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Como orvalho da parte de Deus e como um leão entre as naçõesA Sentinela — 1962 | 1.° de agosto
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nos acena para avançarmos em tôdas as nações com o ministério ulterior do Reino que está diante de nós, sob a liderança do “Leão que é da tribo de Judá”. “Segui-me” diz êle. Por segui-lo, nos tornaremos ainda mais numerosos como as gôtas de orvalho, e seremos uma bênção refrescante da parte de Jeová Deus, entre muitos povos, para a vida eterna dêles, no Seu justo nôvo mundo.
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Um estudo toda noiteA Sentinela — 1962 | 1.° de agosto
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Um Estudo Tôda Noite
HÁ QUATRO anos atrás uma das testemunhas de Jeová bateu à minha porta. Assinei para as revistas Despertai! e A Sentinela, mas logo me mudei para um nôvo enderêço. Quando a Testemunha voltou, deve ter-se perguntado onde eu me havia mudado.
“Embora eu não visse outra Testemunha senão há seis meses atrás — três anos e meio após eu ter feito as assinaturas — cada ano que passava eu renovava as assinaturas para as minhas preciosas revistas A Sentinela e Despertai!
“Neste meio tempo, iniciei um estudo com a minha espôsa e meus dois filhinhos. Durante três anos estudei com êles cada noite da semana, exceto quando tínhamos visitas, o que se dava bem raras vêzes, e então dávamos testemunho aos visitantes.
“A Sentinela, de 15 de maio de 1960 [edição portuguesa, o número de 15 de novembro de 1960] causou um grande efeito sôbre a minha vida. O artigo ‘O Que me Impede Ser Batizado?’ fêz-me fazer esta pergunta a mim mesmo. Decidi que não havia nada que impedisse exceto que não havia uma Testemunha dedicada para me batizar, e pensei que talvez necessitasse ter tanto conhecimento quanto Jesus Cristo tinha quando foi batizado. Decidi, porém, que se encontrasse uma Testemunha, pediria que me ensinasse mais e dai̇́, sabendo o suficiente, lhe pediria que me batizasse.
“Foi depois de nove meses após ter saldo na Sentinela aquêle artigo sôbre batismo que uma Testemunha veio à minha casa e me encontrou em casa certa tarde. Senti-me tão feliz, e êle deve ter ficado muito surprêso quando lhe pedi que viesse imediatamente para me ensinar mais sobre a Bíblia. Desde então temos um estudo bíblico regular em casa, cada semana. Entendi logo que não era necessário e, com efeito, impossível ter tanto conhecimento quanto Jesus, antes que eu pudesse ser batizado. A Testemunha que estudava comigo mencionou que haveria uma assembléia em Salisbúria e que se faria batismo ali. Decidi esperar até lá — faltavam apenas alguns meses — para ser então batizado.
“Finalmente chegou o dia que há tanto aguardara. Quão grande foi a minha alegria de ser finalmente batizado, simbolizando a dedicação que eu havia feito no coração quando li o ano passado aquela maravilhosa revista sôbre o batismo! Imagine quão feliz me sentia, pois, de ver a minha amorosa espôsa ser batizada junto comigo na piscina. Realmente, Jeová abençoou o estudo que dirigi com ela, pois aqui estava ela como uma recomendação do meu ministério a ela das maravilhosas verdades da Bíblia, segundo me foram reveladas pelas revistas A Sentinela e Despertai! e pelas amorosas testemunhas de Jeová. Ainda estudamos regularmente cada noite como família, e ambos aguardamos o tempo em que os nossos filhos também se tornem Testemunhas dedicadas.
“Tencionamos agora ir em breve servir onde a necessidade é grande em outro território, onde possamos fazer uso do nosso conhecimento do Idioma português.” — Irmão F., Rodésia do Sul.
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Instruindo a professora e a classeA Sentinela — 1962 | 1.° de agosto
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Instruindo a Professôra e a Classe
“Certo dia recebi um telefonema da professôra do meu filho”, disse uma das testemunhas de Jeová que mora em Oaio. “Durante a conversa, ela declarou que queria que eu fôsse à escola o mais breve possível, visto que o meu filho de oito anos de idade ‘estava confundindo a escola inteira’. Ao chegar lá, disseram-me que meu filho estava dizendo a seus colegas de classe que o nome de Deus é Jeová. Portanto, eu expliquei à professôra por que Deus tem um nome, como é mencionado mais de 6.000 vêzes nas Escrituras Hebraicas e conclui̇́ lendo para ela o Salmo 83:18. Desde então, a professôra faz várias perguntas ao meu filho relativas às suas crenças cristãs.”
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