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  • “Não desistamos de fazer aquilo que é excelente”
    A Sentinela — 1969 | 1.° de março
    • tem associado ativamente com a congregação se torna espiritualmente doente, ele precisa de ajuda genuína, de auxílio amoroso. Será de ajuda para ele ver exatamente quais são as suas obras, o que está faltando, e depois receber algumas sugestões práticas para solucionar o problema. Seu problema talvez seja que não sabe exatamente o que precisa fazer, que passo deve dar. Dará valor à ajuda e à orientação quanto a que deve fazer para fortalecer sua vida espiritual. É verdade que tal ajuda sempre deve ser dada de modo amoroso e com tato, mas precisa também ser honesta e realística. Quando tal ajuda for dada com amor e empatia, os ajudados ficarão gratos de serem ajudados a dar o passo correto na estrada para o desenvolvimento e a madureza espirituais. Conforme estes avançam, elogie-os sinceramente. Ajude-os a discernir seu próprio progresso. Eles terão assim causa para exultação, e isto com respeito a si mesmos, não em comparação com outra pessoa.

      ALERTA À PERDA DA ESPIRITUALIDADE

      12. Se quisermos ceifar o fruto da vida eterna de nossa semeadura, a que devemos estar alerta?

      12 Semear visando o espírito resulta em crescimento espiritual. Se pararmos de semear visando o espírito, paramos de crescer espiritualmente. Ainda pior, se voltarmos a semear visando a carne, deixamos de fazer o que é excelente, e nosso apreço das coisas espirituais desaparece, conduzindo à inatividade e à morte espirituais. Antigamente talvez tenhamos ‘andado segundo o sistema de coisas deste mundo’. “Sim, todos nós nos comportávamos outrora entre eles em harmonia com os desejos de nossa carne, fazendo as coisas da vontade da carne e dos pensamentos, e éramos por natureza filhos do furor, assim como os demais.” (Efé. 2:2, 3) Mas, quando começamos a nos alimentar da verdade da Palavra de Deus, quando começamos a discernir e a fazer o que o espírito santo de Jeová esclareceu ser a Sua vontade para nós, então começamos a passar a viver em sentido real. (1 Cor. 2:11, 12; 2 Cor. 3:6) Se continuarmos a semear visando o espírito, ‘ceifaremos do espírito vida eterna’. Não queremos perder esta colheita bendita da vida eterna, não é verdade? Então, precisamos estar alerta para discernir em nós mesmos qualquer tendência de voltar a semear visando a carne.

      13, 14. (a) Como se demonstra que se está agindo em harmonia com o espírito de Deus ao se tratar de problemas pessoais com outros? (b) Deixar de agir em harmonia com o espírito de Deus, em tais assuntos, pode levar a que conseqüências? (c) De que modo produz a espiritualidade boas relações entre irmãos cristãos?

      13 Pode ser, prezado leitor, que já seja membro duma congregação das testemunhas de Jeová. Pois bem, que conceito forma de seus concristãos? Sabe que o modo de encarar os outros lhe dará um claro indício de como está semeando? Revelar-lhe-á prontamente se está considerando as coisas puramente de modo carnal ou de modo espiritual. Por exemplo, se verificar que está começando a achar faltas, a mentalmente rebaixar os esforços dos outros no serviço de Jeová, então tem nisso um sinal de aviso de que está em perigo de voltar a semear visando a carne. Se tiver alguma razão para discordar de seu irmão ou sua irmã cristãos, se achar que tal pecou contra a sua pessoa, apresse-se a endireitar o assunto, quer por ‘não levar em conta o dano’ — e isto significa realmente tirá-lo da mente, não guardando ressentimento — quer por aplicar o conselho de Jesus, em Mateus 18:15-17, a fim de ganhar seu irmão. Isto significa agir em harmonia com o espírito de Deus. (1 Cor. 13:5) Qual é o resultado quando não segue este proceder? Guarda-se ressentimento no coração contra aquele irmão ou aquela irmã. Este, por sua vez, influi em toda a sua relação com tal. O comparecimento do “ofensor” na tribuna, para proferir um discurso bíblico ou tomar parte numa palestra ou demonstração, produz um sentimento de ressentimento, e descobre que está escutando com atitude crítica, em vez de com amor e apreço. Esta é a atitude de “homens carnais”, não a de “homens espirituais”, não é a de “homens espirituais”, não é? — 1 Cor. 3:1-3.

      14 Isto não significa que não percebemos as fraquezas dos outros. Mas, o homem de mentalidade espiritual, produzindo os frutos do espírito de Deus, é misericordioso, longânime, cheio de benignidade. Faz concessões aos outros. Tem em mente que cada um na congregação é servo de Jeová, procurando agradar a Ele.

      15. O que indicam os sentimentos de ciúme e ressentimento, e a que atitude encoraja Tiago?

      15 A perda da espiritualidade pode revelar-se em sentimentos de ciúme. Talvez alguém tenha esperado receber uma designação ou um privilégio de serviço, mas, ele é passado por alto a favor de outro. O ‘homem carnal’, aquele que ‘semeia visando a carne’, sentirá o ressentimento surgir no coração. Este ressentimento dissipa a alegria, torna difícil ou mesmo impossível cooperar com o irmão agora designado. Não foi sem boa razão que o discípulo Tiago escreveu: “Quem é sábio e entendido entre vós? Mostre ele as suas obras pela sua boa conduta com a mansidão que pertence à sabedoria. Mas, se tiverdes ciúme amargo e briga nos vossos corações, não vos jacteis e não mintais contra a verdade. Esta não é a sabedoria que desce de cima, mas é a terrena, animalesca, demoníaca. Porque, onde há ciúme e briga, ali há desordem e toda coisa ruim.” — Tia. 3:13-16.

      16. Por que devemos combater qualquer tendência de rejeitar o encorajamento dado por outros ou de menosprezar o conselho?

      16 Um sinal seguro da perda da visão espiritual é quando começamos a ressentir o encorajamento ou o conselho dado por cristãos maduros, mesmo quando é apropriado, dado em amor e com o apoio das Escrituras. Esteja alerta a este sinal de perigo. Evite qualquer tendência de menosprezar o conselho por dizer a si mesmo: “Ora, quem está falando é só o velho fulano de tal”, considerando assim o conselho como procedente apenas de fonte humana, em vez de procedente de Jeová, através de um de seus servos. Realmente, visto que estamos associados com a verdadeira organização de Deus, podemos esperar que se nos ofereça ajuda pessoal, receber conselho e encorajamento conforme os necessitamos. Os ‘que têm qualificações espirituais’ estão sob ordens de cuidar do rebanho, de restabelecer num espírito de brandura aqueles que deram “um passo em falso”. (Gál. 6:1) Aceite tal ajuda. Fazendo isso, manifestará a espécie de humildade que resulta numa bênção de Jeová, em receber sua benignidade imerecida e ser enaltecido à vida na sua nova ordem justa. — Tia. 4:6, 10.

      17, 18. (a) Que outro sintoma da perda da espiritualidade mui provavelmente influi no cristão, e o que talvez contribua para isso? (b) Por que não é este o tempo de se desistir de fazer o que é excelente?

      17 Um sintoma comum da perda de espiritualidade é a perda de zelo pelo ministério cristão. O primeiro zelo da ‘infância cristã’, estimulado pela expectativa de em breve alcançar a esperança da vida em felicidade sob o reino de Deus, talvez esteja diminuindo. O tempo passa e o Armagedom não veio tão cedo quanto se esperava. Os problemas da vida diária se fazem sentir novamente e nos fazem lembrar de nossas imperfeições e fraquezas. Ou talvez verifiquemos que estamos anelando os atuais benefícios materiais usufruídos por outros, e a tentação de não perder os prazeres da vida atual debilita a nossa devoção à causa de Jeová.

      18 Mas, é este realmente o tempo de se desistir de fazer a obra excelente que Deus deu aos seus servos nestes “últimos dias”? De todos os tempos é este o de se mostrar perseverança no serviço de Jeová. Seu reino há muito prometido tem regido dos céus desde 1914. Estamos agora bem avançados no tempo do fim, nos últimos dias do atual sistema de coisas. O fim completo da iniqüidade está próximo, em nossa geração. A vida de milhões de pessoas está em jogo; elas têm urgente necessidade de nossa ajuda. Que privilégio é para os cristãos dedicados desviar homens e mulheres de coração sincero do proceder louco deste mundo para adotarem a adoração verdadeira que conduz à vida eterna! De todos os modos, pois, “não desistamos de fazer aquilo que é excelente, pois ceifaremos na época devida, se não desfalecermos. Realmente, então, enquanto tivermos tempo favorável para isso, façamos o que é bom para com todos, mas especialmente para com os aparentados conosco na fé”. — Gál. 6:9, 10.

      19. Com que “guerra” tem de lidar cada um, e que questão vital está em jogo?

      19 Não menospreze, como sem conseqüência, a tendência de ‘semear visando a carne’. Naturalmente, visto que ainda somos imperfeitos, ainda somos afligidos pelas fraquezas da carne. Verificamos que nem sempre fazemos o que gostaríamos de fazer, ou que fazemos o que não queremos fazer. Mas, não devemos ceder aos desejos da carne, “para viver de acordo com a carne”. Sim, no nosso íntimo trava-se uma guerra, entre a nossa mente, que se esforça a estar em harmonia com a orientação do espírito de Jeová, e a nossa carne. (Rom. 7:18-23; 8:12, 13) Ceder à carne, recomeçar a semear visando a carne, forçosamente significará ceifar a corrupção, sim, a morte. Mas, “aquele que semeia visando o espírito, ceifará do espírito vida eterna”. — Gál. 6:8.

      20. Que palavras encorajadoras estão registradas em Hebreus 6:9-12 para os que perseveram fielmente em fazer aquilo que é excelente?

      20 Aos que perseveram em fazer aquilo que é excelente dirigem-se as seguintes palavras amorosas de encorajamento e conselho: “No entanto, em vosso caso, amados, estamos convencidos de melhores coisas e de coisas acompanhadas de salvação, embora estejamos falando deste modo. Pois Deus não é injusto, para se esquecer de vossa obra e do amor que mostrastes ao seu nome, por terdes ministrado aos santos e por continuardes a ministrar. Mas, desejamos que cada um de vós mostre a mesma diligência, para ter a plena certeza da esperança até o fim, para que não fiqueis indolentes, mas sejais imitadores daqueles que pela fé e pela paciência herdam as promessas.” — Heb. 6:9-12.

      Digno és, Jeová, sim nosso Deus, de receber a glória, e a honra, e o poder, porque criaste todas as coisas e porque elas existiram e foram criadas por tua vontade. — Rev. 4:11

  • Persistência recompensada
    A Sentinela — 1969 | 1.° de março
    • Persistência recompensada

      Uma jovem irmã de dez anos de idade, na Polônia, procurava dar testemunho às suas colegas de escola, mas nenhuma das outras meninas se interessava na mensagem. Ela não desistiu, mas começou a falar sobre o reino de Deus com o porteiro, durante os intervalos e antes do inicio das aulas, de manhã. Ele fazia muitas perguntas, e ela lhe dava regularmente revistas para ler. Não demorou muito até que o segundo porteiro da escola, por engano, se dirigiu à irmã carnal dela, que freqüentava a mesma escola e que era dois anos mais velha. Ele lhe perguntou se não podia também receber aquelas revistas que ela dava ao outro porteiro, pois pensou que fosse ela que as fornecia. Quando ela lhe disse que não compreendia de que estava falando, ele foi correndo ao seu apartamento apanhar um exemplar da revista A Sentinela para lhe mostrar. Seu colega já começara a falar-lhe sobre a verdade. Naturalmente, ele também foi suprido de revistas.

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