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  • O esporte favorito do mundo
    Despertai! — 1978 | 22 de setembro
    • atiçadas pelos jogos foram um fator para o irrompimento duma guerra. The Americana Annual (Livro do Ano da Enc. América), de 1970, sob o verbete “A ‘Guerra do Futebol’”, comenta que mais de 2.000 soldados e civis foram mortos.

      Na verdade, trata-se de exemplos extremados, mas a violência no futebol não é, de forma alguma, algo raro. Na Grã-Bretanha, segundo certa notícia, um de cada quatro torcedores tem-se envolvido na violência. Também, 100 torcedores por semana, ali, segundo noticiado, acabam sendo presos por vandalismo futebolístico.

      O 1975 Britannica Book of the Year (Livro do Ano da Enc. Britânica, de 1975) reconheceu a “infeliz saga da violência dentro e fora do campo”, e afirmou: “Trincheiras, valas, barricadas, e outros obstáculos constrangedores, foram utilizados.” Mas, apesar de tais medidas, a violência continua sendo marca registrada de muitas partidas de futebol.

      Todavia, o problema não existe apenas no futebol. “Se as atitudes não mudarem”, avisa o médico da equipe de certo time norte-americano de basquete profissional, “teremos de fazer o que eles fazem na América do Sul; colocar grades e um fosso, para manter os fãs longe dos jogadores”.

      O que é responsável por tais problemas no esporte? Existe, por exemplo, algo fundamentalmente errado no futebol, que provoque tais terríveis conseqüências?

      Esporte Atraente

      Simplesmente por se ver uma partida de futebol, é incompreensível como o esporte, em si, pudesse ser fonte de tais problemas. Basicamente, o futebol é um jogo sem complicações, saudável. Há 11 jogadores em cada equipe (assim como também há no futebol americano), e o campo é aproximadamente do mesmo tamanho. Nos extremos do campo há o gol, que é um arco de 7 metros de largura por 2,40 metros de altura, com rede para segurar a bola. O alvo é lançar a bola redonda no gol, sem que o goleiro a possa agarrar. Vence a equipe que fizer a maioria dos gols depois de 90 minutos da partida.

      O goleiro é o único jogador que pode usar as mãos. Os outros 10 jogadores de cada equipe podem chutar ou cabecear a bola, ou tocá-la com o corpo, quando a bola está em jogo. A habilidade dos craques em driblar o adversário com a bola, passá-la com exatidão, e chutá-la a gol, sem usar as mãos, é notável. Passes feitos à altura do peito são dominados pelo pé, e então fazem-se dribles, como se a bola estivesse amarrada aos pés. E um arremesso direto ao gol poderá ser feito por meio de potente cabeçada de um jogador que salta.

      O que muitos apreciam no futebol é que não é tão perigoso quanto outros esportes. “Futebol é mais uma questão de destreza e perseverança”, comentou certo pai, feliz de que seus filhos preferem jogar futebol ao invés de futebol americano. Naturalmente, existe certa dose de perigo de ficar ferido ao jogar futebol, assim como há, por exemplo, ao jogar basquete. Isto se dá, especialmente, quando a partida é disputada com intensidade indevida para ganhar a todo custo. Assim, use de bom critério ao jogar.

      Outra vantagem do futebol é que pessoas de tamanho mediano podem tornar-se craques. Pelé, por exemplo, considerado o maior jogador de todos os tempos, tem apenas 1,75 metros de altura, e pesa 75 quilos. Além disso, pouquíssimo equipamento, além da bola, é necessário para se jogar futebol. Assim, as despesas são mínimas.

      O futebol, por fim, está-se tornando popular nos Estados Unidos. Em 14 de agosto de 1977, uma multidão de 77.691 lotou por completo o Estádio dos “Giants” de Nova Jérsei, em Meadowslands, para uma partida. Um dos principais fatores no aumento da popularidade são os muitos jogadores famosos que foram para os Estados Unidos, atraídos por enormes salários. O Cosmos de Nova Iorque, por exemplo, pagou a Pelé, brasileiro, US$ 4,75 milhões para jogar por três anos, e a Franz Beckenbauer, que liderou a Alemanha a ganhar o campeonato mundial de 1974, US$ 3 milhões, por quatro anos. Mas, o que promete tornar o futebol um dos principais esportes permanentes nos EUA é que está espalhando-se pelas “bases”. Cerca de 5.000 escolas de 2.º grau e 700 faculdades possuem agora seus times.

      Talvez esteja entre as centenas de milhões de pessoas que jogam futebol, assistem aos jogos ou os vêem pela TV. Está sendo influenciado de forma benéfica? Como pode evitar os efeitos adversos?

  • Como é influenciado?
    Despertai! — 1978 | 22 de setembro
    • Como é influenciado?

      ASSISTE ao futebol ou a outros esportes pela televisão? Assistiu aos jogos da Copa do Mundo? Até onde vão seus esforços de assistir a eles? Quão importante lhe é o seu resultado?

      Para muitos, o que importa mais do que praticamente qualquer outra coisa é se seu time vence. As rivalidades entre países podem ser incrivelmente intensas, resultando em fortes sentimentos nacionalistas. “Para muitos”, comentou o Times de Nova Iorque, “o futebol é uma forma simbólica de guerra”. Para ilustrar, o jornal descreveu os resultados duma partida que deu ao Peru uma vaga nas finais da Copa do Mundo de 1970, afirmando:

      “Quando o jogo terminou, a maioria da população de Lima foi para as ruas. Um garoto mal-arrumado saiu correndo por um portão próximo da Igreja de São Francisco, abraçou enorme cachorro preto, e gritou: ‘Que felicidade! Que dia lindo para o Peru! Ganhamos, Pepito! Ganhamos!’

      “Tomaram conta de Lima filas de carros loucamente decorados, e multidões de pessoas que cantavam e dançavam a noite toda. Milhares de pessoas caminharam para a casa do Presidente Velasco, que subiu ao teto e agitou enorme bandeira. O Presidente, com a voz rouca de emoção, juntou-se à cantoria. Num discurso de improviso, disse à multidão que a má orientação dada pelas administrações anteriores resultara em times de futebol perdedores.”

      O precedente é típico dos intensos sentimentos de muitos fãs dos esportes. A vitória os leva ao ápice do êxtase, porém, a derrota talvez os leve às raias do desespero. Isto poderá resultar em terríveis conseqüências, como observamos no artigo anterior. Sente-se alguma vez influenciado por um espírito de competição? Quando joga um time com que simpatiza, fica emocionalmente envolvido, talvez até mesmo fazendo o desafio: ‘Vamos mostrar-lhe quem é o melhor?’

      A Bíblia provê sábia orientação relativa a isto. Se a aplicarmos, certamente tiraremos proveito. Observe o que as Escrituras afirmam: “Não fiquemos egotistas, atiçando competição entre uns e outros, invejando-nos uns aos outros.” (Gál. 5:26) O que significa isto?

      ‘Atiçar Competição’

      Segundo léxicos greco-ingleses, a palavra grega aqui traduzida “atiçando competição” significa “conclamar”, “desafiar ao combate ou à disputa com alguém”. Assim, A Bíblia de Jerusalém apresenta a tradução:

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