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  • Há realmente uma crise populacional?
    Despertai! — 1974 | 22 de dezembro
    • Para o Progresso da Ciência observou que, usualmente, quando os países subdesenvolvidos tentam aumentar o nível educacional de seus cidadãos, e redistribuir a riqueza mediante a reforma agrária, diminui a produtividade e ficam ainda mais atrás das nações desenvolvidas.

      Em resultado, afirma o presidente do Banco mundial, Robert S. McNamara, este planeta é como o navio que tem um quarto de pessoas em “condições de primeira classe, de luxo” e os outros três quartos em “alojamentos de 3.a classe”, os alojamentos mais inferiores. Disse que não pode ser um “navio feliz” com tais desigualdades. Antes, tornou-se solo fértil para a fome, a miséria, o caos econômico e a fermentação política. Encontrarão os líderes mundiais uma solução? Algumas autoridades acharam que já é tarde demais.

      Predições Sombrias

      Avolumantes números de peritos crêem que a crise se aproxima rápido de um beco sem saída. Alguns até mesmo adotam uma atitude fatalista, prevendo apenas uma solução de “taxa de mortes” para o problema dos nascimentos. Certa previsão, baseada na avaliação da “maioria dos peritos sobre energia, agricultura, população e economia global” é de que “um bilhão de pessoas, ou plenamente um quarto da população da terra, confronta a falência, o colapso social e fome em massa em questão dos próximos doze meses”. — Post, de Denver, 3 de março de 1974.

      Quer tais previsões se cumpram quer não, a crescente inquietação devido à escassez de víveres e os preços altos na Índia e a fome que grassa ainda na África, fornecem melancólico fundo para sua avaliação. Uma autoridade em Bangladesh, cuja população de 75 milhões de habitantes é três vezes mais densa que a da Índia, afirma que “a menos que possamos controlar a população aqui, rapidamente, não poderemos controlar nada. Está interligada à nossa própria existência, a nossa sobrevivência como nação”.

      A conduta social, segundo noticiado, deteriora gravemente no sul da Ásia e em partes da América Latina. Despachos falam de inesperada estocagem entre os lavradores”, bem como de amplo mercado negro. “Há adulteração sem precedentes de alimentos por negociantes”, para fazê-los durar mais, “às vezes com adulteradores [venenosos]”. Outro despacho diz: “Bandos de jovens, armados de revólveres deixados pela guerra de 1971, percorrem os povoados e o interior em Bangladesh, realizando atividades anti-sociais sem precedentes para o sensível povo bengalês.” Similarmente, “bandos de crianças perambulantes, chamados de ‘abandonados’, agora percorrem as ruas de algumas cidades latino-americanas como . . . matilhas de cães abandonados”.

      Algumas autoridades crêem que o problema populacional provavelmente enfrente um “teste” no sul da Ásia. Afirma uma: “A qualidade da vida nesta região já começou a declinar, desfazendo-se o tecido da sociedade. E nenhum homem tem sido suficientemente sábio para pensar numa solução.”

      Isto, certamente, não ocorre por falta de esforços. As soluções têm sido e ainda são experimentadas. O que acontece com elas?

  • O mundo tenta controlar sua população
    Despertai! — 1974 | 22 de dezembro
    • O mundo tenta controlar sua população

      HOMENS e organizações bem-intencionados há muito se empenham em programas visando amainar os problemas atribuídos ao crescimento populacional. Tentaram-se muitas “soluções” — algumas agrícolas, outras econômicas e algumas políticas.

      No entanto, como se dá com a maioria das “curas” que atacam os sintomas, ao invés de a causa da doença, os resultados foram desapontadores. A maioria dos programas tiveram pouco êxito, fracassaram por completo, ou agravaram ainda mais as coisas. O exame de algumas dessas “soluções” mostra a razão.

      Alimento Grátis

      A população crescente consegue sobreviver sem muitas coisas, mas não sem alimento. Por anos, as Grandes Planícies da América do Norte foram um “celeiro de último recurso” para nações famintas. Quando populações inteiras que viviam a níveis de mera subsistência sofriam péssimas colheitas locais, sempre podiam contar com os países ricos em cereais em mandar-lhes milhões de toneladas de excedentes para ajudá-las a passar a crise.

      Agora, os excedentes quase desapareceram. As reservas alimentares mundiais, segundo relatado, estão em seu mais baixo nível de muitos anos. Se haverá bastante comida durante o ano vindouro depende do tempo durante a atual época de cultivo. “O mundo se tornou perigosamente dependente da produção atual e, por isso, das condições de tempo”, afirma o diretor-geral da Organização das N. U. Para a Alimentação e a Agricultura, A. H. Boerma.

      Caso haja tempo ruim, acha realmente que as pessoas recorrerão às suas próprias reservas reduzidas de alimento para ajudar aos povos famintos? Ou, devido à dependência de energia para a moderna produção de alimentos, sacrificarão suas reservas energéticas para ajudar tais pessoas? Como disse recentemente, em editorial, o Times de Nova Iorque: “Os estadunidenses afluentes poderiam em breve ver-se confrontados com a escolha de consumir energia nas rodovias e em quartos de ar condicionado, ou permitirem a produção de alimentos para sustentar inteiras populações na África e na Ásia.” — 25 de março de 1974.

      Auto-suficiência Agrícola

      Foram lançados, com grande fanfarra, programas para ajudar as nações pobres a alimentar a si mesmas. Ao propor-se o Dr. Norman Borlaug, para o Prêmio Nobel da Paz de 1970, atribuiu-se-lhe “grande avanço tecnológico que torna possível abolir a fome dos países subdesenvolvidos no decorrer de alguns anos”. Todavia, mesmo assim, o Dr. Borlaug disse que sua Revolução Verde “não era a solução”. Só podia retardar a crise alimentar, ao passo que as nações continuam empenhando-se em controlar a população. “Se a população mundial continuar a aumentar na presente taxa, destruiremos a espécie”, disse ele.

      Agora, os resultados estão surgindo. Entre outras coisas, esta tecnologia exige quantidades enormes de energia, fertilizantes e pesticidas, cada vez mais onerosos. Em resultado, os fazendeiros ricos se beneficiam mais do que os pobres, que amiúde não podem usá-los de forma alguma. Famílias abastadas então compram as terras dos lavradores pobres, assim apenas aumentando os problemas de desemprego.

  • “Encostados na parede”
    Despertai! — 1974 | 22 de dezembro
    • “Encostados na parede”

      ◆ O antigo conselheiro presidencial dos EUA, o professor de direito da Universidade de Colúmbia, Richard Gardner, recentemente exigiu que se desse mais poder às Nações Unidas. Citando a necessidade da cooperação mundial na crise de alimento, energia e do meio-ambiente, disse: “Agora que fomos encostados na parede, talvez possamos ler a escrita na parede.”

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