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  • A força da benignidade
    A Sentinela — 1960 | 15 de dezembro
    • intermédio do Filho dele. Tal benignidade faz que se arrependa e se desvie do proceder de mundanismo, conforme mostrou Paulo em Romanos 2:4 (NM; NTR): “Desprezas as riquezas da sua benignidade, e indulgência, e longanimidade, porque não sabes que a qualidade benigna de Deus está tentando guiar-te ao arrependimento?” Vendo que a benignidade tem tal poder atrativo, o cristão deseja ardente, fervorosa e intensamente ser igual a seu Pai no céu, para que, pela sua própria benignidade, possa atrair outros à adoração de Jeová Deus.

      18. Contraste a força da benignidade com a da grosseria? Portanto, como pode a esposa cristã convencer o marido descrente a respeito da verdade?

      18 A esposa cristã que tem um marido descrente pode atrair seu cônjuge à verdade de Deus por mostrar consideração e benignidade. Ela não procura impor a verdade ao seu marido, pois conhece a vontade divina conforme expressa por Pedro: “Do mesmo modo vós, esposas, estai em sujeição aos vossos próprios maridos, de modo que, se quaisquer deles não forem obedientes à palavra, sejam vencidos, sem palavra, por meio da conduta de suas esposas, por causa de terem sido testemunhas oculares de vossa conduta casta, junto com profundo respeito.” A esposa talvez tenha sido antes desrespeitosa para com a chefia de seu marido; talvez tenha agido com críticas e exigências, a toda hora importunando e censurando. É possível que não tenha sabido o que dizem os Provérbios inspirados, que “as contendas da esposa são como o teto gotejante que afasta a pessoa”, que “melhor é morar numa terra desértica do que com uma esposa contenciosa junto com vexação”. É provável que não tenha lido o comentário feito sobre estes textos pelo Dr. Philip Lai, médico australiano com doze anos de experiência em expedições polares. Noticiando um discurso que ele proferiu, o jornal Times de Nova Iorque, de 24 de novembro de 1959, disse: “As mulheres ralhetas, os casamentos impossíveis e a fadiga de se ‘manter em dia com os vizinhos’ foram hoje alistados como algumas das razões por que certos homens foram morar nos ermos gelados da Antártida.” A grosseria repele, repelindo alguns, como parece, tão longe, que foram morar na “terra desértica” do Pólo Sul! A benignidade opera de modo diferente; ela tem uma tremenda força de atração. A esposa que se reveste “da nova personalidade que foi criada, segundo a vontade de Deus, em verdadeira justiça e benevolência” pode convencer seu marido da verdade “sem palavra”. Tal é a força da benignidade! — 1 Ped. 3:1, 2; Pro. 19:13; 21:19; Efé. 4:24, NM.

      19. Explique como as mulheres cristãs têm verdadeiro atrativo.

      19 O conselho que o apóstolo deu às mulheres cristãs mostra o que é básico para o atrativo. Em alguns países, as moças passam talvez uma temporada nas chamadas escolas de encanto, para aprenderem a ser encantadoras. E o resultado? Demasiadas vezes um encanto mundano chamado “glamour”. A sofisticação mundana talvez engane a alguns dos que se orientam segundo as normas do velho mundo, mas os que têm discernimento espiritual não são enganados; sabem que as qualidades do coração — o altruísmo, a compreensão, a benignidade, a compaixão e a mansidão — são básicas para o verdadeiro atrativo: “Não seja o vosso adorno o externo trançar do cabelo e o de usar ornamentos de ouro ou de trajar mantos, mas seja ele a pessoa secreta do coração, na vestimenta incorrutível do espírito quieto e manso, que é de grande valor aos olhos de Deus” — e aos olhos do homem. Por cultivar os frutos do espírito, a mulher cristã possui um encanto que nenhuma quantidade de “glamour” e etiqueta do mundo podem fornecer. Trata-se novamente de pôr a vontade de Deus em primeiro lugar, procurando sempre ser semelhante ao nosso Pai no céu. — 1 Ped. 3:3, 4, NM.

      20. Quais são as recompensas da força da benignidade?

      20 A benignidade é uma força remuneradora. É um dos frutos do espírito de Deus e parte da “nova personalidade”. É um requisito divino. Ajuda a resolver problemas. É uma força básica no uso de tato, de boas maneiras e do verdadeiro atrativo. Afugenta os mal-entendidos. Torna fácil perdoar aos outros. Mantém-se firme a favor do que é direito. Ajuda o cristão a seguir a paz e a atrair outros a Jeová e à Sua verdade. Ajuda-nos a obedecer à ordem: “Tornai-vos imitadores de Deus.” Se por esta razão seguirmos a bondade, a compaixão e a benignidade, será como Jesus disse: “Grande será a vossa recompensa, e sereis filhos do Altíssimo.” — Efé. 5:1; Luc. 6:35, NM.

  • Mostrando benignidade para com todos
    A Sentinela — 1960 | 15 de dezembro
    • Mostrando benignidade para com todos

      1. Que efeito tem a falta de benignidade sobre este mundo e sobre os homens?

      VIVEMOS num mundo frio e inóspito, porque são muitas as pessoas que não têm benignidade ou bondade. Vivemos num mundo em que os estranhos são muitas vezes olhados com fria suspeita. O medo tem o efeito de esfriar a bondade, e, em muitas pessoas, o amor do dinheiro tem estrangulado o que restou de sua benignidade. Considerada como impedimento para o lucro financeiro; a benignidade é muitas vezes substituída pela falta de escrúpulos; de modo que a perspicácia mental não tem provido nenhuma garantia de benignidade. Observando este fato, Sir Robert Watson-Watt, principal inventor do radar, disse: “Nos meus negócios tenho sofrido mais de pessoas brilhantes e inventivas no seu próprio campo de técnica, mas que não foram educadas a serem seres humanos.” O brilho mental sem benignidade amorosa faz a pessoa parecer, não a Jeová Deus, que é “grande em benignidade”, mas antes àquele que “anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar”, Satanás, o Diabo. Deveras, estamos “nos últimos dias [em que] haverá tempos críticos, difíceis de manejar. Pois os homens serão amantes de si mesmos, amantes do dinheiro, . . . sem benignidade”. — Jon. 4:2; 1 Ped. 5:8, Al; 2 Tim. 3:1, 2, NM.

      2. (a) Contraste os “filhos de Deus” com os “filhos do Diabo”, mostrando os seus respectivos frutos. (b) Podem os “filhos de Deus” corretamente deixar de usar a benignidade, a fim de promover os seus interesses pessoais ou os interesses cristãos?

      2 Visto que o cristão precisa provar ser filho do Altíssimo e não “filho do Diabo”, como poderá viver num mundo “sem benignidade”? Poderá permitir-se cair no lamaçal da falta de benignidade em que este mundo perverso se revolve? Poderá jamais permitir-se deixar de lado a benignidade, a fim de avançar nos negócios, nos interesses pessoais ou nos cristãos? Não! Não se desejar mostrar-se como filho do Altíssimo, conforme indicado pelo apóstolo João: “Os filhos de Deus e os filhos do Diabo evidenciam-se pelo seguinte fato: Todo aquele que não pratica a justiça não se origina de Deus, nem aquele que não ama a seu irmão.” Os “filhos de Deus” não podem adotar as práticas rudes dos “filhos do Diabo”. Os filhos de Deus não podem produzir frutos podres, iguais aos “filhos da desobediência”, mas precisam continuar “andando como filhos da luz, pois os frutos da luz consistem em toda espécie de bondade, e justiça, e verdade”. Os “filhos da luz” certamente não podem empregar a falta de benignidade no afã de promover os seus próprios interesses pessoais ou os interesses de Jeová; antes, usam “toda espécie de bondade”. Portanto, a benignidade ou a falta dela identificam-nos quanto à nossa filiação. — Atos 13:10; 1 João 3:10; Efé. 5:6, 8, 9, NM.

      3, 4. Como podem os cristãos recomendar-se como ministros de Deus?

      3 A benignidade informa os outros quanto a se estamos imitando a Deus ou

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