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  • Deve ter no bolso uma calculadora de bolso?
    Despertai! — 1977 | 8 de fevereiro
    • aprender a usar uma calculadora. Terá de pensar nos consertos, caso apresente defeitos. E o que dizer da obtenção de pilhas para ela, periodicamente, se for do tipo que as exija? São boas perguntas a considerar.

      Outra coisa: como a posse duma calculadora eletrônica influirá em sua presente capacidade de fazer cálculos matemáticos? Certo senhor de Ilinóis habituou-se a usar a dele até mesmo para simples somas ou multiplicações de alguns números. Mais tarde, comentou: ‘Quando tinha de calcular algo sem minha calculadora, verificava que era muito mais lento do que antes. Era difícil fazer cálculos simples, coisas que eu aprendera quando criança e antes conseguia fazer facilmente.’ Assim, decidiu usar sua calculadora eletrônica apenas quando enfrentasse longos e tediosos cálculos matemáticos, tais como somar colunas de números, quando calculasse porcentagens ou médias, ou quando eram vitais a velocidade e a exatidão.

      Calculadoras na Escola?

      Havendo cada vez mais famílias que possuem uma calculadora, muitos educadores debatem a questão de se os escolares devem ter permissão de usá-las. E, se assim for, quando? Isso é, quão cedo na educação escolar dos jovens?

      Neste debate que prossegue, um ponto comum de acordo é que as calculadoras não devem ser introduzidas cedo demais. Primeiro a criança deve aprender, e sentir-se bem confortável, em somar, subtrair, multiplicar e dividir. É especialmente importante aprender de memória a tabuada de multiplicação. Frank S. Hawthorne, do Departamento Estadual de Educação de Nova Iorque, comentou: “Se introduzidas cedo demais, antes de a criança ter desenvolvido certo ‘senso de números’ e familiarizar-se com as operações básicas da aritmética, as calculadoras poderiam causar muito dano. . . . Elas não ajudam os estudantes a obter o entendimento dos conceitos básicos de números.”

      Nesse mesmo sentido, uma notícia de jornal, de janeiro de 1976, declarava que “autoridades antigas do Ministério de Educação da Áustria declararam guerra às [calculadoras], baseadas em que ameaçam causar o ‘analfabetismo de aritmética’”. Desejam proscrever as calculadoras eletrônicas das salas de aula, no primeiro nível. Isto é “para incentivar as crianças a fazer cálculos no lápis e papel, [e] para protegê-las da injusta competição na sala de aula, por parte de jovens que não podem comprar suas próprias calculadoras”.

      Por outro lado, algumas autoridades acham que as minicalculadoras não constituem ameaça, que merecem seu lugar na educação. Uma vez o estudante aprenda bem os processos fundamentais da matemática, a calculadora poderá tornar o assunto imensamente mais interessante para ele. Por remover o tédio dos cálculos de rotina, o estudante poderá sentir mais gosto pela solução de problemas e em fazer seus deveres de casa. Numa escola na Califórnia, os estudantes usam calculadoras durante uma ou duas aulas por semana. Um professor ali comentou: “Os garotos que de jeito nenhum estavam ansiosos de vir à aula de matemática, agora perguntam: ‘Hoje é dia do computador?’”

      Certos peritos até mesmo acham que calculadoras de bolso podem ser de especial ajuda para os de lenta aprendizagem. Em que sentido? Se um estudante puder verificar rapidamente suas respostas numa calculadora, isso poderá aumentar sua confiança e senso de realização. As calculadoras podem aumentar a motivação dum estudante por habilitá-lo a equacionar problemas mais interessantes ou a desenvolver grandes cálculos que, de outra forma, seriam desanimadores. Ao passo que as complexidades de equacionar um problema no papel poderiam resultar em o estudante perder a visão do problema que ele tenta solucionar, a velocidade duma calculadora de bolso poderia transpor isso.

      Apesar destes aspectos benéficos, vale a pena repetir que, se se permitir que um estudante use uma calculadora, deveria mostrar que já aprendeu os fundamentos da matemática. Deste modo, jamais será um analfabeto em matemática, se as pilhas de sua calculadora ficarem gastas.

      Calcula-se que a venda de calculadoras de bolso dentro em breve atinjam 40.000.000 por ano. Assim, não resta dúvida de que encontram seu papel na vida moderna. Que dizer de sua vida? Uma minicalculadora poderia ser útil, simplificando sua vida e acelerando as coisas. Mas, uma calculadora eletrônica poderia também ser apenas mais um aparelho desnecessário que ocupa seu tempo, seu dinheiro e sua atenção. O leitor é quem deve determinar se deve ter no bolso uma calculadora de bolso.

  • Outro motivo para “acamparmos”
    Despertai! — 1977 | 8 de fevereiro
    • Outro motivo para “acamparmos”

      Do Correspondente de “Despertai!” no Equador

      EM MUITOS países, grandes vendas de equipamento e veículos de camping atestam a popularidade de “acampar ao ar livre”. Muitos citadinos descobriram que acampar traz alívio temporário das pressões da vida urbana e cria apreço pelas belezas da criação. Ao mesmo tempo, a maioria das pessoas concordaria que tal estada ao ar livre usualmente renova o apreço pelos confortos de casa. Por essa e outras razões, não muitas pessoas chegaram alguma vez a pensar em “acampar” como um modo permanente de vida.

      Conhecemos sete jovens, contudo, que têm “acampado” por mais de um ano numa região isolada das montanhas dos Andes aqui no sul do Equador. Ademais, planejam continuar nisso indefinidamente. Sua presença nesta área raramente visitada por turistas tem atraído considerável atenção. Nossa própria curiosidade foi suscitada, e decidimos fazer-lhes uma visita.

      Rompe o dia quando chegamos em seu acampamento, perto do povoado de Cariamanga. Ao pé do imponente pico El Ahuaca, encontramos um carro-reboque e um trailer, junto com pequeno Land Rover e uma motocicleta. Todos estão estacionados numa campina relvosa, perto de um riacho. À medida que o sol se eleva sobre montanhas cobertas de vegetação rasteira, dissipando a névoa com seu calor acolhedor, notamos movimentos no trailer, seguidos pelo barulho de utensílios na cozinha do carro-reboque. Logo os aromas convidativos do desjejum chegam até nós, misturando-se agradavelmente com a fragrância da relva ainda úmida e dos eucaliptos. Certos de que os jovens já acordaram e estão agindo, aproximamo-nos e tornamos conhecida nossa presença.

      Inicia-se Incomum Viagem

      Carlos e sua esposa Cecília nos cumprimentam,

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