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  • Deus escolhe sabiamente os regentes da terra
    A Sentinela — 1972 | 15 de março
    • em consideração os interesses da humanidade. Não passou a ninguém por alto. Ao escolher desta maneira estes administradores régios e sacerdotais, ele lançou sabiamente um alicerce sólido para a fé, revelando as suas qualidades e os seus atributos, para que os homens pudessem amá-lo e servi-lo de modo inteligente. Criou uma administração inabalável e incorruptível para a terra. — Efé. 2:6, 7.

      Os ‘governos e as autoridades nos lugares celestiais’ vêem como a sabedoria de Deus alcança assim seu objetivo. (Efé. 3:10) Estas hostes angélicas se colocam de bom grado sob as ordens do seu Rei messiânico. (Heb. 1:6) Podemos certamente exclamar em uníssono com elas: “A bênção, e a glória, e a sabedoria, e o agradecimento, e a honra, e o poder, e a força sejam ao nosso Deus para todo o sempre.” — Rev. 7:12.

  • Os livros das Crônicas — por que foram escritos?
    A Sentinela — 1972 | 15 de março
    • Os livros das Crônicas — por que foram escritos?

      JÁ LEU a Bíblia inteira? É possível que, quando chegou ao livro Primeiro das Crônicas, encontrou ali pouco para animá-lo a continuar com a leitura. Viu-se confrontado com listas aparentemente intermináveis de nomes desconhecidos. A narrativa histórica, principalmente dos acontecimentos do reinado do Rei Davi, só começa no capítulo dez. Depois, também, no Segundo das Crônicas, verificou que a história abrange basicamente acontecimentos do reinado do filho de Davi, Salomão, até a desolação de Judá e Jerusalém, período sobre o qual já leu nos livros Primeiro e Segundo dos Reis.

      Sim, é possível que tenha perguntado: ‘Por que foi esta informação escrita e preservada na Bíblia? Qual é o objetivo real disso?’ Para saber a resposta a estas perguntas, considere o fundo histórico do povo judaico no tempo em que Esdras, sacerdote e escriba, escreveu os livros Primeiro e Segundo das Crônicas.

      Haviam passado cerca de oito décadas desde a volta de um restante judaico fiel do exílio babilônico. O próprio exílio havia interrompido seus vínculos com o passado. Portanto, havia muita coisa que os judeus precisavam saber sobre a sua história, para evitar os erros desastrosos de seus antepassados. Era especialmente importante para eles chegar a avaliar o papel vital da adoração verdadeira. Precisavam ser fortalecidos na sua fidelidade a Jeová e no cumprimento das suas obrigações pactuadas. Os livros Primeiro e Segundo das Crônicas, neste respeito, satisfizeram admiravelmente as necessidades dos exilados que voltaram. Vejamos como.

      As genealogias ligavam os judeus diretamente com sua história passada. Estas genealogias forneciam a base para se determinar a descendência régia e as heranças de família. Revelavam também quem estava autorizado a servir no templo como sacerdote ou em outra qualidade. A genealogia da linhagem real foi de valor especial, visto que fornecia um meio para se identificar o Messias.

      Embora abrangessem basicamente o mesmo período tratado nos livros Primeiro e Segundo dos Reis, escritos mais de um século antes por Jeremias, o profeta, a narrativa histórica posterior dos livros Primeiro e Segundo das Crônicas dá maior destaque à adoração no templo. Por quê? Porque Esdras, sendo sacerdote, estava mais interessado na adoração no templo do que o profeta Jeremias? Jeremias também era sacerdote. Antes, igual a Jeremias, Esdras escreveu sob inspiração e segundo as necessidades de seus contemporâneos. Os judeus de então precisavam ser animados a continuar a defender a adoração verdadeira conforme realizada no templo, e os livros Primeiro e Segundo das Crônicas serviam para isso de modo excelente.

      A narrativa foi escrita de modo a mostrar que os acontecimentos na história de Israel se desenvolveram segundo a atitude dos governantes e dos seus súditos para com Jeová e Sua lei justa. A própria história se torna instrução. Estabelece que a aderência fiel à adoração verdadeira resulta em bênçãos, ao passo que o abandono da adoração verdadeira significa desastre. Quanto encorajamento isto dava aos judeus para evitarem o proceder que trouxera calamidade sobre os seus antepassados!

      Nós também podemos hoje tirar proveito destes exemplos históricos que servem para exortar à fidelidade a Jeová. Se lealmente defendermos a adoração verdadeira, poderemos demonstrar que não despercebemos o objetivo dos livros das Crônicas.

  • Acharam a solução
    A Sentinela — 1972 | 15 de março
    • Acharam a solução

      O SALMISTA Davi declarou sob inspiração: “Oh! Como é bom e agradável viverem unidos os irmãos!” — Sal. 133:1, Almeida, atual.

      Muitas igrejas passam hoje por crises. Não só a Igreja Católica, mas também as igrejas protestantes sentem as forças de desunião em operação nelas. Diariamente se torna mais claro que a unidade de crença é vital e essencial, se há de haver unidade de ação. E precisa haver genuíno amor a Deus, amor à verdade e amor ao próximo, para se usufruírem a bondade e a agradabilidade de se ‘viver unidos’. Não importa quão bem sejam ocultas sob o manto da piedade religiosa, não importa quão habilmente sejam executadas, tais coisas como a desonestidade, a imoralidade, a calúnia sutil, os atos de favoritismo, o orgulho — produzem inevitavelmente fricção e desunião.

      Muitos batistas sinceros desejam e até anseiam a plena união descrita na Bíblia. Talvez seja um destes. Lá no primeiro século, durante o ministério terrestre de Jesus, e nos tempos apostólicos, havia pessoas que tinham fome do verdadeiro conhecimento da verdade e da união produzida por tal entendimento claro. Serem Jesus e seus apóstolos difamados pelos fariseus e saduceus, fazendo com que fossem considerados como ‘seita contra que se fala em toda a parte’, não deteve tais pessoas. (Atos 28:22) Elas investigaram.

      As pessoas estão hoje investigando, inclusive os batistas. Às vezes o fazem em face de pressão da parte de parentes e amigos, e apesar dos avisos de clérigos. Em vez de cegamente aceitarem a palavra dos outros, insistem em deixar que as Escrituras sejam seu guia para encontrarem a religião verdadeira. (Atos 17:11) Na sua busca, investigam a obra e as publicações do grupo cristão conhecido como testemunhas de Jeová. O que verificam?

      O QUE OS BATISTAS PESQUISADORES DESCOBRIRAM ENTRE AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ

      Certa mãe, de Charleston, na Carolina do Sul, E. U. A., relata o seguinte: “Pedi ao nosso ministro batista ajudar-nos a encontrar alguém na igreja que pudesse ajudar a mim e aos meus filhos a aprender a Bíblia. A resposta de nosso ministro foi: ‘Não tenho ninguém na igreja habilitado a ensiná-la.’ Ele não se ofereceu

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