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  • Arqueiro
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    • eram peritos, até mesmo ao atirarem para trás. A mobilidade e a liberdade de movimentos dos arqueiros constituíam o plano básico da estratégia persa ao investir contra o inimigo, sob uma saraivada de flechas.

      Os impérios ocidentais da Grécia e de Roma não tinham em tão alta conta o arco e a flecha como as nações orientais, embora, às vezes, os arqueiros desempenhassem papel significativo em suas vitórias. Isto talvez se devesse ao método grego de retesar o arco junto ao corpo, estilo menos eficaz, ao invés de retesá-lo junto às bochechas ou aos olhos, como faziam os egípcios e os persas. Mercenários cretenses e asiáticos pareciam suprir arqueiros peritos, ao passo que os gregos e romanos confiavam na espada e na lança.

  • Arquelau
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    • ARQUELAU

      [regente do povo]. Regente da Judéia; filho de Herodes, o Grande, com sua quarta esposa, Maltace. Arquelau tornou-se rei enquanto o jovem Jesus estava no Egito com José e Maria. Ao invés de enfrentar a regência tirânica de Arquelau na Judéia, ao voltarem, José fixou a família fora da jurisdição de Arquelau, lá em Nazaré da Galiléia. — Mat. 2:22, 23.

      Herodes, o Grande, pai de Arquelau, deixou-lhe em herança a regência da Judéia, Samaria e Iduméia, um quinhão do reino que era o dobro do legado a cada um dos seus dois outros filhos, e que incluía as importantes cidades de Jerusalém, Samaria, Jope e Cesaréia. Após a morte de Herodes, Arquelau esforçou-se de tornar mais segura a sua regência por comparecer perante Augusto, em Roma; apesar dos opositores às suas pretensões, inclusive seu irmão e uma delegação de judeus, Arquelau obteve permissão de reter seu poder, embora Augusto o fizesse, não um rei, mas um “etnarca”, um príncipe tributário de categoria superior a um tetrarca. Mateus, contudo, não está errado ao referir-se a ele como “rei”, pois o exército local, inclusive os mercenários de Herodes, haviam-no previamente proclamado tal.

      Arquelau era um regente cruel e muitíssimo impopular junto aos judeus. Ao abafar um motim, certa vez mandou que 3.000 deles fossem implacavelmente mortos na área do templo; por duas vezes depôs o sumo sacerdote; seu divórcio e seu novo casamento também eram contrários à lei judaica. Queixas dos judeus e dos samaritanos, feitas a Augusto, finalmente resultaram numa investigação, e em Arquelau ser banido, no nono ou décimo ano de seu reinado. A Judéia, depois disso, ficou sob governadores romanos. — Veja Herodes.

  • Arqueologia
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    • ARQUEOLOGIA

      (Gr., arkhaiología, falar de coisas antigas).

      A arqueologia bíblica é o estudo dos povos e eventos da Bíblia, feito por meio do intrigante registro soterrado. O arqueólogo escava e analisa as rochas, muros e prédios destroçados, cidades devastadas, desenterra vasos, tabuinhas de argila, inscrições, túmulos e outros restos antigos, ou “artefatos”, dos quais deriva informações. Tais estudos não raro aprimoram a compreensão das circunstâncias em que a Bíblia foi escrita e sob as quais viveram os homens de fé de antanho, bem como a linguagem que eles, e os povos ao redor, empregavam. Eles ampliam nosso conhecimento de todas as regiões abrangidas na Bíblia: Palestina, Egito, Pérsia, Assíria, Babilônia, Ásia Menor, Grécia e Roma.

      Considerável informação de fundo tem sido obtida, que nos ajuda a entender as referências bíblicas a muitas facetas da vida: a família, os filhos, as roupas, as casas, o clima, a vegetação, os animais, as safras, as relações comerciais, os grupos nacionais e os costumes religiosos. De considerável proveito tem sido a identificação das localidades geográficas de cidades, povoados e lugares mencionados na história bíblica. A arqueologia revela muita coisa sobre a religião depravada dos povos cananeus. Ilustra vividamente sua crença na imortalidade da alma humana. Confirma o quadro bíblico sobre a antiga Palestina, como sendo regida por numerosos reis locais, constantemente em guerra uns com os outros. Tem escavado relevos assírios que mostram como os semitas se vestiam, e isto contribui para visualizarmos a vida nos dias de Jacó, no tempo de Eliseu, e durante o ministério terrestre de Cristo.

      As descobertas arqueológicas refutam muitas alegações dos críticos da Bíblia, como, para exemplificar, sua afirmação de que Moisés não conhecia a arte da escrita, sua negação da historicidade de Belsazar (Dan., cap. 5) e sua afirmação de que o registro sobre os patriarcas hebreus, da Bíblia, era ‘ficção baseada na vida beduína do Israel do oitavo e nono séculos’.

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