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  • Dê a Deus a devoção exclusiva que merece
    A Sentinela — 1975 | 1.° de dezembro
    • de cerca de 120 discípulos que receberam o espírito santo no dia de Pentecostes de 33 E. C. (Atos 1:14; 2:1-4) Por Jesus dar ênfase às relações espirituais, não às carnais, seus irmãos finalmente obtiveram uma boa relação espiritual com Jeová Deus.

      Parentes e amigos não são os únicos que poderiam fazer com que alguém deixasse de dar a Deus devoção exclusiva. Na realidade, qualquer pessoa ou coisa que assuma indevida importância na nossa vida pode levar a não estarmos exclusivamente devotados a Deus. Por exemplo, a Bíblia refere-se à cobiça como sendo “idolatria”. (Col. 3:5) Isto se dá porque o objeto do almejo da pessoa desvia de Deus a afeição e assim se torna ídolo. Tome o caso de alguém que queira destaque no mundo. Seu tempo e sua energia são inteiramente gastos no empenho de alcançar esse objetivo. Ele nem pensa em qual é a vontade de Deus neste assunto. Obviamente, não está exclusivamente devotado a Deus. Outro interesse tornou-se sua preocupação principal — o objetivo de seu amor.

      Visto que Jeová Deus exige corretamente a devoção exclusiva, temos de prevenir-nos para que nada na nossa vida assuma indevida importância, expulsando nossa afeição a ele. Nada do que este mundo tenha a oferecer deve ser permitido a obscurecer nossa visão da justeza de permanecermos exclusivamente devotados a Jeová. Devemos acatar a admoestação inspirada: “Não estejais amando nem o mundo, nem as coisas no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele; porque tudo o que há no mundo — o desejo da carne, e o desejo dos olhos, e a ostentação dos meios de vida da pessoa — não se origina do Pai, mas origina-se do mundo. Outrossim, o mundo está passando, e assim também o seu desejo, mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre.” (1 João 2:15-17) Sim, se nossa preocupação principal é dar a Jeová Deus a devoção exclusiva que merece, podemos estar certos de que ele nos favorecerá com a vida eterna.

  • Perguntas dos Leitores
    A Sentinela — 1975 | 1.° de dezembro
    • Perguntas dos Leitores

      ● O que querem dizer as palavras de Paulo em 1 Coríntios 7:29: “Os que tiverem esposas sejam como se não as tivessem”?

      A admoestação inspirada do apóstolo Paulo faz parte duma consideração que recomenda o estado de solteiro como o proceder melhor, pelo motivo de permitir ao cristão “assistir constantemente ao Senhor, sem distração”. (1 Cor. 7:32-35) O conselho dado aos maridos, de serem ‘como se não tivessem esposa’, portanto, deve referir-se a servir a Jeová Deus com plena devoção.

      Muitos casados levam a sua vida marital como se fosse a única coisa importante na vida. Preocupam-se tanto em agradar ao seu cônjuge, que as coisas espirituais, se não são completamente desconsideradas, no mínimo são negligenciadas. O marido cristão, porém, reconhece que sua relação com Deus precisa vir em primeiro lugar na sua vida. Precisa viver de todo o coração para Jeová. (Rom. 14:8) Seu amor a Deus não pode ser menos exclusivo do que o dos solteiros. Não importa o que possa surgir, não deve permitir que seu casamento interfira no seu serviço legítimo a Deus, como discípulo devoto do Senhor Jesus Cristo. Isto está em harmonia com as palavras de Jesus: “Quem se chegar a mim e não odiar [amar em grau menor] seu pai, e mãe, e esposa, e filhos, e irmãos, e irmãs, sim, e até mesmo a sua própria alma, não pode ser meu discípulo.” — Luc. 14:26; compare isso com Mateus 10:37.

      Não se deve entender o conselho de Paulo como significando que os maridos cristãos não devam fazer caso de sua esposa ou tratá-la como se não existisse. Ao contrário, Paulo determinou para os cristãos em Éfeso: “Os maridos devem estar amando as suas esposas como aos seus próprios corpos. Quem ama a sua esposa, ama a si próprio, pois nenhum homem jamais odiou a sua própria carne; mas ele a alimenta e acalenta.” (Efé. 5:28, 29) De modo que o marido cristão não deve negligenciar suas responsabilidades maritais. Mas, sempre devia seguir o conselho de Paulo, de desenvolver toda a sua vida em torno de sua relação com Deus. Toda a sua vida não deve ser apenas seu casamento mas ele deve cuidar de que, no que for possível, seu casamento contribua para a sua relação com Deus.

      A admoestação dada pelo apóstolo Paulo também deve ser encarada à luz da esperança tida por aqueles a quem escreveu. Aqueles a quem se dirigia (maridos, esposas, bem como solteiros) eram cristãos ungidos pelo espírito, que tinham diante de si a perspectiva de ficar unidos com o Senhor Jesus Cristo nos céus, depois de sua morte e ressurreição. Portanto, todos os vínculos e apegos terrenos, inclusive os vínculos maritais, por fim acabariam totalmente, para nunca mais serem restabelecidos. Nenhumas tristezas, alegrias ou bens os acompanhariam ao céu. Visto que teriam de deixar atrás tudo o que é de natureza terrena, não deviam permitir que tais coisas assumissem importância indevida na sua vida.

      Por outro lado, também, mesmo já durante a sua vida na terra, as coisas não necessariamente ficariam assim como estavam. Conforme salientou o apóstolo Paulo “Está mudando a cena deste mundo.” Por isso não era sábio que os cristãos se prendessem indevidamente a relações e bens que não eram permanentes. Se fizessem isso, a perda da esposa, dum amigo ou mesmo de bens materiais poderia levar a ficarem desanimados ao ponto de renunciarem à sua relação preciosa com Deus. — 1 Cor. 7:30, 31.

      Hoje em dia, os servos de Jeová Deus, que esperam ganhar a vida na terra, também podem tirar proveito da admoestação inspirada de Paulo. Também no caso deles, os bens e as relações terrenas não são permanentes. O tempo e o imprevisto sobrevêm a todos, privando-os às vezes de bens, amigos e cônjuge. Quanto aos bens materiais, ninguém deve esperar que Jeová os preserve através da “grande tribulação”. Jeová prometeu preservar a vida, não os bens materiais. Portanto, a coisa de suprema importância na vida de todo cristão não deve ser o casamento, os bens ou quaisquer outras coisas terrenas, mas a sua boa relação com Deus. Nossa vida depende de mantermos esta relação.

  • “Quem fez as lindas flores?”
    A Sentinela — 1975 | 1.° de dezembro
    • “Quem fez as lindas flores?”

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