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  • g74 8/12 pp. 29-31
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  • Observando o Mundo
  • Despertai! — 1974
  • Subtítulos
  • Frutos da Educação
  • Problemas Familiares Judaicos
  • População e Alimentos
  • “Cada País por Si”?
  • Perspectiva de Partilha
  • Alimentos ou Campos de Golfe?
  • O Lixo Também “Fala”
  • “Injustificável” o Sangue Integral
  • Igrejas ou Casas
  • As Catedrais Vazias de Nápoles
  • Perspectiva Econômica
  • Aumenta a Crença no Diabo
  • País de “Semana em Semana”
Despertai! — 1974
g74 8/12 pp. 29-31

Observando o Mundo

Frutos da Educação

◆ A educação, diz-se às vezes, solucionará os problemas da humanidade. Mas, que folha de serviços apresentam os sistemas educacionais do mundo? Uma resposta emana do educador Rolf A. Weil, presidente da Universidade Roosevelt, de Chicago, EUA, que afirma: “Vemos as mesmas forças destrutivas da nacionalista política de poder e dos preconceitos religiosos e étnicos que afligiram a humanidade por toda a história. . . . por toda a história, a educação formal usualmente tornou o homem mais competente e perito, apenas ocasionalmente o tornou mais sábio, mas, praticamente, nunca o tornou melhor, segundo padrões éticos ou religiosos.” Por quê? Porque não foram motivados por genuíno desejo de conhecer e fazer a vontade de Deus.

Problemas Familiares Judaicos

◆ De 1900 a 1965, o número de judeus dos EUA que se casaram com não-judeus subiu de 1 em cada cem para 1 em cada 10. Agora, um em cada 3 fazem isso. O principal rabino inglês, temendo a extinção dos judeus, afirma: “O pior câncer é o do tipo indolor . . . O casamento misto é tal flagelo.” A Junta de Rabinos de Nova Iorque votou expulsar os colegas que realizassem casamentos mistos, e seu presidente afirma que, a fim de manter em crescimento a comunidade; judaica “três filhos devem ser o mínimo para as famílias judaicas . . . mas quanto maiores, melhor”. Será religiosa esta preocupação pela sobrevivência? Tipicamente, uma judia australiana afirma que seu marido ateu “se sentiria muito aborrecido se seus filhos não se casassem com judeus. Mas, não é de forma alguma por qualquer sentimento religioso”.

População e Alimentos

◆ As nações africanas aumentaram a produção de alimentos em cerca de 22 por cento desde o início da década de 1960. Então, por que há fome? Uma razão é que o aumento populacional baixou o consumo já inadequado de alimentos per capita em 5 por cento durante o mesmo período. Outra razão é a grave seca que grassa por partes da África nos anos recentes. “O único meio certo de garantir que a atual catástrofe não se repita está no controle populacional, ao invés de nas reservas alimentares”, relata a revista Time. Mas, as conferências de agosto e de novembro das N. U. sobre população e alimentos enfrentaram o sombrio fato de que “entre agora e o tempo em que começaram suas deliberações, a população mundial já terá aumentado em 30 milhões”. — 13 de maio de 1974.

“Cada País por Si”?

◆ O diretor-geral da Organização das Nações Unidas Para a Alimentação e a Agricultura (FAO) afirma agora que “em meados do ano [de 1974] os estoques de reservas de alimentos provavelmente igualem apenas o consumo mundial de três semanas”. Outra autoridade da FAO adiciona: “Uma grande colheita fracassada em qualquer parte e as coisas poderiam ser cada país por si.” Mas, mesmo se certo país possuir cereais, às vezes as coisas se tornam “cada um por si”. A revista Time noticia que, em alguns países assolados pela fome, “as autoridades desviaram parte dos cereais doados para canais comerciais, para serem vendidos com enormes lucros. Grande parte . . . continua empilhada nas docas, onde se torna presa de ratos, gafanhotos e ladrões.” O Secretário-Geral da ONU, Waldheim, afirma que “os governos me disseram que não podem despachá-los para as zonas mais afligidas” por falta de estradas e veículos.

Perspectiva de Partilha

◆ Será que os produtores de alimentos dos EUA atenderão acrescente demanda mundial? O editor de Farm Journal (Revista da Lavoura), Lane Palmer, falou a um grupo de editores agrícolas e de congressistas estadunidenses, recentemente, afirmando que “nossos lavradores podem produzir todo alimento de que este país necessita. Estou bem a par da fome . . . e da subnutrição em outras partes ao redor do mundo. Mas, presumo que nenhum de nós acalenta mais a ilusão de que possamos ser fiadores em garantir os alimentos do mundo.” Por que não? Uma razão é a economia agrícola dos EUA. O secretário do Sindicato Nacional dos Agricultores disse candidamente a uma subcomissão do Senado que “muitos agricultores vêem a escassez permanente de alimentos como um alvo que seria apropriado para seus próprios interesses”.

Alimentos ou Campos de Golfe?

◆ Os fertilizantes quase que suficientes para suprir a escassez de 1974 nos países mais pobres do mundo foram espalhados pelos estadunidenses em seus gramados, cemitérios e campos de golfe. Frisando recentemente este ponto a uma subcomissão do Senado dos EUA, o presidente do Conselho de Desenvolvimento do Ultramar, James P. Grant, disse que “as pessoas nos Estados Unidos devem ficar sabendo que a forma que comemos — e fertilizamos nossos gramados — influi nas vidas de pessoas em toda parte”.

O Lixo Também “Fala”

◆ O que as pessoas jogam fora pode ser muito revelador. O antropólogo William Rathje afirma: “O que se encontra no lixo é o resultado do que as pessoas realmente fizeram, não o que pensaram que fizeram . . . ou desejaram ter feito.” Dirigiu um grupo de professores e estudantes da Universidade do Arizona, num projeto que examinava o lixo de várias zonas econômicas de Tucson. Uma das descobertas de sua inspeção cuidadosa foi que as famílias brancas ali desperdiçam mais do que as minorias. “Reduzir apenas o desperdício da carne de vaca poderia, talvez, economizar mais de 100 dólares (Cr$ 750,00) por ano para uma família da classe média”, observa Rathje.

“Injustificável” o Sangue Integral

◆ Recente boletim médico enviado a hospitais que recebem sangue da Cruz Vermelha alemã aconselha: “Por diversos anos, fizeram-se observações . . . com respeito ao uso do chamado ‘sangue integral’ com fins terapêuticos, que, devido aos muitos efeitos colaterais evitáveis, parecem tornar injustificável a continuação de seu uso. . . . É triste dizer que não há nenhum meio de evitarmos possível infecção de sífilis quando se usa sangue fresco.” Observando que a responsabilidade pelas reações indesejáveis “pode ser atribuída ao serviço de doação de sangue”, afirma a Cruz Vermelha alemã, “nós — como outros serviços de doação de sangue já fizeram . . . não entregaremos mais sangue integral”.

Igrejas ou Casas

◆ Os sacerdotes de Roma continuam a bradar contra os vínculos tradicionais da Hierarquia com os ricos e poderosos, as expensas dos pobres. Um panfleto em circulação da parte dos “leigos e sacerdotes da Paróquia de S. Leão, o Grande”, queixa-se: “Já por 25 anos nos temos preocupado em construir igrejas que ninguém deseja. . . . tantos bilhões [de liras] foram gastos que seriam o bastante para se dar uma casa para todos os que moram em barracos. . . . Permite-se-nos orar a Deus nestes templos construídos com o ‘salário de prostituta’? (Miq. 1:7)”

As Catedrais Vazias de Nápoles

◆ O jornal italiano Vita d’Oggi pergunta: “Onde estão os fiéis destas esplêndidas igrejas, artisticamente construídas e ornamentadas, a um custo muito grande, apenas para ficarem vazias de almas, como todos podem testemunhar hoje em dia?” Tem-se calculado que ‘se até mesmo 10 por cento dos napolitanos assistissem à Missa, todas as igrejas ( ainda abertas ) na arquidiocese não bastariam para contê-los’. Por que estão “vazias”? ‘‘É certíssimo que todo o mundo ignora a doutrina cristã . . . a pessoa tem de concluir que a ignorância religiosa é motivada pela falta de vitalidade da educação católica napolitana”.

Perspectiva Econômica

◆ Dezessete das 24 nações industriais que fazem parte da Organização Para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico sofrem agora uma inflação de dois dígitos (superior a 10 por cento). A taxa média anual de todas é de 12 por cento, comparada com apenas 3 por cento na década de 1960 — quatro vezes maior! O colunista Joseph Alsop escreve que “os homens mais sábios e mais conservadores tanto das comunidades econômicas como financeiras começaram a falar, atarantados, sobre a ameaça duma impetuosa calamidade financeira mundial”. Típico é o comentário do governador do Bundesbank alemão, Karl Klasen: “Conviver com a inflação significaria que nosso sistema de livre empresa morrerá com a inflação.”

Aumenta a Crença no Diabo

◆ Isso abalou os cientistas na recente reunião da Associação Estadunidense Para o Progresso da Ciência. O número de estadunidenses que crêem no Diabo aumentou de 37 para 48 por cento em nove anos, foi-lhes dito, havendo outros 20 por cento que crêem ser provável a existência do Diabo. Os cientistas imaginaram que o processo evolucionário e o racionalismo eliminaria gradualmente tais crenças. O pesquisador ligou a crença aos ‘tempos de grande tensão, onde as coisas parecem estar sendo reduzidas a pedaços’. Recente enquête Harris, nos EUA, relata que um total ainda maior, 53 por cento, crê no Diabo, e um terço em possessão demoníaca.

País de “Semana em Semana”

◆ “Literalmente lutamos para sobreviver”, afirma o primeiro-ministro de Sri Lanka, com 13 milhões de habitantes. O custo galopante das importações de alimentos fez com que as rendas das exportações de chá e borracha ficassem num déficit de cerca de Cr$ 15 bilhões, tornando-se cada vez mais difícil conseguir empréstimos. Agora a nação, cuja população dobrou nos últimos 25 anos, precisa terrivelmente de arroz e de trigo. Afirma um economista: “O país agora opera numa base de semana em semana. . . . Não pensamos além daquela semana. Não podemos.”

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