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  • Alegramo-nos com a 82.a turma de Gileade
    A Sentinela — 1987 | 1.° de junho
    • a continuar a aumentar em sabedoria e misericórdia, a fim de melhor poderem ajudar outros. — Provérbios 3:27.

      George Gangas, do Corpo Governante, seguiu com algumas palavras bem escolhidas sobre a felicidade. Lembrou aos formandos que serviam a um “Deus feliz”, e disse: “Encontrarão felicidade nas suas designações no estrangeiro.” Por quê? “Porque Jeová os envia para livrar pessoas da escravidão.”

      George Couch, da Comissão de Betel de Brooklyn, falou sobre ansiedade. Reconheceu que os estudantes não desconheciam a ansiedade. Os desafios da vinda a Gileade, de viver no Betel de Brooklyn e de pregar na cidade de Nova Iorque causaram todos alguma ansiedade. Agora os estudantes estavam ansiosos com respeito às suas designações missionárias. Mas a ansiedade razoável não é inimiga. “A ansiedade pode ajudar a incentivar-nos a fazer o melhor que podemos”, explicou ele, e exortou os estudantes a confiar em Jeová e a fazer o melhor possível nas suas designações.

      Um instrutor da escola, Jack Redford, foi o próximo a ocupar a tribuna. Ele advertiu contra o criticismo injustificado. Citando exemplos bíblicos de julgamentos precipitados que mais tarde causaram problemas, ele citou as palavras de Jesus: “Parai de julgar, para que não sejais julgados.” (Mateus 7:1) A 82.ª turma representava um Deus de amor. Os estudantes estavam sendo enviados para as suas designações com o fim de mostrar empatia, não de criticar.

      Outro instrutor de Gileade, Ulysses Glass, citou o provérbio bíblico: “A corrida não é dos ligeiros, nem a batalha dos poderosos.” (Eclesiastes 9:11) O resultado duma questão nem sempre depende de nossas habilidades naturais. No serviço missionário é mais vezes uma questão de fé e de disposição de aceitar um desafio. O orador elogiou a 82.ª turma por ser firme, fidedigna e constante. Essas qualidades iriam servir-lhes bem.

      O último orador da manhã, o presidente da Sociedade Torre de Vigia (dos EUA), Frederick Franz, declarou que a formatura da 82.ª turma vindicou a fé daqueles que iniciaram a escola lá nos dias tenebrosos da Segunda Guerra Mundial. Ele falou sobre o nome Gileade, explicando que se trata duma palavra bíblica que significa “Montão de Testemunho”. (Veja Gênesis 31:43-53.) Os missionários de Gileade que permanecem fiéis nas suas designações servem como montão de testemunho. São testemunho vivo da verdade.

      Os estudantes receberam então seus diplomas, e a manhã foi encerrada com a leitura duma carta de agradecimento da 82.ª turma. Os estudantes mencionaram que ‘a bênção de Jeová é o que enriquece’. Em vista disso, disseram: “Jeová nos faz sentir como as 24 pessoas mais ricas da terra!” — Provérbios 10:22.

      À tarde, depois dum Estudo da Sentinela abreviado, os estudantes apresentaram um agradável programa. Este concluiu com palavras de apreço de coração pelos seus pais, cujo altruísmo e apoio permitiu que seus filhos partissem para tornar-se missionários.

      Ao programa dos estudantes seguiu-se a apresentação de um drama oportuno, após o qual o presidente da reunião, Theodore Jaracz, apresentou alguns comentários finais. E que surpresa a Sociedade havia reservado para estes momentos de encerramento! O orador anunciou que a Sociedade, em breve, iniciará uma nova escola, a Escola de Treinamento Ministerial, inicialmente para o treinamento de anciãos e servos ministeriais solteiros. Todos tomaram especialmente nota quando o presidente anunciou um dos requisitos para se cursar a nova escola: a disposição “de servir onde quer que haja necessidade no campo mundial”.

      A notícia a respeito desta nova escola foi saudada com aplausos entusiásticos. (Outros pormenores disso são apresentados no artigo que segue.) O programa terminou então com cântico e oração de agradecimento a Jeová. Todos saíram então para a noite de céu encoberto de Nova Jérsei. Ainda havia uma chuvinha no ar, mas poucos se importaram com ela. Todos os corações ainda se alegravam com a formatura da 82.ª turma de Gileade.

  • Iniciar-se-á uma nova escola!
    A Sentinela — 1987 | 1.° de junho
    • Iniciar-se-á uma nova escola!

      Este artigo contém a essência das observações concludentes do presidente por ocasião da formatura da 82.ª turma de Gileade.

      DESDE o seu início, em fevereiro de 1943, a Escola Bíblica de Gileade da Torre de Vigia (EUA) tem treinado mais de 6.000 ministros dedicados das Testemunhas de Jeová para o serviço missionário. Durante os mais de 40 anos em que se enviaram esses missionários, dezenas de países foram abertos para receber um testemunho cabal acerca do Reino. Recordando o que Jeová tem realizado, Seu povo certamente se alegra de ver o cumprimento duma notável profecia.

      Em Isaías, capítulo 49, versículos 9-12, o profeta predisse a libertação de pessoas de disposição justa, mantidas como prisioneiros religiosos em “Babilônia, a Grande”. Por meio da classe dos servos ungidos de Jeová, na terra, fez-se a proclamação Dele: “[Dizei] aos presos: ‘Saí!’, aos que estão em escuridão: ‘Revelai-vos!’ Pastarão junto aos caminhos . . . Não terão fome, nem terão sede, nem se abaterá sobre eles o calor abrasador ou o sol. Porque Aquele que se apiada deles os guiará e os conduzirá junto às fontes de água . . . Eis que virão mesmo de longe.” Houve alguma reação? Sim, houve! Pessoas sinceras vieram as centenas de milhares, de todas as direções, mostrando-se famintas da verdade, desejando ser alimentadas e esclarecidas pela Palavra de Deus, e procurando ser espiritualmente libertas de “Babilônia, a Grande”. (Revelação 17:5) Agora se encontram dentro do domínio terrestre da organização do Reino de Deus e se nutrem da abundância de alimento espiritual.

      Notável Aumento

      Nos meados dos anos 40, países na América Latina e na região do Caribe estavam entre os primeiros a ser beneficiados por missionários de Gileade. Nestes lugares havia pouquíssimos publicadores, o que constituía um verdadeiro desafio quanto a dar-se um testemunho cabal do Reino. Por exemplo, Porto Rico tinha apenas 25 publicadores em 1944. A Costa Rica tinha 181. O México tinha 2.431 publicadores em 1944, quando chegaram os primeiros formados em Gileade. Mas, ao passo que pessoas famintas da verdade saíam da escuridão religiosa e mostravam ser pessoas que buscavam o Reino de Deus, pregavam zelosamente, e algumas se alistaram no serviço de pioneiro. Homens procuravam assumir responsabilidades. E o resultado? Hoje, Porto Rico relata 21.943 ministros ativos, quatro vezes tantos quantos estavam ativos nos 12 países que em 1947 relatavam na região do Caribe. A Costa Rica tem agora mais publicadores do que havia em toda a América Central há 40 anos. Em janeiro deste ano, o México relatou um novo auge de mais de 206.000 publicadores, o que é aproximadamente o número de publicadores que pregavam em todo o mundo há 40 anos.

      Na América do Sul ocorreu algo similar. Quando se enviou pela primeira vez missionários à Argentina, em 1947, havia ali 790 publicadores. Hoje há ali 63.613 ministros ativos, um número 26 vezes maior do que o dos que pregavam nos 12 países diferentes na América do Sul há 40 anos. E que dizer do Brasil? Quando os primeiros missionários foram mandados ao país em 1945, apenas 394 publicadores realizavam a obra de testemunho. Mas eles perseveraram, e o Brasil já ultrapassou agora 200.000 publicadores. Este número é mais do que 80 vezes o dos que em 1947 estavam ativos em toda a América do Sul. Também outros países neste continente relataram aumentos notáveis.

      Olhando para o Extremo Oriente, vemos novamente a evidência maravilhosa da bênção de Jeová, ao passo que a mensagem libertadora da verdade do Reino habilitou milhares de pessoas a sair da escuridão. Quando os primeiros missionários foram designados para o Japão, em 1949, relatava ali um punhado de oito publicadores. Nos oito países asiáticos que relatavam atividade 40 anos atrás, havia um total de 475 ministros ativos. Hoje há 116.272 só no Japão.

      No Pacífico Sul, até 1959, havia apenas duas filiais. Com a ajuda de publicadores da Austrália, que se mudaram para servir onde havia maior necessidade, e com os esforços de outros publicadores de congregação e de alguns missionários, milhares de pessoas foram contatadas com as boas novas em diversos territórios ilhéus. Agora há mais seis filiais naquela parte do campo.

      A história do desenvolvimento da África também é emocionante. Os 17 países que relatavam em 1947 tinham um total de 24.896 publicadores. Mas com os missionários ajudando a divulgar as boas novas rapidamente, centenas de milhares mostraram logo estar procurando a Jeová e Sua justiça. Hoje, só na Nigéria, cerca de 130.000 Testemunhas proclamam zelosamente a mensagem do Reino.

      Não há dúvida de que a palavra libertadora da verdade, de Jeová, realiza aquilo em que ele se agrada. Ela tem êxito certo naquilo para que a enviou. (Isaías 55:10, 11) Agora que se está ajuntando uma tão grande colheita, esta mesma Palavra nos assegura que Jeová suscitará mais pastores treinados. (Veja Jeremias 23:4.) O Corpo Governante está bem apercebido da crescente necessidade de homens qualificados para cuidar de responsabilidades no campo, bem como nas diversas filiais e congêneres da Sociedade. Tomaram-se medidas para ajudar a satisfazer esta necessidade.

      A Escola de Treinamento Ministerial

      Vocês, formados da 82.ª turma de Gileade, bem como todos os presentes nesta ocasião bem edificante, terão prazer em saber que em meados do segundo semestre de 1987 iniciar-se-á uma nova escola. Esta Escola de Treinamento Ministerial, como será chamada, fará parte da Escola Bíblica de Gileade da Torre de Vigia, habilitando assim irmãos de outros países a cursá-la. Espera-se que a primeira classe se inicie por volta de 1.º de outubro deste ano, em Pittsburgh, Pensilvânia, EUA, primeiro centro do desenvolvimento inicial da Sociedade. Depois do término da primeira classe, outras classes serão realizadas em intervalos regulares em partes diferentes dos Estados Unidos.

      Os que serão matriculados terão de satisfazer requisitos bíblicos específicos. O treinamento será inicialmente dado a anciãos solteiros e a servos ministeriais solteiros que gozem de boa saúde. Se alguns forem pioneiros, tanto melhor. Os convidados à escola terão de estar dispostos a servir, após o seu treinamento, onde quer que haja necessidade no campo mundial. Isto exigirá o espírito de Isaías, que se ofereceu de bom grado, dizendo: “Eis-me aqui! Envia-me.” (Isaías 6:8) Vocês, formados da 82.ª turma, junto com os missionários que já servem em mais de cem terras, podem aguardar ter no tempo devido outros irmãos treinados trabalhando ombro a ombro com vocês.

      Preparou-se um currículo inteiramente novo para a Escola de Treinamento Ministerial. A escola é instituída com o fim de treinar irmãos qualificados, que têm alguma experiência de organização como anciãos ou como servos ministeriais na congregação.

      A Necessidade de Progresso

      Depois do dia festivo de Pentecostes de 33 EC, a congregação cristã estava muito ativa na divulgação das boas novas em Jerusalém, em toda a Judéia e em Samaria, e então, mais tarde, até as partes mais distantes da terra. (Atos 1:8) Por volta do ano 60 EC, o apóstolo Paulo, que encabeçara as atividades evangelizadoras entre as nações, escreveu aos colossenses, dizendo: “Desta esperança já ouvistes falar antes, por se contar a verdade daquelas boas novas que se vos apresentaram, assim como estão dando fruto e estão aumentando em todo o mundo.” Daí, ele acrescentou que esses concrentes ‘não deviam ser deslocados da esperança daquelas boas novas que ouviram e que foram pregadas em toda a criação debaixo do céu’. — Colossenses 1:5, 6, 23.

      Num período relativamente curto, os primitivos cristãos haviam divulgado as boas novas por toda parte. Jeová lhes dera aumento, multiplicando-se muito o número dos discípulos. Isto exigiu mais homens qualificados para ensinar na congregação e para pastorear o rebanho. Um dos superintendentes jovens encarregados de tal responsabilidade era Timóteo. A que exortou o apóstolo Paulo a Timóteo? A não haver interrupção no seu treinamento: “Por dares tais conselhos aos irmãos, serás ministro excelente de Cristo Jesus, nutrido com as palavras da fé e do ensino excelente que seguiste . . . Treina-te com a devoção piedosa por teu alvo.” (1 Timóteo 4:6-8) Isto seria muito mais importante do que concentrar-se em algum interesse ou empenho pessoal, inclusive até mesmo em exercícios e treinamento físicos. Para realizar plenamente o seu ministério, Timóteo tinha de prestar atenção a si mesmo e ao seu ensino.

      Vocês, formados desta turma de Gileade, receberam treinamento para a sua atividade missionária. Foram-lhes conferidas excelentes dádivas espirituais, por superintendentes qualificados para ensinar. Agora haverá outro excelente programa de treinamento para homens qualificados que têm alguma experiência em cuidar de responsabilidades congregacionais. Eles serão treinados com a devoção piedosa por alvo, a qual os ajudará a manter a perspectiva correta e a equipá-los para enfocarem o que Paulo escreveu adicionalmente a Timóteo: “Nenhum homem jamais menospreze a tua mocidade. Ao contrário, torna-te exemplo para os fiéis, no falar, na conduta, no amor, na fé, na castidade. . . . Continua a aplicar-te à leitura pública, à exortação, ao ensino. Pondera estas coisas; absorve-te nelas, para que o teu progresso seja manifesto a todos.” — 1 Timóteo 4:12, 13, 15.

      Como no caso de Timóteo, esses irmãos que hoje são designados para responsabilidades congregacionais, inclusive homens mais jovens, devem dar-se conta de que esta é a ocasião apropriada e urgente de tornarem seu progresso manifesto. Por fazerem isso, darão de coração evidência de estar à altura das normas divinas e de ter uma disposição genuína de cuidar de interesses espirituais, habilitando-se assim para privilégios adicionais de serviço. — Filipenses 2:20, 21.

      Em vista da necessidade existente neste estágio da realização do propósito divino, é um privilégio ser usado por Jeová em qualquer parte da sua organização. Quão gratos somos a ele, nosso Grande Pastor, e ao Pastor Excelente, Jesus Cristo, por esta nova e oportuna provisão organizacional, a Escola de Treinamento Ministerial!

  • Perguntas dos Leitores
    A Sentinela — 1987 | 1.° de junho
    • Perguntas dos Leitores

      ◼ É sábio que o cristão, ou a cristã, cujo cônjuge faleceu, continue sem se casar, na esperança de serem reunidos no futuro?

      Quão bom é que o cristão, ou a cristã, sinta amor por seu cônjuge mesmo após o falecimento deste! Alguns, nesta situação, continuaram sem se casar, não por estarem contentes de não ter cônjuge, mas na esperança de reiniciar o matrimônio após a ressurreição. Embora não sejamos insensíveis aos sentimentos humanos que dão origem a tais esperanças, incentivamos a tais a considerarem alguns pontos bíblicos.

      Por exemplo, relacionadas com este assunto estão as palavras do apóstolo Paulo: “A esposa está amarrada durante todo o tempo em que seu marido estiver vivo. Mas, se o seu marido adormecer na morte, ela está livre para se casar com quem quiser, somente no Senhor. Ela será mais feliz, porém, se permanecer assim como está.” (1 Coríntios 7:39, 40) Isto mostra que o vínculo marital termina quando um dos cônjuges morre. Foi benignidade da parte de Deus informar os cristãos a respeito disso, porque assim as viúvas e os viúvos podem avaliar suas necessidades emocionais e outras, para decidir se devem casar-se de novo; não estão amarrados ao falecido ou à falecida. — 1 Coríntios 7:8, 9.

      No entanto, indica a Bíblia se os ressuscitados poderão

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