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  • Apreço por Despertai!
  • Masturbação
  • Depressão
  • Constituição dos Estados Unidos
Despertai! — 1988
g88 22/4 p. 28

De Nossos Leitores

Apreço por Despertai!

Gostaria de expressar o quanto aprecio ser assinante da revista Despertai!. Existem várias particularidades nesta revista que a fazem diferir das demais revistas, mas algo que admiro em especial são as fotos. Embora algumas não sejam feitas por vocês, a escolha delas mostra que se preocupam em dar um bom visual à revista. Sou fotógrafa amadora e confesso nunca ter visto nada igual à capa da edição de 22 de julho de 1987. É simplesmente linda. Estão de parabéns. Espero que continuem a editar esta revista com o mesmo carinho.

M. C. R., Pará, Brasil.

Masturbação

Queria agradecer muito o artigo “Os Jovens Perguntam . . . Por Que É Tão Difícil Evitar a Masturbação?”. (8 de novembro de 1987) Tenho apenas 14 anos, e me masturbava muito. Mas depois de saber a razão disso, e o que a masturbação me pode causar, fiz um grande esforço para me livrar dela. Li também no artigo as experiências de outros que tinham vencido este mesmo problema. E, com a ajuda de outras irmãs, Testemunhas de Jeová, consegui livrar-me desse mau hábito. Agradeço-lhes muito o artigo, e espero ansiosamente o outro artigo [já publicado na edição de 8 de março de 1988] sobre este mesmo assunto.

A. F. L., São Paulo, Brasil.

Depressão

Desejo agradecer-lhes os assuntos publicados na Despertai! sobre a depressão e as suas raízes psicológicas, e especialmente sobre como vencê-la. (22 de outubro de 1987) Tenho 45 anos, e desde criança me sentia inferior a outras pessoas, e isto muito me prejudicou. Muitas vezes procurava lembrar-me de uma pequena demonstração de afeto por parte de meus pais, mas em vão. Agora, depois de ler estes artigos maravilhosos, posso entendê-los melhor. Também estou-me sentindo como igual às outras pessoas. Sinto-me como que liberta. Muito obrigada.

C. P., R. G. Sul, Brasil.

Quero agradecer-lhes os excelentes artigos sobre depressão. (22 de outubro de 1987) Somente agora, depois de ler seus artigos, é que entendi o que aconteceu comigo na adolescência e também quais foram as causas do meu problema. Disseram que é difícil quando os jovens estão deprimidos, porque eles não se abrem, ou disfarçam. Mas posso acrescentar que em alguns casos eles não falam nada sobre o assunto porque não entendem o que lhes está acontecendo. Não sabem que estão deprimidos. Foi o que aconteceu comigo. Se eu tivesse conhecimento sobre o assunto não levaria tanto tempo para me recuperar. Não dá para se ter idéia de quantos jovens e adultos passam por este problema e precisam ficar melhor esclarecidos sobre isso. Continuem publicando artigos como estes.

L. A. R., Minas Gerais, Brasil.

Constituição dos Estados Unidos

Apreciei o artigo “A Constituição dos Estados Unidos e as Testemunhas de Jeová”. (22 de outubro de 1987) Depois de fazer algumas pesquisas sobre a história da Constituição, fiquei sabendo que muitos dos homens que assinaram tal Constituição eram racistas e brutais donos de escravos, e, ao mesmo tempo, eram religiosos freqüentadores de igrejas e impunham seus dogmas a seus escravos. Os livros de História geralmente parecem ter omitido estes fatos.

A. N., Japão.

É verdade que os sublimes ideais expressos no preâmbulo da Constituição, de ‘estabelecer a justiça, assegurar a tranqüilidade interna, e garantir os benefícios da liberdade’ não beneficiaram todos os habitantes dos Estados Unidos quando ela foi adotada, em 1787. Passaram-se cerca de 80 anos antes de ser proibida a escravatura (1865) e mais de 130 anos até que as mulheres obtiveram o direito de voto (1920). A plena obtenção da igualdade racial está levando ainda mais tempo. Isto, naturalmente, indica as limitações dos homens imperfeitos e egoístas, e mostra a real necessidade que temos do Reino de Deus, por seu Filho, Cristo Jesus, onde a plena justiça predominará. (Isaías 9:6, 7; 32:1, 2; Mateus 6:9, 10) Poder-se-ia dizer, porém, que tal Constituição, com todas as suas ‘deficiências, contém a expressão de ideais, num arcabouço que tornou possível haver aprimoramentos na operação do Governo, de modo que tais ideais pudessem, com o tempo, ser usufruídos por mais pessoas, e num grau ainda maior, atualmente, do que em 1787. — RED.

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