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  • O que é percepção extra-sensorial?
    A Sentinela — 1963 | 15 de março
    • estava em transe numa dessas ocasiões; dei permissão a um dos que estavam sentados que quebrasse um pedaço da substância branca que a fotografia mais tarde revelou que havia pairado acima do meu rosto.

      “Esta amostra tomada independentemente foi entregue a um analista público. Percy Egerton. Este foi o relatório dele, para os que se interessem: ‘. . . uma matéria gomosa contendo muitas células epiteliais escamosas com os seus núcleos. Havia também algumas células epiteliais sem núcleo e algumas células desintegradas de caráter similar. Um grande número de corpos ovóides altamente refractivos; semelhantes ao levedo, eram também vistos junto com alguns fios semelhantes ao algodão. Não havia células de pus, mas alguns organismos e muito resíduo amorfo foram observados.’ É um pensamento estranho que o homem no meio de uma fraude possa também ser capaz de produzir um fenômeno genuíno.”

      Vemos aqui a PES relacionada com o espiritismo, pois o perceptor extra-sensorial foi capaz de produzir, um tanto inesperadamente, as imagens de ectoplasma comuns aos médiuns espíritas. Outrossim, este mesmo perceptor extrasensorial admite: “A feitiçaria, com os seus ingredientes básicos da P. E. S. e, em alguns outros casos, talvez, de outros fenômenos psíquicos, é ainda praticada até mesmo neste país [Inglaterra].” Note-se que ele fala da feitiçaria como tendo os ingredientes “básicos da P. E. S.” Além do mais, os médiuns espíritas são capazes de produzir alguns dos fenômenos feitos pelos perceptores extra-sensoriais, embora nem sempre num estado consciente. A famosa médium norte-americana, a Sra. Piper, foi estudada cuidadosamente por membros da Sociedade de Pesquisa Física, e, segundo a obra Beyond the Reach of Sense (Além do Alcance do Sentido) diz, “todos concordaram que ela tinha uma notável dádiva de PES”.

      Qual é, então, a fonte da PES? A mesma que o poder atrás dos médiuns espíritas, dos feiticeiros, das pranchetas de ouija e semelhantes — as criaturas espirituais das quais a Bíblia fala como sendo os “anjos, os que não guardaram o seu estado original, mas abandonaram o seu próprio domicílio”. (Judas 6, ALA) Estas criaturas espirituais se materializaram como homens na terra antes do, dilúvio dos dias de Noé; isto era desobediência a Deus, e assim estes anjos se transformaram em demônios. Após o Dilúvio, Deus os restringiu de se materializarem de novo, e agora esses anjos que a si mesmos fizeram demônios operam mediante humanos ou médiuns. Jesus Cristo expulsou os demônios pelo espírito santo de Deus — estes anjos que fizeram a si mesmos demônios têm o poder de causar debilidades físicas, para atormentar as pessoas e para ter controle sobre elas. — Mat. 12:28; Luc. 9:38-43; 11:14, 20.

      As faculdades dos demônios podem dar aos humanos a faculdade de perceber o passado ou de predizer o futuro. Não é novidade que dão aos humanos as faculdades de clarividência. A Bíblia nos diz que a apóstolo Paulo encontrou certa vez uma jovem que exercia a “arte de predizer”. Era uma “jovem possessa de espírito adivinhador”. (Atos 16:16, ALA) Ou, conforme The New Testament in Modern English verte, era uma “moça que tinha um espírito de clarividência”; segundo Knox, “uma moça que estava possessa de um espírito adivinhador”. Após o apóstolo Paulo ter expulsado o “demônio de adivinhação”, a jovem perdeu a faculdade de predizer o futuro; ela não tinha mais PES.

      Embora os perceptores extra-sensoriais digam que podem ajudar as pessoas, isto não altera o fato de que a Palavra de Deus mostra que o espiritismo é uma violação de seus mandamentos: “Não se achará entre ti . . . adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; nem encantador [médium espírita, NM], nem necromante . . . a ti o SENHOR [Jeová] teu Deus não permitiu tal cousa.” — Deu. 18:10-14, ALA.

      Portanto, Deus não é a fonte de tal PES. A sua própria Palavra condena a “prática do espiritismo” para os cristãos. (Gál. 5:20, 21) Os verdadeiros cristãos não procuram cultivar a PES nem tampouco consultam os perceptores extra-sensoriais, os chamados “psíquicos”, em busca de ajuda. Sabem que Deus deu aos cristãos a Bíblia Sagrada como orientação para eles — o Livro que expõe a PES como não sendo outra coisa senão um termo moderno para o poder de produzir fenômenos espíritas.

  • O nosso auxílio está em nome de Jeová
    A Sentinela — 1963 | 15 de março
    • ’O nosso auxílio está em nome de Jeová’

      Conforme relatado por AUGUST PETERS

      MUITO se tem dito sobre a perseguição das testemunhas de Jeová na Alemanha nazista. O que sobreveio aos proclamadores das boas novas neste país foi uma prova de que o seu pensamento e a sua conduta cristã eram genuínos. Os cristãos esperam ser perseguidos, assim como Jesus o foi. (João 15:20) Mas talvez se pergunte: Poderia eu manter a minha integridade sob severa prova? A Palavra de Deus e as experiências dos nossos irmãos cristãos na Alemanha deverão capacitá-lo a responder confiantemente: Sim! Não pode haver dúvida de que Jeová nos fortaleceu durante momentos de grande perigo. A nossa posição intransigente a favor do seu reino provou ser o melhor proceder em cada caso. Sei isso por experiência pessoal.

      INTERROGATÓRIO PELA GESTAPO

      Quando irrompeu a tempestade da perseguição, eu tinha quarenta e três anos de idade e tinha quatro filhos. Ser brutalmente arrancado da minha família era em si mesmo uma provação. Na delegacia da polícia, um jovem agente da Gestapo, quase adolescente, fez-me diversas perguntas. Estava determinado a não fornecer nenhum pormenor aos “filisteus” acerca da congregação da qual eu era o superintendente. Os nazistas não queriam saber nada sobre Jeová, nem aprender nada dele. Eu recusei-me a entregar meus irmãos fiéis à espada. Diversos socos no rosto, dados por quatro homens robustos, não me fizeram mudar de atitude. A ficha que estavam fazendo permaneceu incompleta.

      No dia seguinte, um agente da Gestapo voltou com o principal auxiliar da prisão da delegacia. Outra audiência seria realizada, desta vez no sótão, dentro de portas à prova de som. Conseguiriam completar a ficha hoje? As vinte e quatro horas que decorreram me tornaram ainda mais determinado. A minha recusa, como questão de princípio, de responder às perguntas que tinham que ver com a congregação dificultou-lhes achar base para queixa contra mim. Ficaram cada vez mais irados e se viram obrigados a marcar uma terceira audiência cerca de vinte e quatro horas mais tarde, no porão da Gestapo. Eu já tinha ouvido os gritos lastimosos que vinham do porão. Eram de prisioneiros políticos antinazistas. Agora era a minha vez.

      No sábado de manhã; um secretário da Gestapo visitou-me e aconselhou-me de modo “amistoso” a dizer-lhes o que desejavam saber a fim de que eu pudesse ser solto e voltar para junto de minha família. Notando a minha determinação, ele encolheu os ombros e disse: “Está bem, se é assim que o deseja.” Daí, fui transferido para outra cela, onde fiquei com outro prisioneiro. Só uma parede fina separava a nossa cela da sala da guarda e podíamos ouvir tudo que se passava

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