BIBLIOTECA ON-LINE da Torre de Vigia
BIBLIOTECA ON-LINE
da Torre de Vigia
Português (Brasil)
  • BÍBLIA
  • PUBLICAÇÕES
  • REUNIÕES
  • Escravos de homens ou escravos de seu resgatador — qual?
    A Sentinela — 1966 | 1.° de julho
    • aqueles que estavam mortos por meio de Adão, Jesus Cristo morreu como sacrifício resgatador, assim como está escrito: “Há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, um homem, Cristo Jesus, o qual se entregou como resgate correspondente por todos.” — 1 Tim. 2:5, 6.

      60. (a) Qual era a lei de resgate de Deus, conforme declarada na lei mosaica? (b) Por isso o que exigia o resgate da descendência de Adão?

      60 Na Palavra escrita de Deus, a lei de resgate é: “Tens de dar alma por alma, olho por olho, dente por dente, mão por mão, pé por pé, queimadura por queimadura, ferida por ferida, golpe por golpe. Se for imposto a ele [ao invés da sua própria morte] um resgate, então, tem de dar o preço de redenção para a sua alma, segundo tudo que lhe for imposto.” (Êxo. 21:23-25, 30) O resgate ou redenção da descendência de Adão, ‘vendida sob o pecado’, exigia o sacrifício de uma vida humana que fosse justamente tão perfeita quanto a de Adão quando foi criado no jardim do Éden.

      61. (a) O que perdeu Adão para a sua descendência por ter pecado? (b) Como foi que o Filho de Deus se tornou o pleno equivalente do Adão quando recém-criado?

      61 Por pecar, Adão perdeu para sua descendência o privilégio de nascer perfeita, livre da condenação da morte, nascida sob a aprovação de Deus, tendo em vista a vida eterna. Por isso, a bondade imerecida de Deus enviou Seu Filho unigênito à terra para se tornar o homem perfeito, Jesus Cristo. Nasceu de uma virgem e, assim, sem pai humano. Dessa forma, permaneceu o Filho de Deus. Ao se tornar adulto, era o pleno igual de o Adão recém-criado. Assim, poderia oferecer-se para servir qual sacrifício resgatador.

      62. (a) Quando foi que Jesus se apresentou para servir qual sacrifício de resgate, e como e quando o ofereceu a Deus? (b) Por ocasião de sua morte, o que realmente sacrificou?

      62 Jesus fez isto aos trinta anos, quando João Batista o batizou em água. Três anos e meio depois, ou no ano 33 E. C., Jesus cumpriu este sacrifício por morrer em inocência, sem pecado, sendo erroneamente condenado à morte. Por causa de sua imaculada justiça e fidelidade, Deus o levantou dentre os mortos qual pessoa espiritual no terceiro dia. Assim, ao ser ressuscitado, Jesus Cristo não reassumiu a vida humana, mas ascendeu ao céu simplesmente com o valor de sua vida humana perfeita. Este valor, apresentou a Jeová Deus no céu, entregando-o a favor da humanidade. Assim cumpriu as exigências do “resgate correspondente”, dando igual por igual, uma alma humana perfeita por uma perdida alma humana perfeita. Não só sacrificou a sua própria vida humana, mas também sacrificou seu direito e seu privilégio humanos de se tornar pai de uma raça humana perfeita na terra, digna de vida eterna.

      63. Pelo seu sacrifício humano, o que Jesus Cristo pôde fazer a respeito da descendência de Adão?

      63 Desta forma, pelo seu sacrifício humano, pôde redimir os filhos de Adão e Eva, adotando-os e conferindo-lhes o que seu pai humano, Adão, deixara de lhes legar. Assim, tornar-se-á o “Eterno Pai” para eles. — Isa. 9:6.

      RESPONDENDO À PERGUNTA

      64. (a) Que pergunta vital nos confronta em face das demandas feitas a nós da parte de homens em posições de poder? (b) Em vista disso, o que temos de nos lembrar por causa de tirarmos proveito do sacrifício de resgate de Cristo?

      64 Estes fatos maravilhosos lançam diante de nós uma pergunta vital. É a seguinte: De quem seremos escravos doravante, dos homens ou de nosso Resgatador, nosso Redentor? Nestes dias, pessoas desvalidas são exploradas egoistamente por homens gananciosos. Domínios totalitários e o nacionalismo fanático estão assumindo o controle. Homens e instituições ambiciosos e sedentos de poder exigem a obediência servil do gênero humano e pretendem ter direito às suas próprias almas, de modo que a vida do homem é tida como se não pertencesse a ele próprio. Será que nos submeteremos a tais homens que se acham, eles próprios, ‘vendidos sob o pecado’? Será que, segundo a exigência deles, entregaremos nossas vidas e nos tornaremos “escravos de homens”? Sem nenhuma base ou título justo, exigem nossa vida quais seus escravos. Mas, aqueles que dentre nós tirarem proveito do sacrifício resgatador de Jesus Cristo, já foram “comprados por um preço”. (1 Cor. 7:23) Devemos nossa vida, nossa esperança de vida eterna futura, a Jesus Cristo, como nosso Resgatador, nosso Redentor. É o nosso verdadeiro e legítimo Dono.

      65. Como, em 2 Coríntios 5:14, 15, Paulo aponta a resposta correta à pergunta sobre a escravidão?

      65 O apóstolo Paulo aponta a correta resposta à pergunta sobre a escravidão, dizendo: “O amor de Cristo nos compele, porque foi isso o que julgamos, que . . . ele morreu por todos, para que os que vivem não vivessem mais para si mesmos, mas para aquele que morreu por eles e foi levantado.” — 2 Cor. 5:14, 15.

      66. (a) Por nos permitirmos tornar escravos de homens, a quem repudiaríamos, e com que conseqüência? (b) Por que nós, cristãos, não pertencemos a nós mesmos e, por conseguinte, não nos devemos tornar escravos de quem?

      66 Se, em desobediência a Deus, permitirmos tornar-nos “escravos de homens”, então, ‘repudiaremos até mesmo o dono que nos comprou’ e traremos a destruição sobre nós mesmos. (2 Ped. 2:1-3) Estamos determinados a não fazer tal coisa. Antes, quando confrontados com a escolha, tanto nos lembraremos como agiremos em harmonia com as palavras inspiradas do apóstolo Paulo a seus concristãos: “Não pertenceis a vós mesmos, pois fostes comprados por um preço. Acima de tudo, glorificai a Deus no corpo de vós [em conjunto]. . . . aquele que foi chamado quando era liberto é escravo de Cristo. Vós fostes comprados por um preço; parai de vos tornardes escravos de homens.” — 1 Cor. 6:19, 20; 7:22, 23; Gál. 1:10.

  • “Para que os povos saibam”
    A Sentinela — 1966 | 1.° de julho
    • “Para que os povos saibam”

      Nas ilhas dos Açores, como em outros territórios portugueses, os artigos de Despertai! a respeito da perseguição religiosa em Portugal causaram bastante agitação. Em certa congregação, a polícia intimou o servo de congregação a comparecer à sua sede para falar sobre o assunto. Desejavam saber quantos exemplares da revista havia e exigiram que fossem todos entregues a eles. O chefe se referiu ao decreto governamental que chamava as testemunhas de Jeová de “subversivas,” e quando o irmão começou a apresentar sua defesa pelas Escrituras e usou o nome Jeová, o chefe bradou: “Não use esse nome! Se fizer isso de novo vou mandar prendê-lo!” O irmão respondeu dizendo que tinha de usar tal nome se havia de se defender e que, de toda forma, tirando um missal católico da pasta, a própria igreja católica usa o nome. Mostrou então onde o nome “Jeová” é dado no missal. O irmão pôde então dar bom testemunho ao pequeno grupo de policiais, e foi finalmente liberto. — Veja-se o Salmo 83:17, 18.

Publicações em Português (1950-2026)
Sair
Login
  • Português (Brasil)
  • Compartilhar
  • Preferências
  • Copyright © 2025 Watch Tower Bible and Tract Society of Pennsylvania
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade
  • Configurações de Privacidade
  • JW.ORG
  • Login
Compartilhar