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  • “Quem veio a conhecer a mente de Jeová?”
    A Sentinela — 1985 | 15 de abril
    • Cristo Jesus.” (Filipenses 4:7) Deste modo, nosso coração figurativo não será provocado por quaisquer motivações errôneas, precipitadas, nem por qualquer inquietude emocional, e nossas faculdades mentais, ou nossa mente, não serão confundidas ou desorientadas. O cristão continuará a seguir seu proceder em harmonia com a Bíblia inspirada de Deus, juntamente com a ajuda do Líder, Cristo Jesus.

      Consegue Responder?

      ◻ O que se quer dizer com a expressão “mente” de Jeová?

      ◻ Como foi a oliveira teocrática usada por Paulo para ilustrar a “mente” de Jeová?

      ◻ O que é o “coração” figurativo?

      ◻ Como estão o “coração” e a “mente” envolvidos em amarmos a Deus?

  • Harmonizemo-nos com a “mente de Jeová” conforme é agora revelada
    A Sentinela — 1985 | 15 de abril
    • Harmonizemo-nos com a “mente de Jeová” conforme é agora revelada

      1. Que nação substituiu o Israel natural, e em que pacto?

      O FILHO de Deus tomou o lugar do profeta Moisés, que foi o mediador do pacto da lei entre Deus e o Israel natural. Jesus Cristo tornou-se o Mediador designado do predito novo pacto de Jeová. Este pacto foi estabelecido com a nação que substituiu o antigo Israel natural e é um Israel espiritual, “o Israel de Deus”. (Gálatas 6:16) Os Dez Mandamentos e todas as demais leis associadas do pacto mediado pelo homem imperfeito Moisés foram registrados em manuscritos, mas realmente não ficaram inscritos no coração e na mente dos judeus ou israelitas carnais, circuncisos. Ao notar esta fraqueza com respeito ao pacto da Lei mosaica, Jeová Deus predisse mediante o profeta Jeremias o estabelecimento dum novo pacto, conforme registrado em Jeremias 31:31-34.

      2. (a) Como se tornou Jesus, Mediador do pacto? (b) De que modo e quando entrou este em vigor?

      2 Jesus Cristo selou esse prometido “novo pacto” com o seu próprio sangue vital, quando morreu com o coração quebrantado, na estaca de tortura, fora de Jerusalém. Na noite anterior, ao comemorar sua última refeição pascoal noturna junto com seus fiéis apóstolos em obediência à Lei mosaica, Jesus passou-lhes o copo de vinho e deu um novo significado a ele, por dizer: “Este copo significa o novo pacto em virtude do meu sangue, que há de ser derramado em vosso benefício.” (Lucas 22:20; 1 Coríntios 11:23-26) Deste modo, ele se tornou o Mediador desse novo pacto, que se revelou um ‘pacto melhor’ do que o pacto da Lei mosaica. (Hebreus 8:6; 9:11-28) Portanto, desde que ele apresentou no céu em 33 EC o valor do seu perfeito sangue vital, tem servido de Mediador para os discípulos a quem Jeová inclui no novo pacto. — 1 Timóteo 2:5, 6.

      3. De acordo com Hebreus 10:15, 16, onde escreve Jeová as leis deste pacto?

      3 Ao discorrer sobre o novo pacto, em Hebreus 10:15, 16, o apóstolo cita a profecia de Jeremias segundo a versão Septuaginta e escreve: “Além disso, o espírito santo também nos dá testemunho, porque, depois de dizer: ‘“Este é o pacto que celebrarei com eles depois daqueles dias”, diz Jeová. “Porei as minhas leis nos, seus corações [kar·dí·as] e as escreverei nas suas mentes [di·á·noi·an].”’”

      4. (a) De que modo diferem o coração e a mente figurativos? (b) Em harmonia com o Salmo 119, como aplicam os cristãos incluídos no novo pacto o coração e a mente? (c) Quando foi que as leis de Deus começaram a ser escritas nos corações e nas mentes?

      4 Em harmonia com as funções do coração e da mente em sentido figurado, os cristãos incluídos no novo pacto por meio de Cristo, o Mediador, amariam de coração as leis de Jeová, sendo assim motivados a obedecer a essas leis, e também se lembrariam tenazmente dessas leis divinas. Conforme o salmista o expressou: “Quanto eu amo a tua lei! O dia inteiro ela é a minha preocupação [“a minha meditação”, Almeida; Imprensa Bíblica Brasileira].” (Salmo 119:97) A colocação das leis de Jeová no coração figurativo dos discípulos de Cristo e a inscrição destas na mente deles começou a ocorrer no dia de Pentecostes de 33 EC. Foi nessa ocasião que o espírito santo foi derramado sobre os discípulos de Jesus Cristo, que estavam à espera, e visíveis “línguas, como que de fogo”, pousaram sobre a cabeça dos 120 discípulos e eles começaram a falar em línguas estrangeiras que nunca haviam estudado ou aprendido. Deveras, um milagre! Em resultado do testemunho dado ali aos espectadores reunidos, houve 3.000 que foram batizados como crentes em Jesus qual Cristo, ou Messias, e que foram incluídos no novo pacto, tendo a ele como Mediador seu. — Atos, capítulo 2; Joel 2:28-32.

      5. Quem hoje foi incluído no novo pacto, e que evidência há que os identifique quais “ramos”?

      5 Hoje, 1900 anos depois, há um restante do “Israel de Deus” cujos membros evidenciam ter sido incluídos no novo pacto, sendo batizados com o espírito santo. Evidenciam que as leis de Jeová Deus foram postas no coração figurativo deles e escritas na mente deles. Estão realizando a obra predita por seu Mediador, conforme registrada em Mateus 24:14 e Marcos 13:10. São “ramos” dessa oliveira espiritual descrita pelo apóstolo Paulo em Romanos, capítulo 11, e produzem muitos frutos.

      6. (a) Que outro aspecto da “mente” de Jeová foi revelado a partir de 1935? (b) Como dão as “outras ovelhas” prova convincente do seu amor à “lei” de Deus para os dias de hoje?

      6 Outro aspecto da “mente” de Jeová foi revelado a partir da assembléia das Testemunhas de Jeová em Washington, D.C., EUA, em 1935. O que tinha Jeová em “mente” com respeito à “grande multidão” predita em Revelação 7:9-17? Esta predita multidão de louvadores de Jeová Deus e do Seu Cordeiro, Jesus Cristo, que serve a Deus no Seu templo figurativo, surgiu em cena a partir de 1935. Os 840 que foram depois batizados em Washington no sábado, 1.º de junho, continuaram a aumentar até o presente. Há atualmente através de toda a terra mais de dois milhões e meio destas “outras ovelhas” do Pastor Excelente, Jesus Cristo, que se associam regularmente com os gerados pelo espírito que fazem parte do novo pacto e que participam na obra de dar testemunho do Reino, conforme predita em Mateus 24:14. (João 10:16) Assim como o salmista, dão prova convincente de que amam a “lei” de Jeová para a atual “terminação do sistema de coisas”, e de que a Sua “lei” é algo sobre o qual meditam e que tornam a preocupação do seu coração.

      Salvação Mediante a Crença e a Confissão

      7, 8. (a) Depende a salvação meramente de conhecimento intelectual? (b) O que declara Romanos 10:5-10 quanto à interação entre o coração e a mente figurativos?

      7 Ganhar a salvação, quer para o Reino de Jeová nos céus, quer para a terra paradísica sob o reinado milenar de Jesus Cristo, não depende meramente de se ter conhecimento intelectual, ou seja, na mente. O apóstolo Paulo torna isso claro em Romanos 10:5-10. Ali ele considera a questão de cristãos que possuíam um coração natural, carnal, não algum coração transplantado ou mesmo mecânico. Ele passa a argumentar da seguinte forma:

      8 “Pois Moisés escreve que o homem que tem feito a justiça da Lei viverá por ela. Mas a justiça resultante da fé fala da seguinte maneira: ‘Não digas no teu coração: “Quem ascenderá ao céu?” isto é, para fazer descer a Cristo; ou: “Quem descerá ao abismo?” isto é, para fazer subir a Cristo dentre os mortos.’ Mas, o que diz? ‘A palavra está perto de ti, na tua própria boca e no teu próprio coração’; isto é, a ‘palavra’ da fé, que estamos pregando. Pois, se declarares publicamente essa ‘palavra na tua própria boca’, que Jesus é Senhor, e no teu coração exerceres fé, que Deus o levantou dentre os mortos, serás salvo. Porque com o coração se exerce fé para a justiça, mas com a boca se faz declaração pública para a salvação.”

      9. (a) O que está envolvido em se ser salvo, e por que responde assim? (b) Em que precisa o cristão realmente crer de coração? (c) Que atitude adotaram os atenienses, e por quê?

      9 Isto indica que a questão penetra mais a fundo no ser da pessoa do que no intelecto, ou seja, na mente. Não é meramente uma questão de reunir informações, ordená-las na mente e ser capaz de repeti-las de cor. O fator determinante não é a mente com seu conhecimento, é a motivação que está aqui envolvida perante Deus. A crença do cristão precisa ser motivada pelo coração figurativo. Ele precisa crer de todo o coração na ressurreição de Cristo, devido ao sincero apreço por este milagre realizado pelo Deus Todo-poderoso. Trata-se de algo que Cristo não poderia ter feito sozinho, tampouco algum homem poderia tê-lo feito, a saber, ressuscitar Deus seu Filho morto para um plano de vida celestial. (2 Coríntios 4:13) Lembramo-nos de que os atenienses intelectuais dos dias do apóstolo Paulo tenderam, em alguns casos, “a mofar”, quando ouviram falar “duma ressurreição dos mortos”, ao passo que outros não tomaram nenhuma posição imediata quanto ao assunto, mas disseram: “Nós te ouviremos sobre isso ainda outra vez.” A mente deles, cheia de conhecimento, impediu-os de aceitar a informação, embora se baseasse em fatos reais. Apenas alguns se tornaram crentes e se associaram com Paulo. — Atos 17:21, 32-34.

      10. (a) Que motivação deve produzir o coração? (b) Portanto, que duas coisas são exigidas por Jeová?

      10 Portanto, o coração da pessoa precisa motivá-la a crer. Ela precisa exercer fé de coração. Quando faz isto, o coração — a parte mais íntima do ser — do crente o motivará a fazer confissão pública com a boca. Ele precisa exercer fé de todo o coração. A seguir virá a declaração pública verbal, motivada pelo coração do crente. Quando o crente é imerso em água, em símbolo da dedicação de si mesmo a Jeová Deus mediante Jesus Cristo, ele está fazendo uma declaração pública que conduz à salvação. Jeová Deus não só examina o coração figurativo para ver se existe ali uma fé energizante, mas também está atento à declaração pública.

      Manter a Lealdade por Ter um Coração “Pleno”

      11. (a) Como pôde Davi permanecer leal a Jeová? (b) Apesar do pecado que cometeu, por que podia Davi orar como fez no Salmo 86:11? (c) Quem seguiu o bom exemplo de Davi?

      11 Davi, dos tempos antigos, assim como todo o restante de nós, humanos, foi dado à luz em erro e concebido em pecado, mas permaneceu leal ao seu Deus, Jeová, por ter um coração figurativo que era “pleno” para com o Deus da nação de Israel. (Salmo 51:5) Testemunho neste respeito é dado em 1 Reis 15:3: “Seu coração [o de Abijão] não se mostrou pleno para com Jeová, seu Deus, tal como, o coração de Davi, seu antepassado.” É verdade que Davi cometeu um pecado abominável com a esposa de Urias, o hitita, mas ele se arrependeu sinceramente disto, e seu

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