação, sabendo que seu bem-estar eterno está em jogo. Queremos revisitar a tais pessoas pouco depois de as termos encontrado; para fixar as verdades nos seus corações e mentes, e para estimular neles o amor a Jeová. Para este fim falaremos entusiàsticamente do reino de Deus e das suas bênçãos. A palavra ardente de Jeová acenderá a chama que as fará ferver com Seu espírito. Quanto mais nos gastamos, tanto maior a nossa alegria e mais certa a nossa salvação.

      Tampouco devemos permitir que a indiferença mundana apague o nosso espírito ou esfrie o nosso zelo. Nem devemos pensar que a necessidade não seja grande, só porque há aparentemente poucas ovelhas em nosso território. Que o amor seja a nossa motivação para avisar e ensinar. Deus é fiel no que prometeu; portanto, avance zelosamente. “Não deixemos de fazer o que é correto, pois colheremos no tempo devido por não desfalecermos.” — Gál. 6:9, NM.

  • Muito apressados em chamar alguns de “cabritos”?
    A Sentinela — 1961 | 1.° de julho
    • Muito apressados em chamar alguns de “cabritos”?

      Um ministro de tempo integral escreve do Arizona: “Recebi um certo setor de território para pregar de casa em casa, com a observação de que outros só encontraram ‘cabritos’ ali.

      “Na primeira vez que trabalhei neste território, todos me fecharam a porta. Na segunda vez, não levei comigo nenhuma literatura, nem toquei campainhas. Apenas falei por cima da cerca com os que estavam no seu jardim. Tratava-se dum novo conjunto de casas e eu comentava as coisas boas que observei, tudo para iniciar uma conversa. Muitos tinham dificuldades em fazer as coisas crescer, e isto me dava a oportunidade de falar sobre as condições no Novo Mundo. Dai, com um alegre “até a vista”, passava para diante.

      “Da próxima vez que visitei as casas ali, fui convidada a entrar em quase cada lar, oferecendo-se assim a oportunidade de mostrar quão pertos estávamos do Reino pelo qual Jesus nos mandou orar, deixando ao mesmo tempo alguma literatura. Parecia haver pouco interesse no território para estudos bíblicos, domiciliares, individuais; portanto, achando um lugar onde se poderia realizar um estudo em grupo, convidei as donas de casa para lá. Quinze delas vieram na primeira noite. Algumas deixaram de vir nas noites seguintes, mas outras tomavam os seus lugares, e, quando tive de entregar o estudo a outro ministro, depois de alguns meses, por eu sair desta cidade, vinte pessoas estavam assistindo regularmente. Este verão, uma das testemunhas ali disse-me que este estudo está sendo realizado agora na casa dela, e que de quarenta e cinco a cinqüenta assistem cada semana.”

      E este bairro era supostamente só de “cabritos”!

  • Brilham pela ausência
    A Sentinela — 1961 | 1.° de julho
    • Brilham pela ausência

      ● Quando o pregador Alan Walker, da Igreja Metodista da Austrália, falou perante 550 líderes eclesiásticos em Silver Bay, Nova Iorque, ele disse que os adolescentes ‘brilhavam pela ausência nas igrejas americanas’. Ele sugeriu que as igrejas protestantes tinham permitido que as suas Escolas Dominicais prejudicassem a assistência dos adolescentes aos ofícios regulares de culto, e que, “quando deixam a Escola Dominical, deixam também a igreja”. — Times de Nova Iorque, 16 de julho de 1956.

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