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  • Observando o Mundo
  • Despertai! — 1975
  • Subtítulos
  • Piora o Quadro dos Alimentos
  • ‘Nenhum Lugar Para Esconder-se’
  • Perigos da “Hidroscopia”
  • Feiticeiros e Esportes
  • Banqueiros Temerosos
  • É a “Reciclagem” a Solução?
  • População e Religião
  • Lutar Contra a Maré
  • “Mais Importante Medida de Saúde”
  • “Decoração das Vitrinas” de Roma
  • Clérigos — Moralistas?
Despertai! — 1975
g75 8/4 pp. 29-31

Observando o Mundo

Piora o Quadro dos Alimentos

Ao avançarmos em 1975, torna-se mais sombria a perspectiva desanimadora para alimentar o mundo. Eis aqui como as autoridades em questões de alimentos vêem a situação:

● “Mil novecentos e setenta e quatro foi o ano em que o meteorologista puxou todas as alavancas erradas”, declara a autoridade do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), Don Paarlberg. Safras “desapontadoras” ocorreram exatamente na ocasião em que boas safras eram necessárias para restaurar os estoques perigosamente baixos. “No fim deste ano agrícola estarão raspando os silos”, avisa Paarlberg.

● Qual é a perspectiva para 1975? As últimas projeções do USDA indicavam que o mundo produziria mais de 36 milhões de toneladas a menos de cereais durante o ano de comercialização de 1974-75 que havia consumido durante o ano que findara em 30 de junho de 1974! Isso seria o suficiente para alimentar cerca de 150 milhões de pessoas. No ínterim, cerca de 78 milhões de pessoas serão acrescentadas à população mundial.

● O “pai” da “revolução verde”, Norman Borlaug, acautela: “O palco está montado para reais dificuldades.” Afirma que ainda sustenta o seu aviso primitivo de que “dezenas de milhões de pessoas poderiam morrer este ano devido a mudanças climáticas e à escassez de fertilizantes”. Prenunciadores iniciais do que está para vir já estão surgindo.

● “Pessoas morrem às dezenas”, afirma o chefe em exercício da Organização Mundial de Saúde em Daca, Bangladesh. “A cólera irrompeu em forma epidêmica em muitos lugares”, devido a que a fome deixou pobres aldeões “sem nenhuma resistência à infecção”. Problemas de expedição e de comunicações mantêm distante, por semanas ou meses o prometido alimento socorrista. “O Governo parece estar resignado à inevitabilidade de mortes em ampla escala devido à fome”, observa o Times de Nova Iorque.

● A ganância local também complica as medidas de socorro. Em um país africano que passa fome, os proprietários locais de caminhões cobraram a taxa mais alta por tonelada-milha no mundo para levar os cereais mandados como socorro! “Temos o monopólio e fixamos as tarifas”, jactou-se seu dirigente. Recusaram-se a permitir que caminhões que cobravam mais barato e eram mais rápidos de um país vizinho transportassem os alimentos — enquanto seus concidadãos morriam de fome.

‘Nenhum Lugar Para Esconder-se’

● O Procurador-Geral dos EUA, Saxbe, declarou em data recente que o agudo surto nas estatísticas de crime indica um futuro próximo que “bastará para evocar calafrios até mesmo nos mais otimistas. Não poderia haver mais qualquer lugar para esconder-se — nenhuma zona segura, para ninguém. Com efeito, talvez já estejamos perto deste ponto”. A toxicomania e o crime que se espalham rápido pelos subúrbios chiques e pelas cidadezinhas sublinham a declaração dele.

Perigos da “Hidroscopia”

● Localizar água por meio de varas, varetas ou instrumentos de pêndulo é chamado de “hidromancia” ou “hidroscopia”. Uma carta recentemente publicada em Buckeye Farm News, de Ohio, EUA, traz à atenção uma carta do presidente da Sociedade Estadunidense de hidromancistas. Ele fez restrições a um artigo de A Sentinela que ligava a hidromancia ao espiritismo e que recomendava abster-se dessa prática. No entanto, realmente reconheceu que: “O ponto frisado no artigo talvez seja muito bom. Concordamos com a teoria de que a hidromancia é uma forma de PES, e que empenhar-se em qualquer forma de PES poderá levar à ‘possessão’ ou envolvimento com forças espirituais iníquas, a menos que se tomem precauções.”

Feiticeiros e Esportes

● O escritor esportivo de Quênia, Hezekiah Wepukhulu calcula que 90 por cento dos destacados clubes de futebol daquele país contratam feiticeiros para ajudá-los a ganhar jogos. Afirma ele: “Às vezes, antes dum jogo, os times de futebol fazem piquetes em torno do estádio a fim de impedir que seus adversários lancem feitiços sobre o campo. . . . os jogadores evitam o portão oficial, para o caso em que se tenha lançado algum feitiço ali. Bolas suspeitas de conter encantamentos são cortadas no meio durante um jogo.” O mais conhecido encantador esportivo da África Oriental, Shariff Omar, escreveu oferecendo-se para lançar feitiços a favor da equipe da Inglaterra, para assegurar uma vitória na Copa do Mundo. Asseverou que “eles ignoraram a oferta e pagaram caro por isso”, quando eles perderam.

Banqueiros Temerosos

● A reunião anual do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional (FMI) realizada há alguns meses, revelou que os banqueiros mundiais tremem diante dos golpes recebidos pelo sistema econômico internacional. “Nós, os bancos, estamos nos nossos limites extremos de financiamento para a Itália, a França, a Grã-Bretanha e outros. Nós . . . não podemos prudentemente ir mais além”, afirma Pierre-Paul Schweitser, antigo diretor de operações do FMI. E o Ministro das Finanças da Alemanha Ocidental, Hans Apel, expressa admiração: “Nunca, nas três décadas do Fundo e do Banco, a inflação apresentou uma ameaça mais universal ao sistema econômico e social do mundo.”

É a “Reciclagem” a Solução?

● Muito tem sido dito sobre como os países produtores de petróleo podem usar o dinheiro excedente, acumulado por eles graças aos recentemente quadruplicados preços do petróleo. Muitos afirmam que podem usar estes “petrodolares” para ajudar os países importadores de petróleo a evitar o colapso econômico causado pelos enormes custos petrolíferos. Afirmam que os produtores do petróleo deveriam “reciclar” os fundos em excesso para as economias dos importadores, através de Investimentos e empréstimos. Será isto realista? Não, afirma um editorial de Business Week. Chama essa idéia de “simples esforço de autodecepção”, e acrescenta: “A reciclagem criaria enorme estrutura de dívida constantemente crescente” para com os produtores de petróleo “que não poderia ser paga, por nenhum esforço de imaginação”.

População e Religião

● Com crescente freqüência acusa-se direta ou indiretamente a religião pelos problemas demográficos. Sabe-se que a Igreja Católica se opõe oficialmente à maioria das medidas de controle da natalidade. Agora, o dirigente da Organização Mundial de Saúde, Abdel R. Omran, um árabe, admite na revista Ceres, da ONU, que o Islã também está envolvido no problema. Observa que seus líderes religiosos “invocam a doutrina religiosa para opor-se ao planejamento familiar”. Ademais, Omran acrescenta que, na maioria dos países em que predomina o Islã, por motivos “socioculturais”, “ainda é essencial que as mulheres sejam altamente férteis . . . e a contracepção não é ainda amplamente aceita”. — julho-agosto de 1974.

Lutar Contra a Maré

● Ameaçando tomar medidas legais, um grupo católico de direitos civis obrigou recentemente uma gigantesca e bem-conhecida firma dos EUA a retirar seu folheto sobre o controle da população, tencionado para ser considerado nas salas de aula. O Clarion Herald, católico, de Nova Orléans, Luisiana, anuncia que o folheto pergunta se os estudantes apoiariam um movimento para “levar a Igreja às barras duma corte mundial ou outro tribunal internacional para ser julgada pelos crimes contra a humanidade”. A seção intitulada “Os Conceitos do Papa Sobre o Controle da Natalidade”, segue com um argumento que sugere que a igreja é responsável por “exigir que milhões de pessoas tenham filhos Indesejados” que estão condenados “à morte em tenra idade” ou “a uma vida de miséria e sofrimento”.

“Mais Importante Medida de Saúde”

● Em sua crítica literária do livro Smoking Behavior, a revista Science afirma que “a soma total das doenças, invalidez e morte humanas, e produtividade perdida diretamente atribuível a fumar cigarros é tão assombrosa que uma redução . . . pode ser a mais importante medida de saúde, de per si, que se abre para nós no futuro previsível. Nos Estados Unidos, um terço de todas as mortes de homens, na faixa etária dos 35 a 59 anos, não teriam ocorrido se os fumantes de cigarros tivessem a mesma tesa de mortes que os não-fumantes.”

“Decoração das Vitrinas” de Roma

● Embora os tópicos tais como aborto e controle populacional fossem a primeira escolha dos bispos católicos para seu quarto Sínodo internacional, relata o semanário jesuíta América, o Papa Paulo escolheu a evangelização. No entanto, antes do encontro, os delegados foram “bombardeados com documentos” que tinham pouco que ver até mesmo com tal assunto, escreve o instrutor de teologia de Roma, Francis X. Murphy. Muitos na Igreja, afirma, consideram o encontro como “pouco mais do que decoração das vitrinas” e crêem que “exercerá pouco impacto sobre as pessoas que pregam o evangelho . . . e ainda menos sobre aqueles a quem tal pregação é dirigida”.

Clérigos — Moralistas?

● A colunista dos EUA, Ann Landers, relata uma enquete feita com suas leitoras que tinham sido assediadas por profissionais para terem com eles relações imorais. “Os resultados foram surpreendentes”, escreve ela. “Foi uma disputa dura entre os médicos e os clérigos”, que só por pouco ficaram em segundo lugar. Antes da enquete, ela observa sua surpresa diante do número de mulheres que haviam escrito que “aquele em quem se devia manter os olhos abertos era o clérigo”.

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