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Começa a maior pressão de todos os temposDespertai! — 1972 | 22 de abril
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demonstrar seu poder onipotente para esmagar o prevalecente sistema perverso de coisas. — Dan. 2:44.
Aumentam as Pressões
As pressões que começaram em 1914, segundo predito, continuariam a intensificar-se até o fim dos “últimos dias”.
Quando Jesus mencionou o conflito, a fome, a peste, a anarquia e a impiedade, avisou: “Todas estas coisas são o princípio das dores de aflição.” (Mat. 24:8) Poder-se-ia comparar isto a uma senhora que sente suas primeiras dores de parto antes de dar à luz. Ela sabe com certeza que muitas outras dores mais agudas se seguirão.
Assim, a Primeira Guerra Mundial foi apenas o início de muitos eventos dolorosos. Outras pressões que abalariam o mundo viriam em seguida. E vieram mesmo, pois, embora, como mostra certa fonte, cerca de 9 milhões de combatentes e cerca de 5 milhões de civis fossem mortos na guerra de 1914 a 1918, cerca de 20 milhões foram mortos pela gripe espanhola que se seguiu. E, mais tarde, a segunda Guerra Mundial matou cerca de 55 milhões de combatentes e civis, segundo certo cálculo recente. Desde então, tem havido uma procissão constante de eventos que causam pressões, inclusive guerras, grandes e pequenas, bem como dificuldades raciais, sociais, econômicas e religiosas.
Agora, passados cinqüenta e sete anos de tais enormes pressões, o que verificamos? Relata o Times de Nova Iorque: “Em quase todo canto da terra manifesta-se um espírito de anarquia interna por meio de motins violentos, assassinatos, raptos, pirataria e seqüestros de aviões. Em toda a parte, e sem respeito à ideologia ou às formas governamentais, verificamos contínua deterioração das regras aceitas.”
Escalonamento em Direção ao Clímax
As autoridades em todo campo geralmente concordam que as pressões hodiernas estão escalonando para atingir alguma espécie de clímax.
Não faz muito tempo, vintenas de respeitados cientistas, economistas, historiadores e filósofos se reuniram nos EUA para considerar os problemas da humanidade. Houve muito desacordo sobre vários pontos, mas, em uma coisa todos concordaram: “Todos insistem que a família humana se aproxima duma crise histórica que exigirá revisões fundamentais na organização da sociedade.” — Times de Nova Iorque.
Em outra ocasião, o comentarista de televisão Walter Cronkite disse: “Os próprios cientistas discordam sobre a tabela do desastre. Cada especialista conta o tempo segundo a sua própria catástrofe especial. Mas, não encontramos nem sequer um cientista que discordasse que algum desastre se prenuncia.”
Perguntou-se às autoridades quanto tempo achavam que levaria até que os problemas atingissem proporções de “crise”. E, disse-se que certo problema atingira tal ponto quando causasse a morte de pelo menos um milhão de pessoas por ano, ou atingisse severamente sua saúde, bem-estar ou padrão de vida. Fez-se uma tabela baseada em suas opiniões. Alguns dos itens alistados foram os seguintes:
Observe que o problema da superpopulação foi considerado como já tendo atingido proporções de crise. Uma razão disto, segundo se diz, é que 10.000 pessoas por dia morrem agora em resultado de subnutrição, calculadamente 3.500.000 por ano. Também, ao invés de diminuir, a taxa de aumento populacional realmente aumentou nas recentes décadas. A população do mundo dobra agora a cada trinta e cinco anos!
Qualquer um dos problemas na tabela poderia ter efeito catastrófico sobre toda a vida terrestre. E, não incluem sequer a ameaça de guerra nuclear. Combine-se todos estes e se pode entender porque os peritos se acham tão pessimistas quanto ao futuro. Observam a humanidade caminhando rápida e seguramente para alguma espécie de clímax desastroso.
A Palavra de Deus, a Bíblia, predisse este tempo de pressões sem precedentes. Os eventos sentidos desde 1914 cumprem a profecia bíblica com surpreendente exatidão. No entanto, ao passo que geram enormes pressões, tais eventos, em si mesmos, não constituem as causas básicas das pressões. E, a menos que sejam eliminadas tais causas, não se pode fazer nada para aliviar as pesadas pressões que caem sobre a humanidade hoje em dia. Quais, então, são as causas básicas?
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As causas básicas das pressões da atualidadeDespertai! — 1972 | 22 de abril
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As causas básicas das pressões da atualidade
ONDE reside a culpa? O mundo hodierno usufrui as invenções modernas, as conveniências e incrementado tempo de lazer.
Possui velocidade, potência e eficiência. Dispõe de formas avançadas de organização no governo e no bem-estar social. Todavia, hoje, há provavelmente mais descontentamento e frustração na terra do que em qualquer tempo prévio. Por quê? Algo está claramente errado. Mas, o que será?
A culpa vai muito mais a fundo do que as invenções do homem ou as estruturas governamentais e sociais que ele edificou.
Indo à Raiz do Problema
Para ilustrar, considere uma construtora num certo país que usa cimento da única fábrica de cimento do país. Usando tal cimento, a construtora ergue grande edifício governamental, daí uma fábrica, mais tarde um edifício de apartamentos, uma escola e, por fim, uma ponte. Mas, uma por uma, cada uma destas construções apresentam falhas estruturais que levam a rupturas ou até mesmo ao desmoronamento. A construtora tenta vez após vez, reconstruindo ou erguendo estruturas inteiramente novas, usando novas plantas, estilos e métodos. Mas, os resultados são sempre os mesmos.
Deveria a construtora continuar tentando até que outras plantas e métodos resolvam o problema? O problema jaz no material básico estrutural: o cimento. Apresenta deficiências na resistência, dando resultados razoáveis em estruturas menores, mas manifestando mais patentemente sua deficiência quando submetido à tensão e à pressão duma estrutura maior. Uma análise química talvez revele suas debilidade ocultas.
Somente se a construtora achar uma forma de compensar ou contrabalançar esta deficiência no cimento, talvez por adicionar certos ingredientes, poderá atingir certa medida de êxito.
Assim, também, se dá com a humanidade.
Os homens têm tentado produzir um mundo pacífico, próspero e alegre. Têm formado governos políticos de todas as espécies e tipos, uma sucessão infindável
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