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  • Razões de tantos passarem fome
    Despertai! — 1973 | 22 de dezembro
    • certo país em seu livro Born to Hunger (Nascidos Para Passar Fome): “Vi muito pouca disposição de brincar, entre as crianças; dificilmente se empenhavam em quaisquer jogos. A prevalecente fragilidade e inércia das crianças é um dos aspectos mais influentes da vida diária.” Poder-se-ia esperar que pessoas desanimadas e debilitadas enfrentassem com vigor o desafio de prover amplo alimento para suas famílias? Acham-se obviamente limitadas no que podem realizar.

      Infelizmente, também, as pessoas das nações mais ricas amiúde deixam de compreender que, ao passo que as pessoas criadas numa cultura inteiramente diversa em geral pensam diferente delas mesmas, isto não significa necessariamente que sejam atrasadas ou inferiores. Todavia, os homens considerados dedicados a solucionar os problemas alimentares do mundo talvez se considerem superiores aos nativos de outro país. Isto limita sua efetividade. Trata-se de uma razão a mais porque o mundo ainda sofre uma crise alimentar. Afirma H. D. Thurston, da Universidade de Cornell:

      “A habilidade de travar relações com os hospedeiros duma pessoa e tratá-los como iguais e co-trabalhadores amiúde é mais importante do que o conhecimento científico dessa pessoa. . . . Até mesmo o lavrador e o trabalhador mais pobre sente grande orgulho e tem sua dignidade humana. A menor sugestão de inferioridade será ressentida e talvez arruine todo o trabalho futuro duma pessoa.”

      Todavia, a humildade necessária para solucionar os problemas alimentares internacionais deste sistema não é facilmente encontrada.

      A escassez de alimentos, portanto, vai muito além da mera combinação correta de solo e tempo. As atividades políticas, tecnológicas e religiosas, e as atitudes sociais do homem, bem como sua falta de consideração humanitária, sem dúvida complicaram o problema além da habilidade de os homens imperfeitos poderem solucioná-lo.

      Nós, hoje em dia, como conseqüência, testemunhamos um paradoxo mundial. Considere apenas: o homem dispõe agora do ‘know-how’ tecnológico para produzir abundantes safras, usando vasta irrigação e estocagem. Dispõe de escolas para ensinar sofisticadas técnicas agrícolas. Há impressionante equipamento agrícola para cultivar amplas áreas de terra. Uma internacional F. A. O. mantém os homens informados sobre a situação alimentar em qualquer parte, e rápidas comunicações os avisam onde são necessários os suprimentos. Rápidos sistemas de transporte podem levar velozmente o alimento para onde seja necessário. Todavia, milhares de pessoas ainda morrem de fome CADA DIA.

      Por que agora, neste tempo, existe tal situação paradoxal? Deve haver uma razão. E, igualmente importante, há uma solução para a crise mundial de alimentos?

  • Comer maçãs
    Despertai! — 1973 | 22 de dezembro
    • Comer maçãs

      ● Dois pesquisadores da Universidade de Alexandria, no Egito, forneceram evidência que parece apoiar o velho adágio “Uma maçã por dia dá saúde e alegria”. Relatam que a pectina, que constitui 0,8 por cento das maçãs, possui propriedades antibacterianas. Em uma experiência, levou apenas quinze minutos para que uma concentração de 1 por cento de pectina matasse 90 por cento das bactérias que podem transtornar o sistema digestivo humano e que se associam à diarréia. No entanto, certa variedade de bactérias que às vezes se acha associada com a diarréia desafiou a pectina — de fato, comeu-a!

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