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  • Como deve encarar a disciplina?
    A Sentinela — 1972 | 1.° de julho
    • “nosso amado irmão”. — Gál. 2:11-14; 2 Ped. 3:15, 16.

      Naturalmente, não precisa esperar que alguém o corrija. Pode praticar a autodisciplina. Por estar atento, poderá reconhecer muitos de seus próprios enganos e passar a corrigi-los. — 1 Cor. 11:31, 32.

      São muitos os benefícios derivados da disciplina. Admitir enganos ou faltas de modo franco dá uma sensação mais salutar e mais pura no íntimo. Resulta em boas relações com outros; eles o reconhecerão como alguém honesto, humilde e equilibrado, animadoramente diferente de tantos outros hoje em dia. E, acima de tudo, lhe assegurará a aprovação e a bênção de Deus. Sim, “as repreensões da disciplina são o caminho da vida”. — Pro. 6:23.

  • A madurez cristã — é difícil de atingir?
    A Sentinela — 1972 | 1.° de julho
    • A madurez cristã — é difícil de atingir?

      O QUE é “madureza cristã”? Como a definiria? Será que a possui? Ou procura ainda atingi-la?

      É de verdadeiro valor termos o entendimento correto sobre a madureza cristã. Em primeiro lugar, o entendimento errado poderá resultar em desânimo. Poderá fazer a madureza cristã parecer algo inalcançável, uma fantasmagoria, algo que nos foge de modo tantalizante quando pensamos que já o pegamos. A madureza cristã não é assim tão difícil de atingir.

      Por outro lado, a compreensão errada pode resultar em normas erradas de se avaliar e julgar outros. Pode fazer com que deixemos de ver e reconhecer as suas boas qualidades. O conceito errôneo da madureza cristã pode induzir a pessoa a menosprezar os outros e a elevar-se na sua própria estima, ou a favorecer erroneamente uns mais que os outros.

      PASSAR DA INFÂNCIA ESPIRITUAL

      No sentido comum, “maduro” é aquele que passou da infância para o estado de adulto. O crescimento físico atinge certo ponto e depois se estabiliza. A madureza emocional se desenvolve de modo parecido, mas amiúde leva mais tempo do que o crescimento físico.

      Existe também o desenvolvimento dos cristãos da infância espiritual para a qualidade de adultos em sentido espiritual, para a madureza cristã. Como saberá se se tornou espiritualmente adulto?

      Os que ainda são “pequeninos em Cristo” precisam ser alimentados apenas com o “leite” da verdade cristã. Tais “pequeninos” não têm certeza de qual é a verdade, e por isso estão inclinados a vacilar e são facilmente desencaminhados pela astúcia e esperteza dos homens que apresentam ensinos falsos. Neste estado infantil podem contribuir pouco para o desenvolvimento “do corpo do Cristo”, a congregação cristã, “para a edificação de si mesmo em amor”. (Efé. 4:12-16) Ainda são “carnais”, talvez inclinados ao ciúme, à rixa e ao sectarismo, e precisam deixar para trás estas coisas mundanas, para se tornarem “homens espirituais”, não pequeninos. — 1 Cor. 3:1-4.

      São alguns de nós assim — instáveis, com falta de convicção quanto à verdade cristã, ainda inclinados a seguir homens, não tendo chegado à união com os que são nossos irmãos espirituais e assim não tendo desenvolvido o amor que edifica e fortalece a congregação cristã? Então teremos realmente de nos esforçar a alcançar a madureza cristã. Também, precisamos dar-nos conta de que passar da infância espiritual e se tornar espiritualmente adulto não vem automaticamente, assim como o crescimento físico. Exige empenho sincero e cooperação da nossa parte com Deus e seu Filho, e os meios providos para alcançarmos a inteireza ou qualidade espiritual de adultos.

      ACEITAÇÃO DA PLENA EXTENSÃO DA VERDADE CRISTÃ

      Uma grande parte do processo do desenvolvimento espiritual até se tornar adulto cristão, portanto, é o progresso na aceitação da plena extensão da verdade cristã. Alguns cristãos hebraicos, do primeiro século, deixaram de progredir além das “coisas elementares das proclamações sagradas de Deus”, e por isso eram como os que ainda ‘tomam leite’, não preparados para tomar o alimento sólido que “é para as pessoas maduras, para aqueles que pelo uso têm as suas faculdades perceptivas treinadas para distinguir tanto o certo como o errado”. Este foi o motivo de Paulo lhes escrever, exortando-os a ‘avançarem à madureza’. Como deviam fazer isso? Como podemos nós fazê-lo, se ainda não o fizemos?

      O apóstolo lhes mostrou que não deviam ser como construtores que nunca chegam além dos alicerces do prédio, o “alicerce” sendo neste caso as doutrinas elementares ou primárias sobre o Cristo. Deviam passar para a ‘superestrutura’ edificada sobre este alicerce, a saber, os ensinos mais avançados sobre o propósito de Deus revelado por meio de seu Filho, ensinos que são mais difíceis de explicar do que os ensinos elementares.

      Havia necessidade urgente de progredirem assim; era vital que fizessem isso. Por quê? Porque não podiam ficar parados indefinidamente; no fim de contas, tinham de fazer progresso ou então retroceder. O que significaria se retrocedessem? Significaria apostasia, abandono da verdadeira fé, e isso resultaria em destruição. — Heb. 5:11-6:8.

      Naturalmente, seu progresso no entendimento destas doutrinas mais difíceis teria de ser acompanhado por um desenvolvimento correspondente do seu conceito espiritual e de sua personalidade cristã. Não bastava apenas o conhecimento intelectual. Aquelas verdades avançadas teriam efeito sobre a sua vida, assim como já tiveram os ensinos “elementares”.

      Hoje possuímos a inspirada Palavra de Deus por completo. Aceitamos a plena extensão de seus ensinos e esforçamo-nos sinceramente a viver em harmonia com eles? Ou somos seletivos, assim como se dá com muitos que são cristãos apenas de nome, hoje em dia? Estes observam apenas o que querem, mas não se querem empenhar totalmente em ser discípulos do Filho de Deus, e por isso estão divididos nas muitas seitas da cristandade. Dá-se isso em nosso caso? Nossa resposta a estas perguntas nos ajudará a saber se já atingimos a madureza cristã ou não.

      A MADUREZA CRISTÃ NÃO É O FIM DO PROGRESSO

      Mas, não é verdade que, com o passar do tempo, compreendemos melhor a Palavra de Deus e obtemos mais conhecimento de certas verdades, inclusive de algumas ‘minúcias’ do entendimento? É verdade. Pois bem, chegamos a atingir alguma vez realmente a madureza? Ou está sempre um pouco além do nosso alcance, sendo que realmente nunca atingiremos a madureza? Não, isto não se dá. Vejamos por que não.

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