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Como os Salões do Reino são construídosDespertai! — 1973 | 22 de fevereiro
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diferente, com seus 325 metros quadrados de espaço útil em um único andar. Uma ampla calçada leva a pessoa até duas grandes portas de vidro, com grandes maçanetas de nogueira, que levam a espaçosa área de entrada. Lá dentro, a pessoa depara com uma parede de tijolos, com arcos para a direita e para a esquerda que conduzem ao auditório.
O auditório, dotado de forração, tem uma inclinação em direção ao palco. Dispõe de 180 cadeiras permanentes, com lugar para 100 cadeiras dobráveis. O palco se acha no centro, ao invés de numa extremidade, as cadeiras formando meio círculo em torno dele, de modo que toda a assistência possa ficar comparativamente perto do orador. A biblioteca pode alojar outras quarenta ou cinqüenta pessoas sentadas. Alto-falantes trazem o som do auditório ou, quando a biblioteca é usada como classe secundária nas aulas da Escola do Ministério Teocrático da congregação, o som é desligado.
Um Salão do Reino muito menor foi construído pela congregação de Bonneville do Norte, Washington, de cerca de quarenta Testemunhas. Num ambiente formado de árvores, com rochas na frente, este Salão do Reino, com seu teto feito de madeira de cedro, com laterais de cedro e uma porta de cedro maciço, é deveras pitoresco. O interior foi pintado de escarlate para se ajustar ao remate de fibras onduladas de ácer e à mobília.
Nas cidades maiores, velhos prédios são freqüentemente remodelados para se tornar Salões do Reino. Em Brooklyn, Nova Iorque, por exemplo, uma loja de móveis foi recentemente transformada num salão em forma de L. O prédio não tem janelas (característica comum de muitos Salões do Reino nas cidades) como salvaguarda contra o vandalismo, e é amplo, podendo acomodar confortavelmente mais de 400 pessoas sentadas. Grandes salões se tornam mais comuns, a fim de acomodar o crescente número de pessoas interessadas que freqüentam as reuniões no Salão do Reino.
Talvez haja um Salão do Reino em sua comunidade. Se assim for, é provável que tenha sido construído pelas próprias testemunhas de Jeová. Por que não o visita e vê por si mesmo? Será deveras bem-vindo. As testemunhas de Jeová ficarão felizes de mostrá-lo ao leitor e explicar suas modalidades. E, por permanecer e ouvir o programa, talvez possa ver por que tantas pessoas freqüentam agora as reuniões nos Salões do Reino a fim de obterem instruções bíblicas.
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Partilhar a verdade no “Dia da Partilha”Despertai! — 1973 | 22 de fevereiro
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Partilhar a verdade no “Dia da Partilha”
Os estudantes do terceiro ano de uma escola pública, em Washington, D. C., EUA, foram convidados a participar no “Dia da Partilha”. Neste dia, estudantes escolhidos deveriam trazer à classe alguma coisa de sua casa e partilhá-la com seus colegas de turma. Quando sua vez chegou, Jimmy, de nove anos, cuja mãe é uma das testemunhas de Jeová, ficou pensando no que levar, o que “partilhar” com seus colegas.
Com a permissão de sua professora, trouxe à escola um exemplar de Do Paraíso Perdido ao Paraíso Recuperado, um livro que sua mãe usara para instruí-lo sobre a Bíblia. Sua professora ficou maravilhada e ‘partilhou’ com a turma todo o capítulo “Como o homem sobreviveu a um dilúvio que inundou toda a terra”. Este se provou tão informativo e agradável para a professora e para os demais estudantes que ela continuou lendo o capítulo seguinte: “Deus promete a um amigo seu abençoar todas as famílias humanas.”
Quando alguém sabe de notícias boas e vitalícias, não é lógico que partilhe as mesmas com outros?
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