BIBLIOTECA ON-LINE da Torre de Vigia
BIBLIOTECA ON-LINE
da Torre de Vigia
Português (Brasil)
  • BÍBLIA
  • PUBLICAÇÕES
  • REUNIÕES
  • Espírito
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • ou a ‘ventos de mudança e de revolução que sopram através duma nação’. Por meio disso tudo, referimo-nos a esta força ativadora invisível que opera nas pessoas, que as move a falar e a agir do modo como o fazem.

      Similarmente, lemos sobre a “amargura de espírito” de Isaque e de Rebeca, resultante do casamento de Esaú com mulheres hititas (Gên. 26:34, 35), e a tristeza de espírito que dominou Acabe, privando-o do apetite. (1 Reis 21:5) Um “espírito de ciúme” poderia mover um homem a encarar com suspeita sua esposa, chegando mesmo a fazer acusações de adultério contra ela. — Núm. 5:14, 30.

      O sentido básico duma força que move e dá “impulso” ou “motivação” às ações e à linguagem duma pessoa também é visto na referência a Josué como sendo “um homem em quem há espírito” (Núm. 27:18), e a Calebe como demonstrando “diferente espírito” em relação à maioria dos israelitas, que ficaram com o moral baixo devido ao péssimo relatório dos dez espias. (Núm. 14:24) Elias era um homem dotado de muito impulso e força em seu zeloso serviço a Deus, e Eliseu procurou “duas parcelas” do espírito de Elias, qual sucessor dele. (2 Reis 2:9, 15) João, o Batizador, demonstrou esse mesmo ‘impulso’ vigoroso e zelo vibrante que Elias demonstrara, e isto resultou em João exercer poderoso impacto sobre seus ouvintes; assim, poder-se-ia dizer que ele saíra “com o espírito e o poder de Elias”. (Luc. 1:17) Como contraste, a riqueza e a sabedoria de Salomão exerceram tamanho efeito assombroso e sobrepujante sobre a rainha de Sabá que “se mostrou não haver mais espírito nela”. (1 Reis 10:4, 5) Neste mesmo sentido fundamental, o espírito, ou força ativadora, da pessoa pode ser ‘incitado’ ou ‘despertado’ (1 Crô. 5:26; Esd. 1:1, 5; Ageu 1:14; compare com Eclesiastes 10:4), ficar ‘agitado’ ou ‘irritado’ (Gên. 41:8; Dan. 2:1, 3; Atos 17:16), ser ‘acalmado’ (Juí. 8:3), ser ‘afligido’, ‘desmaiar’ (Jó 7:11; Sal. 142:2, 3; compare com João 11:33; 13:21), ser ‘reavivado’ ou ‘reanimado’. — Gên. 45:27, 28; Isa. 57:15, 16; 1 Cor. 16:17, 18; 2 Cor. 7:13; compare com 2 Coríntios 2:13.

      Sublinha-se fortemente a necessidade vital de se controlar o próprio espírito. “Como uma cidade arrombada, sem muralha, é o homem que não domina seu espírito.” (Pro. 25:28) Sob provocação, talvez aja como o insensato que impacientemente ‘deixa sair todo o seu espírito’, ao passo que o sábio “o mantém calmo até o último”. (Pro. 29:11; compare com 14:29, 30.) Moisés permitiu-se ser indevidamente provocado quando os israelitas “amarguraram-lhe o espírito” em certa ocasião, e “ele começou a falar precipitadamente com os seus lábios”, para seu próprio dano. (Sal. 106:32, 33) Assim, “melhor é o vagaroso em irar-se do que o homem poderoso, e aquele que controla seu espírito, do que aquele que captura uma cidade”. (Pro. 16:32) Para isto é essencial a humildade (Pro. 16:18, 19; Ecl. 7:8, 9), e aquele que é “humilde de espírito segurará a glória”.

      (Pro. 29:23) O conhecimento e o discernimento mantêm um homem com “espírito frio”, controlando a língua. (Pro. 17:27; 15:4) Jeová faz “a avaliação dos espíritos” e julga aqueles que não ‘se guardam quanto ao seu espírito’. — Pro. 16:2; Mal. 2:14-16.

      Espírito demonstrado por um grupo de pessoas

      Assim como uma pessoa pode mostrar certo espírito, assim também um grupo ou conjunto de pessoas pode manifestar certo espírito. (Gál. 6:18; 1 Tes. 5:23) A congregação cristã devia ser unida em espírito, refletindo o espírito de seu Cabeça, Cristo Jesus. — 2 Cor. 11:4; Fil. 1:27; compare com 2 Coríntios 12:18; Filipenses 2:19-21.

      Paulo se refere ao “espírito do mundo” em contraste com o espírito de Deus. (1 Cor. 2:12) Sob o controle do adversário de Deus (1 João 5:19), o mundo demonstra um espírito de satisfação dos desejos da carne decaída, de egoísmo, resultando em inimizade com Deus. (Efé. 2:1-3; Tia. 4:5) Como o Israel infiel, a motivação impura do mundo promove a fornicação, quer física quer espiritual, junto com a idolatria. — Osé. 4:12, 13; 5:4; Zac. 13:2; compare com 2 Coríntios 7:1.

  • Espírito Santo
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • ESPÍRITO SANTO

      Veja ESPÍRITO.

  • Esponja
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • ESPONJA

      O esqueleto absorvente, resistente, elástico, de certos animais aquáticos encontrados em abundância nas águas do E do mar Mediterrâneo e em outras partes. Provavelmente se obtinham esponjas (tanto no passado como no presente) por meio de mergulhadores, que as removiam a mão das rochas submersas. Depois que o animal vivo morreu e se decompôs dentro de seu esqueleto, a esponja era lavada cabalmente até que só restava seu esqueleto.

      A característica da esponja de absorver e soltar líquidos a tornava comercialmente importante nos tempos antigos, para o banho e para a limpeza. Uma esponja ensopada em vinho acre e colocada na ponta duma cana foi oferecida a Jesus Cristo, quando ele estava na estaca de tortura. — Mat. 27:48; Mar. 15:36; João 19:29.

  • Esposa
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • ESPOSA

      Jeová Deus proveu uma esposa para Adão, o primeiro homem, por tirar dele uma costela e fazer dela a mulher. Desta forma, ela se tornou osso dos seus ossos e carne de sua carne. Ela era o complemento de Adão e foi criada para ser sua ajudadora. (Gên. 2:18, 23) Deus lidava diretamente com Adão, e Adão, por sua vez, transmitia os mandamentos de Deus para sua esposa. Por motivo de ter sido criado primeiro, e por ser criado à imagem de Deus, Adão gozava de prioridade como cabeça, e era o porta-voz de Deus para ela. Sua condição como cabeça devia ser exercida com amor, e a mulher, como ajudadora, devia cooperar no mandato procriativo que fora dado ao casal. — Gên. 1:28; veja MULHER.

      Ao passo que o marido ocupava a posição superior no arranjo matrimonial, os requisitos de Deus eram que ele fizesse provisões para a família e cuidasse dela em sentido material e espiritual. Também, todos os erros cometidos pela família refletiam sobre ele; por conseguinte, tinha pesada responsabilidade. E, ao passo que possuía maiores privilégios que sua esposa, a lei de Deus protegia a esposa, e lhe dava também certos privilégios ímpares, de modo que ela usufruísse uma vida feliz e produtiva.

      Eis aqui alguns exemplos das provisões da Lei que envolviam a esposa: Em caso de adultério, quer o marido quer a esposa podiam ser mortos. Caso o marido suspeitasse de infidelidade secreta por parte da esposa, podia levá-la ao sacerdote, para Jeová Deus julgar o assunto. Se a mulher fosse culpada, seus órgãos reprodutivos se atrofiariam. Por outro lado, se ela não fosse culpada, exigia-se que o marido a engravidasse, desta forma reconhecendo-a publicamente como inocente. (Núm. 5:12-31) O marido podia divorciar-se de sua esposa caso achasse algo indecente nela. Isto provavelmente incluiria coisas tais como ela mostrar crasso desrespeito a ele, ou trazer vitupério à sua própria família, ou à família do pai dele. Mas a esposa era protegida pelo requisito de que ele lhe tinha de dar um certificado de divórcio. Ela ficava então livre para casar-se com outro homem. (Deut. 24:1, 2) Caso a esposa tivesse feito um voto que o marido julgasse insensato ou prejudicial ao bem-estar da família, ele podia anulá-lo. (Núm. 30:10-15) Isto, contudo, era uma proteção para a esposa, impedindo-a de tomar qualquer ação precipitada que pudesse causar-lhe dificuldades.

      Sob a Lei mosaica se permitia a poligamia, mas esta também foi regulada, de modo a proteger a esposa. O marido não podia transferir o direito de primogênito do filho de uma esposa menos amada para o filho de sua esposa favorita. (Deut. 21:15-17) Caso uma jovem israelita fosse vendida pelo pai como escrava, e o amo dela a tomasse como concubina e ela não lhe agradasse, ele podia permitir que ela fosse remida, mas não podia vendê-la a um povo estrangeiro. (Êxo. 21:7, 8) Se o amo ou seu filho a tinha tomado como concubina e então se casasse com outra mulher, ela devia receber seu alimento, roupa e abrigo, e os deveres conjugais relativos ao sexo. (Êxo. 21:9-11) Caso um marido acusasse malevolamente a esposa de ter afirmado falsamente ser virgem por ocasião do casamento, e sua acusação resultasse falsa, ele era punido e tinha de pagar ao pai dela o dobro da taxa de casamento para as virgens, e jamais podia divorciar-se dela por todos os seus dias. (Deut. 22:13-19) Caso um homem seduzisse uma virgem não-comprometida, exigia-se que ele pagasse o preço da noiva ao pai dela e, caso o pai permitisse, a desposasse, após o que jamais podia divorciar-se dela por todos os seus dias. — Deut. 22:28, 29; Êxo. 22:16, 17.

      Ao passo que a posição da esposa na sociedade hebréia era um tanto diferente de sua posição na sociedade ocidental hodierna, a fiel esposa hebréia apreciava sua posição e seu trabalho. Ela ajudava o marido, criava a família e administrava a casa, encontrando muitas coisas que lhe davam satisfação e deleite, podendo expressar sua natureza e seus talentos femininos de modo pleno.

      DESCRIÇÃO DA BOA ESPOSA

      A condição feliz e as atividades da esposa fiel são descritas em Provérbios 31. Diz-se que, para seu marido, ela é mais valiosa do que corais. O marido pode confiar nela. Ela é laboriosa, tecendo, fabricando roupas para sua família, cuidando das compras dos itens necessários à casa, trabalhando no vinhedo, dirigindo a casa com os serviçais, ajudando outros que precisam de auxílio, vestindo sua família de forma atraente, até mesmo obtendo certa renda por seu artesanato, equipando sua família para futuras emergências, expressando- se com sabedoria e benevolência e, por temer a Jeová e praticar boas obras, obtendo o louvor do marido e dos filhos, desta forma honrando seu marido e sua família no país. Assim, aquele que encontrou uma boa esposa encontrou uma coisa boa, e obtém a boa vontade de Jeová. — Pro. 18:22.

      USO FIGURADO

      Em sentido figurado, Jeová mencionou Israel como sendo uma esposa para ele, por motivo do Seu pacto com aquela nação. (Isa. 54:6) O apóstolo Paulo se refere a Jeová como sendo o Pai dos cristãos gerados pelo espírito, e à “Jerusalém de cima” como sendo a mãe deles, como se Jeová fosse casado com ela com o fito de ela dar à luz cristãos gerados pelo espírito. (Gál. 4:6, 7, 26) Menciona-se a congregação cristã como sendo a noiva ou esposa de Jesus Cristo. — Efé. 5:23, 25; Rev. 19:7; 21:2, 9.

      NA CONGREGAÇÃO CRISTÃ

      Na congregação cristã, a norma é que o marido deve ter apenas uma esposa viva. (1 Cor. 7:2; 1 Tim. 3:2) Ordena-se que as esposas se sujeitem a seus maridos, quer tais maridos sejam quer não crentes cristãos. (Efé. 5:22-24) As esposas não devem reter os direitos conjugais relativos ao sexo, pois, assim como se dá com o marido, assim também a esposa não “exerce autoridade sobre o seu próprio corpo”. (1 Cor. 7:3, 4) Instrui-se às esposas que deixem que seu adorno primário seja o da pessoa secreta do coração, produzindo os frutos do espírito, para que talvez, apenas por sua conduta, seus maridos descrentes sejam ganhos para o cristianismo. — 1 Ped. 3:1-6.

  • Estaca De Tortura
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • ESTACA DE TORTURA

      Instrumento tal como aquele em que Jesus Cristo sofreu a morte por ser pendurado nele. (Mat. 27:32-40; Mar. 15:

Publicações em Português (1950-2026)
Sair
Login
  • Português (Brasil)
  • Compartilhar
  • Preferências
  • Copyright © 2025 Watch Tower Bible and Tract Society of Pennsylvania
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade
  • Configurações de Privacidade
  • JW.ORG
  • Login
Compartilhar