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  • Será que os espirítos maus exercem poder sobre os homens?
    A Sentinela — 1966 | 15 de abril
    • corpo do último rei do Laos ficou retido por um ano até que se alcançou uma época favorável para enterros. Em 1952, na Birmânia, o governo resignou durante cinco minutos por causa duma predição astrológica. Em 1959, a posse do primeiro governo eleito do Nepal foi adiada por dois dias, porque alguns creram que o dia designado era inauspicioso astrologicamente. Em 1962, os astrólogos indianos predisseram grandes desastres ou o fim do mundo„ entre os dias 3 a 5 de fevereiro. Calculou-se que a crise astral fez que a Índia perdesse, apenas em dinheiro, 350 milhões de rupias — cerca de Cr$ 126.000.000.000! Em Sikkim, segundo o conselho dos astrólogos, o casamento do filho do marajá com a já debutante de Nova Iorque, Hope Cooke, foi adiado até 1963.

      A Bíblia torna claro que Jeová Deus se opõe a todos estes métodos de adivinhação, quer pela astrologia, quer por outros meios, e mostra que são fúteis e desastrosos para aqueles que deles dependem. Isto é ilustrado pelo ocorrido com os que deram origem à astrologia, os antigos babilônios. Sim, foi na antiga Babilônia que começou a astrologia, bem como a magia e a feitiçaria. Mas, será que a astrologia salvou Babilônia? Cerca de duzentos anos antes de Babilônia cair diante dos medos e dos persas, a Bíblia Sagrada deu a resposta, mostrando que os astrólogos seriam inúteis, incapazes de salvar Babilônia: “Agarra-te, portanto, a teus feitiços e à multidão de teus sortilégios aos quais tu te esmeraste desde tua juventude! Talvez acharás uma receita eficaz para criar o terror. Esbanjaste teus esforços entre tantos conselheiros. Que eles então se levantem e que te salvem, aqueles que preparam o mapa do céu e observam os astros, que comunicam cada mês como irão as coisas. Ei-los como fetos de palha que o fogo consumirá; não poderão escapar às investidas da chama.” — Isa. 47:12-14, CBC.

      Quão completamente inúteis foram os astrólogos da própria Babilônia quando esta se viu ameaçada pelos medos e persas! Poucas horas antes da queda de Babilônia diante de Ciro, o Persa, em 539 A. E. C., Jeová Deus fez que misteriosa escrita surgisse sobre a parede do palácio do rei. O rei convocou todos os seus sábios e astrólogos para interpretá-la. Mas, “foram incapazes de ler essa inscrição e dar ao rei o significado da mesma”. Não foram os adoradores dos céus, mas foi um adorador do Criador dos céus que interpretou a escrita como significando que “Deus contou os anos de teu reinado e nele põe um fim”. Babilônia caiu, deixando seus astrólogos de salvar o rei, o reino ou até mesmo a eles próprios. Vemos neste caso a astrologia ser culpada de ignorância e de impotência no próprio lugar de origem e onde era mais praticada. A astrologia não só falha aos que confiam nela, mas é um dos meios que os espíritos maus usam para desorientar a humanidade. — Dan. 5:1-31, CBC.

      OPONHA-SE AOS ESPÍRITOS MAUS DO MODO BÍBLICO

      Como, então, pode a pessoa protegerse da influência desorientadora dos espíritos maus? Primeiro de tudo, liberte-se de todas as práticas condenadas pela Bíblia como sendo detestáveis a Deus — a adivinhação, quer pela astrologia, quer por outro meio qualquer, procurando agouros tais como sonhos, e consultando os previsores de eventos tais como os médiuns espíritas. Não tenha nada que ver com os feiticeiros ou os que praticam as artes mágicas e encantamentos. Livre-se de todas estas formas de demonismo.

      Embora os espíritos maus exerçam realmente poder desorientador sobre a maioria da humanidade, aqueles que adoram a Jeová Deus não se acham entre os que ‘jazem no poder do iníquo’. Aconselha a Bíblia: “Oponde-vos ao Diabo, e ele fugirá de vós.” (Tia. 4:7) Oponha-se ao Diabo por revestir-se da armadura espiritual que Deus provê a fim de lutar contra os demônios: “Revesti-vos da armadura completa de Deus, para que vos possais manter firmes contra as maquinações do Diabo.” Isto exige fé em Jeová Deus, reconhecê-lo, bem como a seu propósito de destruir o Diabo e os demônios e de tornar possível a vida eterna numa terra paradísica por meio de seu reino celeste. Deus provê também “a espada do espírito, isto é, a palavra de Deus”, a Bíblia Sagrada, para ajudá-lo a lutar com êxito contra as forças espirituais iníquas. — Efé. 6:11-18.

      Portanto, livre-se do poder desorientador dos demônios. Use a Bíblia para ajudar a si mesmo e a outros a livrar-se das práticas demoníacas. Não se situe entre os escravizados ao temor dos espíritos maus, insensatamente tentando proteger-se por usar pregos, casinhas de espíritos, a astrologia, os encantamentos, e assim por diante. Adquira, porém, as armas espirituais que Deus provê para se opor ao Diabo e aos demônios. Venha para a gloriosa liberdade dos que conhecem a verdade da Bíblia, por meio do Filho de Deus, e esta “verdade vos libertará”. — João 8:32.

  • Perguntas dos Leitores
    A Sentinela — 1966 | 15 de abril
    • Perguntas dos Leitores

      ● Qual é “o rio” mencionado no Salmo 72:8? — V. B., E. U. A.

      Neste salmo a respeito do domínio extenso e pacifico do Rei Salomão, encontramos a promessa: “Dominará de mar a mar, e desde o rio até às extremidades da terra.” — Sal. 72:8, Al.

      Podemos avaliar que fronteira se quer dizer pelo termo “o rio” quando nos lembramos da promessa de Jeová feita a Abraão. Este certa vez vivera “dalém do rio” Eufrates, e ali seu pai servira a outros deuses. (Jos. 24:2, 15, Al) Entretanto, depois de ele chegar a Canaã, Deus prometeu que seus descendentes receberiam a terra “desde o rio Egito”, ao sul de Canaã, “até ao grande rio Eufrates”. (Gên. 15:18, Al) Assim, entende-se que o Eufrates é uma das fronteiras da Terra Prometida. (Compare-se com Êxodo 23:31 e Deuteronômio 11:24.) Durante o reinado de Rei Salomão, o território que Israel controlava realmente se estendia até ao Eufrates. — 2 Crô. 9:26.

      É interessante que os Targuns judaicos, paráfrases ou traduções interpretativas de partes das Escrituras Hebraicas em aramaico, rezam “Eufrates” em lugar de “rio” no Salmo 72:8.

      Ter súditos de mar a mar e desde o Rio Eufrates até às extremidades da terra indicava um domínio extenso no caso dos reis de Israel. O Salomão Maior, Jesus Cristo, terá um domínio que abrangerá tudo ou que será global, em grandioso cumprimento deste salmo profético.

      ● Visto que os destruídos no Dilúvio e os que pereceram em Sodoma e Gomorra são mencionados juntos em 2 Pedro 2:4-6, e em Lucas 17:26-30, será que isto talvez indique que os que pereceram no Dilúvio serão ressuscitados? — J. B., Inglaterra.

      Para determinar se é isso que se quer dizer em 2 Pedro 2:4-6 e em Lucas 17:26-30, seria bom ler estes textos cuidadosamente e considerar o contexto.

      Quando examinamos Segunda Pedro, capitulo dois, verificamos que o apóstolo dava o aviso de que apareceriam nas congregações os cristãos falsos. (2 Ped. 2:1-3) Estes “falsos instrutores” levariam alguns para longe da verdadeira fé, mas, era certo que viria a sua própria destruição. A fim de fixar o ponto que Deus os castigaria, o apóstolo se referiu a diversos exemplos. Mostrou que “Deus não se refreou de punir os anjos que pecaram” e que “não se refreou de punir um mundo antigo” nos dias de Noé. Também, por punir Sodoma e Gomorra com a destruição, Deus estabelecia “para as pessoas ímpias um modelo das coisas que hão de vir”. (2 Ped. 2:4-6) Portanto, o apóstolo dava exemplos para mostrar que Deus castiga os ímpios pelas más ações deles. As perspectivas de ressurreição não são consideradas aqui.

      Similarmente, Jesus, conforme indicado em Lucas 17:26-30, usou as pessoas que pereceram no Dilúvio, e as que morreram, quando Sodoma foi destruída, como exemplos. Exemplos de quê? Exemplos para mostrar que as pessoas em geral não estariam cônscias de sua segunda presença porque estariam completamente absortas em seus afazeres diários: comendo, bebendo, casando-se,

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