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Ministros coreanos de tempo integralA Sentinela — 1971 | 1.° de abril
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esposa haviam sido por décadas cantores famosos. A família havia sido budistas e adoradores de antepassados. Haviam animado os filhos a progredir no ministério. Agora têm a alegria de ver duas de suas filhas mais velhas no serviço especial de tempo integral e um filho no ministério regular de tempo integral.
Estes ministros de tempo integral, de todas as idades, têm feito uma contribuição nada pequena para o notável crescimento evidente entre as testemunhas de Jeová na Coréia, nos anos recentes. Por exemplo, há cinco anos atrás, havia 5.936 ministros ativos das testemunhas de Jeová na Coréia do Sul. Agora, o número quase que dobrou, para 11.744!
Estes ministros coreanos de tempo integral, de muitas formações e de todas as idades, têm genuína sinceridade e simpatia para com os a quem ensinam a Bíblia. E isto gera uma aceitação boa, ao passo que ajudam outros a servir seu Criador como discípulos de Jesus Cristo.
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Perguntas dos LeitoresA Sentinela — 1971 | 1.° de abril
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Perguntas dos Leitores
● Os cristãos jovens que freqüentam as escolas públicas enfrentam muitos problemas por causa da crescente delinqüência, imoralidade, nacionalismo e assim por diante. Portanto, ao completarem a instrução mínima exigida por lei, é aconselhável que deixem a escola e devotem mais tempo ao ministério, ou deviam terminar a costumeira instrução básica? — D. B., E. U. A.
Os costumes e as exigências legais quanto à instrução escolar variam de país em país. Em alguns países, determinada instrução é compulsória para todos os menores, havendo pouca ou nenhuma provisão para alguém abandoná-la mais cedo. Em outros países, apenas alguns anos de escola (ou nenhuns) são compulsórios, cabendo à pessoa obter a instrução segundo o permitam as circunstâncias.
Nos Estados Unidos da América, o estudante usualmente cursa a escola elementar por sete ou oito anos (diferindo de estado em estado) e depois uma escola secundaria por cerca de quatro anos. As leis da maioria dos estados exigem que o jovem precisa cursar até se formar da escola secundaria, ou até à idade de dezesseis anos. Todavia, embora possa deixar a escola à idade de dezesseis anos, se os pais aprovarem, a maioria dos jovens permanece até à formação na idade aproximada de dezoito anos. A consideração aqui tratará principalmente dos Estados Unidos da América, visto que o indagador está interessado nisso, mas é provável que muitos dos pontos e dos princípios apresentados se apliquem também em certo sentido a outros países.
O conhecimento e a instrução correta são coisa boa. Os pais cristãos estão interessados na instrução de seus filhos. Segundo a orientação de Deus, instruem e treinam pessoalmente seus filhos em muitos campos, incluindo a Bíblia, a adoração verdadeira, responsabilidades no lar e conduta correta. (Efé. 6:4; Pro. 22:6) A Escola do Ministério Teocrático e outras reuniões de cada congregação das testemunhas de Jeová têm sido inestimáveis em ajudar os jovens cristãos, desenvolvendo neles habilidades e equilíbrio, que muitas vezes os colocam acima da média de sua idade. Mas onde há disponíveis escolas públicas, a maioria dos pais cristãos deseja também que seus filhos obtenham uma instrução secular razoável, achando que o treinamento especializado para saberem ler e escrever bem, e a educação em assuntos tais como a geografia e a história, podem ajudá-los como ministros cristãos. Também, certa instrução e treinamento secular pode prepará-los para uma ocupação, algo de que possam precisar para sustentarem a si mesmos e a sua família. — 1 Tim. 5:8.
‘Mas quanto tempo deve o jovem cursar a escola?’ talvez perguntem alguns. Isto cabe aos pais decidir. (Pro. 6:20; 23:22; Efé. 5:22-24) Se a lei do país exige certo número de anos de escola, os cristãos sabem que devem ser “obedientes a governos e autoridades como governantes”. (Tito 3:1) Mas quando se satisfez o mínimo legal exigido, os pais precisam decidir o que o jovem deve fazer. Talvez alguma doença ou grande necessidade financeira na família exijam que o jovem ou a jovem obtenham um emprego. Por outro lado, os pais talvez mandem que o menor curse mais um ou dois anos de escola, para se formar e receber um diploma, segundo o costume do país. Os pais e os jovens podem considerar o assunto, mas a Bíblia concede aos pais, especialmente ao pai, a voz decisiva, e o cristão de idade menor deve reconhecer isto. — Col. 3:18, 20.
Segundo indicado na pergunta, muitos cristãos se de conta de que em algumas escolas aumentam rapidamente a violência, a imoralidade, o uso de drogas e o desrespeito pela autoridade. Justifica esta situação que se retire o jovem da escola, assim que seja legalmente possível? Alguns pais acharam que ‘Sim’, e fizeram isso. Não devem ser criticados pela sua decisão. Outros mudaram seus filhos para outra escola pública onde os problemas não eram tão ruins. Mas temos de encarar o fato de que as condições do mundo, em geral, pioram. O único modo de evitar tais coisas completamente seria sair do mundo, e não podemos fazer isso. (1 Cor. 5:10) Seria este problema eliminado completamente por se abandonar a escola e obter um emprego secular? Provavelmente não. Os colegas de serviço talvez sejam muito mais experientes e habilidosos em seduzir outros, do que os colegas de escola. Um relatório canadense indicou que dois terços de todos os empregados são basicamente desonestos ou seriam desonestos se tivessem a oportunidade. Um relatório estadunidense disse que três dentre cada quatro firmas com cinqüenta ou mais empregados talvez tenham um problema com o abuso das drogas. Por conseguinte, todos os cristãos — quer na escola, quer não — precisam esforçar-se a permanecerem moralmente limpos, a evitarem situações que possam envolver violência e a permanecerem espiritualmente fortes.
Muitos jovens nos escreveram, expressando o desejo louvável de ampliarem sua atividade como ministros cristãos, nos últimos dias deste sistema de coisas. (2 Tim. 3:1; 4:5; 1 Tim. 4:16) Alguns têm comentado que, se deixassem a escola cedo, poderiam fazer isso como ministros pioneiros. Por fazerem um exame de si mesmos, estes podem perguntar-se: deseja realmente uma participação mais plena no ministério? Tem demonstrado coerentemente que este é seu desejo sincero e ardente por ter participado em toda oportunidade no ministério, inclusive durante feriados e férias, nas quais pode servir como ministro pioneiro de férias? O jovem cristão, na escola, tem para testemunhar da Bíblia um campo que basicamente nem foi tocado ainda, porque as testemunhas de Jeová, no seu ministério de casa em casa, quando encontram um jovem, costumam perguntar pelos pais e falar com estes, quando estão em casa. Portanto, dá ativa e regularmente testemunho a respeito de Deus aos seus colegas de estudos, ampliando o seu ministério ao máximo que pode? A decisão sobre se deve continuar na escola cabe aos seus pais, e principalmente ao seu pai. Mas, não importa qual seja a decisão, poderá satisfazer seu desejo de falar sobre Deus em toda oportunidade.
A juventude é um tempo para se servir a Jeová. (Ecl. 12:1) É também o tempo em que se costumam aprender coisas que podem ser bastante necessárias na vida de adulto. Entre os judeus era costume que cada rapaz aprendesse um ofício ou alguma forma de ocupação útil, mesmo quando se planejava educação adiantada na Lei. O conceito judaico era que aquêle que não ensinava ao seu filho um ofício, instruía o jovem a ser ladrão. Foi por isso que Saulo de Tarso aprendeu o ofício de fabricar tendas, embora, antes de se tornar cristão, fosse instruído como aluno de Gamaliel. (Atos 18:3; 22:3) Atualmente, as escolas públicas amiúde são lugares em que se começa a aprender um ofício ou um meio de se sustentar, quer a carpintaria, a contabilidade, a instalação de equipamento elétrico, dactilografia, impressão, soldagens, quer outra ocupação.
‘Mas, não disseram especificamente se o meu jovem deve ou não completar a instrução básica na escola’, talvez pense alguém. Exatamente, pois não nos cabe fazer isso, nem recomendar que pare ou que continue na escola. Deus autorizou os respectivos pais a orientarem seus filhos nestas questões, e não podemos desconsiderar a Sua autorização. Trata-se de um assunto sério, e os pais devem fazer disso um assunto de oração e devem meditar nele com cuidado. (Fil. 4:6) Daí, cabe só a eles fazer a decisão quanto a que seus filhos devem fazer.
“Vinde, observai as atividades de Jeová, como ele tem posto eventos assombrosos na terra. Ele faz cessar as guerras até a extremidade da terra. Destroça o arco e retalha a lança; as carroças ele queima no fogo.” — Sal. 46:8, 9.
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