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  • Espálace
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    • ESPÁLACE

      Assim se traduz a palavra hebraica hhóledh, e o animal que designa era impuro como alimento. (Lev. 11:29) Embora numerosas traduções vertam hhóledh como “doninha” (Al; ALA; IBB; PIB) ou “toupeira” (BJ; CBC; MC), há base para se preferir o “espálace” ou “spalax”. Em árabe, língua aparentada com o hebraico, uma palavra muito similar, khuld, significa “espálace”. Também, hhóledh pode estar relacionada com um termo hebraico pós- bíblico que significa “cavar” ou “escavar”. Isto se harmonizaria com a escavação característica do espálace.

      O espálace é um roedor que mede c. 20 cm ou mais de comprimento. Parece-se a uma massa cilíndrica de pernas curtas, sem cauda e sem pescoço, de pêlo macio e espesso, geralmente de cor castanho-cinzenta amarelada. A cabeça é reconhecível pelo focinho sem pêlos e dois pares de grandes dentes salientes.

      Os espálaces vivem em comunidades subterrâneas e escavam alojamentos e grandes câmaras de estocagem no subsolo. Tais criaturas subsistem de matéria vegetal, primariamente de raízes e de bulbos. Assim, diferem das toupeiras verdadeiras, que se alimentam de insetos e de minhocas, e não são consideradas nativas da Palestina.

  • Espanha
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    • ESPANHA

      País situado na península Ibérica, no SO da Europa, cuja parte S era evidentemente chamada Társis nos tempos antigos. Depois de visitar os cristãos romanos, o apóstolo Paulo esperava ser acompanhado em parte do caminho para a Espanha pelos seus coerentes em Roma. (Rom. 15:23, 24, 28) Não se tem certeza se o apóstolo chegou alguma vez à Espanha. No entanto, Clemente de Roma declarou (c. 95 E.C.) que Paulo “chegou ao limite extremo do O [cidente]”, que poderia ter incluído a Espanha. Caso tenha alcançado aquela terra, a visita provavelmente ocorreu entre a libertação de Paulo de seu primeiro encarceramento em Roma (c. 61 E.C.) e seu encarceramento ali, mais uma vez, em c. 64 E.C. Nessa época, a Espanha achava-se sob a regência romana. — Veja TÁRSIS.

  • Espantalho
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    • ESPANTALHO

      Um objeto, tal como um poste, ou uma coluna de pedras, disposto de tal modo num campo que sirva para afugentar aves ou outros animais. Jeremias assemelhou os ídolos das nações a um “espantalho [Heb. , tómer] do pepinal”. (Jer. 10:5) A palavra tómer é em outras partes traduzida “palmeira”. (Juí. 4:5) A raiz verbal tamár, da qual provém tómer, segundo se imagina, corresponde à palavra árabe que significa “ficar ereto”; por conseguinte, tómer pode significar “palmeira”. Mas, quanto à tradução de tómer em Jeremias 10:5, os tradutores modernos em geral parecem concordar com a sugestão de Koehler e Baumgartner em Lexicon in Veteris Testamenti Libros (Léxico dos Livros do Velho Testamento), de que seja traduzida “espantalho” neste texto. Na verdade, os ídolos das nações não equivaliam a nada mais do que a um espantalho, uma falsidade. — ALA; BJ; MC; NM; PIB.

  • Especiaria
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    • ESPECIARIA

      Qualquer dentre uma variedade de produtos vegetais aromáticos, inclusive o aloés, o bálsamo, o cálamo, a canela-da-china, a canela, o olíbano, o gálbano, o ládano, a mirra e gotas de estoraque (ou da opobalsameira). Empregavam-se as especiarias para a fabricação do óleo de santa unção e do incenso destinados para uso exclusivo no santuário. (Êxo. 30:23-25, 34-37) Eram também empregadas na preparação dos mortos para sepultamento, a mirra e o aloés sendo especificamente mencionados no caso de Jesus. (João 19:39, 40; veja também Marcos 16:1; Lucas 23:56; 24:1.) Em conexão com o sepultamento do Rei Asa, de Judá, houve extraordinária fogueira fúnebre, contudo, não se tratava duma cremação, e sim duma queima de especiarias. (2 Crô. 16:14) Antigamente, acrescentavam-se especiarias aos vinhos, para aumentar sua “qualidade inebriante”. — Cân. 8:2.

      As especiarias do jardim, ou plantas aromáticas mencionadas em O Cântico de Salomão (5:1, 13; 6:2), podem indicar ervas aromáticas em geral ou, como sugerido por alguns peritos, a opobalsameira (Balsamodendron opóbalsamum). Embora os condimentos tais como o cominho, a hortelã, o endro e o sal sejam mencionados na Bíblia, as várias palavras das línguas originais traduzidas “especiaria” e “especiarias” não são aplicadas aos temperos de comida.

  • Espelho
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    • ESPELHO

      Antigos espelhos de mão (Isa. 3:23) eram, às vezes, feitos de pedra polida, embora fossem geralmente feitos de metal, como o bronze ou o cobre, e, mais tarde, de estanho, de prata e até mesmo de ouro. Não foi provavelmente senão no primeiro século E.C. que foram introduzidos espelhos de vidro. Visto que os espelhos antigos eram geralmente feitos de metal fundido, tinham de receber grande polimento a fim de adquirir boas superfícies refletoras. Para isto talvez se usasse pedra-pomes pulverizada, sendo aplicada periodicamente, depois disso, com uma esponja que ficava pendurada no próprio espelho. Todavia, antigos espelhos de metal não possuíam uma superfície refletora tão boa quanto os atuais espelhos de vidro. É por isso que o apóstolo Paulo podia escrever: “Atualmente vemos em contorno indefinido por meio dum espelho de metal.” — 1 Cor. 13:12.

      A maioria dos espelhos antigos descobertos na Palestina datam de depois do exílio em Babilônia, indo até aos tempos romanos. Amiúde, os espelhos circulares de bronze possuíam cabos de madeira ou de marfim. Alguns destes cabos apresentavam gravações em forma de círculos ou de outros ornamentos. Antigos espelhos egípcios eram feitos mormente de cobre (compare com Êxodo 38:8), e podiam receber grande polimento. Em geral, os espelhos egípcios eram arredondados e possuíam um cabo de madeira, de metal ou de pedra. Os estilos dos cabos costumavam variar e incluíam a figura duma mulher, duma flor, da cabeça da deusa Hator, de uma ave, ou até mesmo dum monstro.

      USO FIGURADO

      Às vezes, as Escrituras se referem a espelhos dum modo figurado ou ilustrativo. Em Jó 37:18, os céus são comparados figuradamente a um espelho de metal, cuja face brunida propicia brilhante reflexo. O discípulo Tiago usou o espelho como figura da Palavra de Deus, quando instou com as pessoas a se tornarem, não apenas ouvintes da palavra, mas cumpridores dela. (Tia. 1:22-25) E o apóstolo Paulo mostrou que os cristãos ‘refletiam como espelhos a glória de Jeová’ em seu ministério. — 2 Cor. 3:18; 4:1.

      [Foto na página 534]

      Espelho antigo de metal.

  • Espelta
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    • ESPELTA

      Espécie inferior de trigo, cujos grãos não são facilmente separados da palha. A espelta era cultivada antigamente no Egito (Êxo. 9:32), onde, segundo o historiador grego Heródoto (História, Livro II, sec. 36), era transformada em pão. (Veja Ezequiel 4:9.) Os israelitas parecem tê-la plantado como bordadura em torno de seus campos, a fim de servir como uma espécie de cerca. — Isa. 28:25.

  • Esperança
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    • ESPERANÇA

      1. Confiança, espera. 2. a. Desejo acompanhado da expectativa do que é desejado ou da crença de que este é obtenível, b. Alguém em quem se centralizam as esperanças. c. Uma fonte de expectativa esperançosa; promessa, d. Algo que é esperado; objeto da esperança.

      NAO EXISTE REAL ESPERANÇA SEM DEUS

      A verdadeira esperança, conforme mencionada na Bíblia, é superior ao mero desejo, que talvez não tenha base ou perspectiva de cumprir-se. Também é melhor do que a simples expectativa, porque aquilo que é esperado nem sempre é desejável. A Bíblia mostra que as pessoas do mundo, em geral, não têm nenhuma esperança real, solidamente baseada; a humanidade caminha para a morte, e, sem conhecimento duma provisão da parte de uma fonte superior não existe nenhuma esperança no que jaz à frente. O escritor do livro bíblico de Eclesiastes expressou a futilidade da situação do homem sem a intervenção de Deus como sendo “a maior das vaidades! . . . Tudo é vaidade”. — Ecl. 12:8; 9:2, 3.

      Jó, fiel profeta, disse que até mesmo uma árvore pode esperar germinar de novo, mas o homem, ao morrer, desaparece de modo permanente. Mas Jó indica então que ele falava do homem por si só, sem a ajuda de Deus, pois Jó expressa o desejo e a esperança de que Deus se lembre dele. (Jó 14:7-15) O apóstolo Paulo bate na mesma tecla ao informar aos cristãos que eles, tendo a esperança da ressurreição, não deviam ficar “pesarosos como os demais que não têm esperança”. (1 Tes. 4:13) De novo, falando aos cristãos gentios, Paulo lhes indica que, antes de conhecerem a provisão de Deus, mediante Cristo, estavam alienados do estado de Israel, com o qual Deus lidava no passado, e que, como gentios, eles então ‘não tinham esperança e estavam sem Deus no mundo’. (Efé. 2:12) Entre os que não têm esperança alguma em Deus e em Sua promessa duma ressurreição dos mortos são comuns as expressões similares às palavras dos habitantes desobedientes de Jerusalém que, defrontando-se com a ameaça de destruição de sua cidade como julgamento da parte de Deus, em vez de mostrarem arrependimento e pesar, entregaram-se aos prazeres sensuais. Eles diziam: “Comamos e bebamos, pois amanhã morreremos.” (Isa. 22:13) O apóstolo nos avisa para não sermos infetados com a atitude de tais pessoas desesperançosas. — 1 Cor. 15: 32, 33.

      FALSAS ESPERANÇAS

      Paulo não negava que as pessoas do mundo dispõem de algumas esperanças razoáveis que procuram alcançar, algumas delas sendo de natureza elogiável. Antes, mostrou que, sem Deus, as esperanças duma pessoa são inconseqüentes; na realidade, são vãs a longo prazo.

      Mas, além das esperanças humanas normais e comuns, menores, há as perversas. Trata-se de esperanças nutridas de forma iníqua. Em alguns casos, talvez pareçam cumprir-se, mas, em realidade, só se consumam em sentido temporário, pois certo provérbio diz: “A expectativa dos justos é alegria, mas a própria esperança dos iníquos perecerá.” (Pro. 10:28) Ademais: “Quando morre um homem iníquo, perece a sua esperança; e pereceu até mesmo a expectativa baseada na pujança.” (Pro. 11:7) Assim, as esperanças egoístas, e as baseadas em um falso alicerce materialista, em mentiras, em negócios escusos ou no poder ou nas promessas dos homens, certamente ficarão frustradas.

      A FONTE DA ESPERANÇA

      Jeová Deus é a Fonte da verdadeira esperança, e Aquele que é capaz de cumprir todas as Suas promessas e as esperanças daqueles que confiam nele. É por meio de sua benignidade imerecida que dá à humanidade ‘conforto e boa esperança’. (2 Tes. 2:16) Ele tem sido a esperança dos homens justos em todas as eras. Era chamado de “esperança de Israel”, e de ‘a esperança dos antepassados’ de Israel (Jer. 14: 8; 17:13; 50:7), e são muitas as expressões de esperança, de confiança e de crédito nele, contidas nas Escrituras Hebraicas. Em sua benevolência (benignidade amorosa) para com seu

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