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  • Livramento da autoridade da escuridão
    A Sentinela — 1972 | 15 de janeiro
    • 8. É limitado o número dos membros do Israel espiritual, e qual é a evidência quanto aos membros?

      8 O número dos membros na congregação é estritamente limitado. Jesus falou deles como sendo um “pequeno rebanho”, e no livro de Revelação se fornece três vezes o número real como sendo de 144.000. (Luc. 12:32; Rev. 7:4; 14:1, 3) São estes os únicos que compõem a família de Deus? Não se fala de ninguém mais, na Bíblia, como sendo filhos de Deus? Neste caso, seria sem objetivo considerarmos mais este grupo comparativamente pequeno de pessoas, a menos que a pessoa tivesse evidência definitiva de ser membro dele. Paulo, em Romanos 8:14-17, fala desta evidência, dizendo que “todos os que são conduzidos pelo espírito de Deus, estes são filhos de Deus. Pois não recebestes um espírito de escravidão, causando novamente temor, mas recebestes um espírito de adoção, como filhos, espírito pelo qual clamamos: ‘Aba, Pai!’” Ele prossegue então a falar de sua esperança celestial, de ser “co-herdeiros de Cristo, desde que soframos juntamente, para que também sejamos glorificados juntamente”. — Veja também Revelação 20:6.

      9. (a) Há qualquer esperança para os demais da família humana? Em caso afirmativo, qual é? (b) A quem se referiu Paulo quando falou da “criação” em Romanos 8:19-23?

      9 Felizmente, porém, Paulo não abandona com isso o assunto. A chamada e a escolha dos que compõem a verdadeira igreja deixando-se todos os demais da família humana como perdidos, senão também confinados a tormento eterno, conforme ensinam muitos dos credos da cristandade — certamente não é ensino bíblico. Em prova disso, note o que Paulo passa a dizer depois de mencionar a referida esperança celestial. Ele diz que “a expectativa ansiosa da criação está esperando a revelação dos filhos de Deus . . . [e] que a própria criação será também liberta da escravização à corrução e terá a liberdade gloriosa dos filhos de Deus”. Mostrando que, com a palavra “criação”, ele se referia à inteira família humana, distinta da congregação cristã, Paulo disse a seguir: “Pois sabemos que toda a criação junta persiste em gemer e junta está em dores até agora. Não somente isso, mas também nós mesmos, os que temos as primícias, a saber, o espírito, sim, nós mesmos gememos em nosso íntimo, ao passo que esperamos seriamente a adoção [final] como filhos, sermos livrados de nossos corpos por meio de resgate.” — Rom. 8:19-23.

      10. Que “expectativa ansiosa” está para ser satisfeita? Por meio de que acontecimentos, desde 1914?

      10 Quão gloriosas são esta concepção e descrição do resultado do propósito de Deus! Ao mesmo tempo, reconhece-se as pressões e os sofrimentos que fazem a todos nós gemer. Além disso, o que torna este assunto de intenso interesse é que esta “expectativa ansiosa” está para ser satisfeita! Em 1914, ocorreu a grande mudança na soberania deste mundo. “Houve vozes altas no céu, dizendo: ‘O reino do mundo tornou-se o reino de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará para todo o sempre.’” A seguir, anunciou-se a chegada do “tempo designado para os mortos serem julgados”. (Rev. 11:15, 18) Conforme mostram outros textos, este julgamento começa com a casa de Deus, significando a ressurreição do sono da morte daqueles da congregação cristã que se haviam ‘mostrado fiéis até a morte’. Dentro em breve, estes estarão intimamente associados com Cristo Jesus no céu em machucar a cabeça da serpente, Satanás, o Diabo, após a guerra de Deus no Armagedom. Assim serão revelados estes “filhos de Deus”, junto com Cristo Jesus, o mais destacado “Filho de Deus”. — 1 Ped. 4:17; 1 Tes. 4:16; 2 Tes. 1:7, 10; Rev. 2:10; 16:14-16; 19:11-20:3; Rom. 16:20; João 1:34.

      11. (a) Que livramento da escravização usufruirá a humanidade durante o reinado de Cristo? (b) De que modo se mostrará Cristo Jesus como “Pai Eterno”?

      11 Depois disso, durante o reinado milenar de Cristo, participando com ele a sua “noiva” (os 144.000), toda a humanidade será “liberta da escravização” de toda espécie, inclusive até mesmo da morte. Dar-se-ão conta de que foram restabelecidos numa relação familiar com Deus, conforme João ouviu anunciar: “A tenda de Deus está com a humanidade, e ele residirá com eles e eles serão os seus povos. E o próprio Deus estará com eles.” (Rom. 8:21; Rev. 21:1-4) Ao mesmo tempo, dar-se-ão conta de que a própria regência do reino está nas mãos de Cristo Jesus, e que seu livramento do domínio de Satanás, o governante da “autoridade da escuridão”, e do pecado e da morte, foi tornado possível “por intermédio do livramento pelo resgate pago por Cristo Jesus”. (Efé. 2:2; Col. 1:13; João 1:29; Rom. 3:24) Em vez de herdarem a morte de seu primeiro pai, Adão, receberão a vida humana perfeita do “último Adão”, Cristo Jesus. (1 Cor. 15:45) Ele será o dador da vida deles, o pai deles. Conforme predito: “O domínio principesco virá a estar sobre o seu ombro. E será chamado pelo nome de . . . Pai Eterno, Príncipe da Paz.” Tudo isso será realizado pelo “próprio zelo de Jeová dos exércitos”. Esta é deveras uma perspectiva emocionante, mas não precisa esperar até então. — Isa. 9:6, 7.

      LIVRAMENTO ATUAL

      12. (a) Que acontecimentos já levaram a uma identificação dos filhos de Deus? (b) Quem reconheceu isso, resultando em que bênçãos?

      12 Em resposta à pergunta dos discípulos: “Qual será o sinal da tua presença e da terminação do sistema de coisas?” Jesus predisse certas atividades que ocorreriam debaixo de sua direção, após a sua entronização em 1914. Desde aquele tempo, ainda tem havido na terra um restante da congregação cristã, o qual, mediante o ministério dos anjos e uma chamada como que de trombeta foi ajuntado numa união íntima. Isto levou à identificação clara da classe do “escravo fiel e discreto”, designado sobre todos os interesses do Reino de Cristo. Também desde a sua entronização, estando “com ele todos os anjos”, ele fez, por meio da mensagem do Reino dada em testemunho a todas as nações, que houvesse uma separação do povo, de “uns dos outros assim como o pastor separa as ovelhas dos cabritos”. (Mat. 24:3, 14, 31, 45-47; 25:31, 32) Em outras palavras, já houve uma identificação “dos filhos de Deus”, daqueles que têm esperança celestial. Por isso, um número crescente dos de “toda a criação” reconheceram de bom grado estes “irmãos” espirituais de Cristo Jesus, ministrando-lhes e fazendo-lhes o bem, conforme Jesus predisse em Mateus 25:34-40. O número crescente deles constitui uma “grande multidão . . . de todas as nações”, representados como estando “diante do trono de Deus”, usufruindo Seu favor, e prestando-lhe “serviço sagrado, dia e noite, no seu templo”, quer dizer, no templo espiritual erguido por Deus, e em união íntima com os da classe do “templo” dos “irmãos” de Cristo. Esta é a situação feliz das testemunhas de Jeová, e ela está em plena harmonia com as palavras de Jesus em João 10:16: “E tenho outras ovelhas, que não são deste aprisco [do “pequeno rebanho”]; a estas também tenho de trazer, e elas escutarão a minha voz e se tornarão um só rebanho, [debaixo de] um só pastor.” — Rom. 8:19, 22; Heb. 8:2; 9:11; Rev. 7:9, 15; Efé. 2:21, 22.

      13. Como pode alguém tornar-se uma das “outras ovelhas” de Cristo, levando a que nova relação?

      13 Como poderá tornar-se um destes das “outras ovelhas”? Em primeiro lugar, conforme Jesus disse, deve escutar com aceitação a sua voz e tornar-se um dos seus discípulos. O grande passo, no que se refere à sua pessoa, é o da dedicação de toda a alma a Jeová Deus, seguindo o exemplo de Jesus. (Sal. 40:8; Rom. 12:1) É exortado, mas não obrigado ou coagido a dar este passo. Deve constituir a sua própria escolha, a sua expressão de livre arbítrio, de fé na provisão do sacrifício de resgate e da sua gratidão e devoção a Jeová. Deste modo é transplantado para uma nova família e se torna um dos filhos de Deus. Pode-se dizer que escolheu um novo pai, porque, com profundo apreço, poderá juntar-se a outros das “ovelhas” de Deus em dirigir-se a ele como “Nosso Pai”. (Mat. 6:9) Os clérigos e as pessoas da cristandade repetem regularmente a oração do Pai-Nosso, e falam da paternidade de Deus e da fraternidade dos homens, mas isto, na maior parte, é mera formalidade e simulacro, em vista das condições e do espírito prevalecentes na cristandade.

      14. (a) Que ponto de vista negativo se poderia adotar em vista das palavras de Paulo em Romanos 7:18-23? (b) Como nos ajudam os textos circundantes a ter um conceito mais equilibrado?

      14 Quanto ao livramento da escravização, é importante reconhecer a posição verdadeira neste respeito. Às vezes se citam as palavras de Paulo como sendo o fato concreto da experiência real do cristão, ao dizer ele: “Eu realmente me deleito na lei de Deus segundo o homem que sou no íntimo, mas observo em meus membros outra lei guerreando contra a lei da minha mente e levando-me cativo à lei do pecado que está nos meus membros.” (Rom. 7:22, 23) Se esta fosse a última palavra sobre o assunto, então a situação seria deveras negativa e frustradora. Vejamos, porém, o texto na relação com os outros versículos circundantes. Embora Paulo escreva a cristãos que têm esperança celestial, o mesmo princípio se aplica a todos os do povo dedicado de Jeová. Em Romanos 5:21, Paulo diz: “Para que, assim como o pecado reinou com a morte, do mesmo modo também a benignidade imerecida reinasse por intermédio da justiça, visando a vida eterna por intermédio de Jesus Cristo, nosso Senhor.” Paulo mostra então que a nossa vida atual está intimamente relacionada com Cristo no céu, e que, “assim como Cristo foi levantado dentre os mortos por intermédio da glória do Pai, também nós andássemos igualmente em novidade de vida”, aqui e agora mesmo. Paulo fala depois do “fruto que costumáveis ter [como escravos do pecado] . . . coisas das quais vos envergonhais agora”, e então Paulo acrescenta: “No entanto, agora, porque fostes libertos do pecado, mas vos tornastes escravos de Deus, tendes o vosso fruto [não apenas pretensões] no modo da santidade, e, por fim, a vida eterna.” — Rom. 6:4, 20-22.

      15. De que ponto de vista argumenta Paulo em Romanos, capítulo 7, e em outra parte?

      15 Daí, com empatia, Paulo se coloca na situação daqueles cristãos judaicos que argumentavam que o favor de Deus, para eles mesmos e para os gentios, no fim de contas, dependia de se satisfazerem os requisitos da Lei dada por intermédio de Moisés, inclusive a circuncisão. Paulo apresenta fortes argumentos, aqui e em outra parte, mostrando quão desesperada era tal situação, e daí clama: “Quem me resgatará do corpo que é submetido a esta morte?” Há um resgatador? Sim! “Graças a Deus, por intermédio de Jesus Cristo, nosso Senhor!” — Rom. 3:20; 7:1, 18-21, 24, 25; Gál. 3:10-14.

      16. (a) Como descreve Paulo a verdadeira situação do cristão, e com que ênfase? (b) De que modo, e até que ponto, podemos adotar um ponto de vista e um proceder positivos?

      16 Agora, observe como Paulo passa a descrever a verdadeira situação do cristão, com muita ênfase na vida, dizendo: “Pois a lei desse espírito que dá vida em união com Cristo Jesus libertou-te da lei do pecado e da morte . . . a mentalidade segundo a carne significa morte, mas a mentalidade segundo o espírito significa vida e paz . . . Então, se morar em vós o espírito daquele que levantou a Jesus dentre os mortos, aquele que levantou a Cristo Jesus dentre os mortos também vivificará os vossos corpos mortais por intermédio do seu espírito que reside em vós.” (Rom. 8:2, 6, 11) Que situação forte e positiva! Embora o espírito de Deus possa operar de modo especial, dando a alguns a esperança de vida no céu, contudo, esta mesma força ativa pode operar e opera a favor de todas as testemunhas dedicadas de Jeová. Sustenta e fortalece hoje as “outras ovelhas”, a fim de participarem no ministério junto com os do restante ungido que estão no novo pacto, para “tornar manifesta a verdade” a todos os povos, revigorando até mesmo seu corpo mortal com “poder além do normal”. (2 Cor. 3:6; 4:2, 7) Admitidamente, é uma batalha diária com a carne, mas não precisa ser nem deve ser uma batalha perdida. (Rom. 8:13) Admitidamente, somos imperfeitos e precisamos diariamente pedir perdão pelas nossas faltas, mas Jeová fez bondosamente ampla provisão para que todos nós possamos manter uma posição limpa perante ele. Isto é tão eficaz, que “purificará as nossas consciências de obras mortas, para que prestemos serviço sagrado ao Deus vivente”. (Heb. 9:14; veja também Revelação 7:14; 14:5.) Estes são alguns dos benefícios usufruídos por muitas centenas de milhares de testemunhas de Jeová, as quais, pela dedicação e pelo batismo em água, ingressaram na família de Deus, e, de modo preliminar, usufruem “a liberdade gloriosa dos filhos de Deus”. Todas estas podem deveras juntar-se ao apóstolo Paulo no seu brado de exultação, de que nada “será capaz de nos separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor”! — Rom. 8:21, 39.

      17. Da parte de que outro servo de Jeová podemos esperar orientação e encorajamento?

      17 Certamente, é de grande ajuda e encorajamento prestar atenção a Paulo e acompanhar seu raciocínio inspirado pelo espírito de Deus. Houve, porém, outro servo fiel que gozava de uma relação única com Jesus, embora de antecedentes e personalidade diferentes, e esperamos receber mais conselho edificante por prestarmos atenção ao apóstolo João e ao que ele escreveu sob inspiração.

  • Os filhos de Deus imitam o que é bom
    A Sentinela — 1972 | 15 de janeiro
    • Os filhos de Deus imitam o que é bom

      “Sê imitador, não daquilo que é mau, mas daquilo que é bom. Quem faz o bem origina-se de Deus.” — 3 João 11.

      1. Em que coisa específica tomam vivo interesse tanto os idosos como os jovens, e por quê?

      QUAL a criança que não gosta de tomar alguma espécie de semente e colocá-la num vaso, observando o início de uma nova vida? A criança olhará cada dia, observando atentamente os sinais de crescimento. Os adultos também têm vivo interesse em aprender o que podem sobre como se inicia uma vida nova. O germe inicial, ou a célula, é microscópico, mas contém um código ou modelo complexo, governando seu desenvolvimento futuro. Conforme diz a Bíblia a respeito de cada forma da vida, produz “segundo a sua espécie”. (Gên. 1:11, 12, 21, 24) A enorme quantidade de energia acumulada nesta célula minúscula, com o potencial de ser renovada infindavelmente, também causa admiração. Embora já se tenha descoberto muita coisa, evidenciando um objetivo e intenção, a vida ainda é um mistério. Não é de se admirar que gostemos de observar o começo de uma vida nova, quer humana, quer animal ou vegetal. Se proceder de boa casta, seguirá o mesmo modelo, e imitará o que é bom.

      2. Mostraram os anjos interesse similar? Como se indica isso?

      2 A Bíblia revela uma atitude similar da parte dos anjos. Podemos imaginar seu vivo interesse no que Jeová, o Criador, fez que se realizasse no nosso pequeníssimo planeta, que é microscópico em comparação com o universo, quando estava sendo preparado para sustentar vida em infindável variedade e beleza. Ela registra que, naquele tempo, ‘juntos gritavam

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