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  • O Mississippi em enchente transtorna o celeiro dos Estados Unidos
    Despertai! — 1973 | 22 de dezembro
    • ainda mais os lavradores frustrados”.

      Daí, há a escassez de gasolina. Os fornecedores de petróleo afirmam que talvez haja súbita corrida para obter as reservas existentes de combustível nas áreas de lavoura, à medida que a enchente comece a diminuir, criando o que certo oficial agrícola chama de “real golpe.”

      Todos esses problemas, trazidos ou agravados pela enchente do Mississippi, redundam em menor renda para o lavrador. Muitos pequenos lavradores que têm lutado para conseguir manter-se com mínima margem de lucro talvez fiquem arruinados.

      Afirma o escritor sobre assuntos agrícolas, Keith L. Wilkey, no Herald-Whig de Quincy, Illinois:

      “Poucas vezes, se é que alguma na história da agricultura dos EUA, os lavradores foram para os campos na primavera confrontados por tantos imponderáveis . . . Forças cataclísmicas parecem cair sobre o lavrador de todos os lados, nas mesmas horas que viram uma das primaveras mais molhadas da história. . . . Na lavoura sempre há uma porção de ‘se’. Mas, poucos lavradores podem lembrar-se de quando houve tantos quantos nesse ano, e, por certo nenhum pode dizer que se lembra das questões como sendo tão momentosas.” — 1.º de maio de 1973.

      E, por certo, se o lavrador sofrer, o consumidor sofrerá também. A escassez significará preços mais altos dos alimentos mais tarde no ano. A escassez de cereais significará custos mais altos para os produtos de padaria. Mas, também significa preços mais altos para carne de gado e outro gado alimentado com cereais. Outras perdas sofridas pelo lavrador refletirão nos custos do leitor com alimentos.

      Assim, o Mississippi em enchente fez mais do que transtornar temporariamente a vida das pessoas na região mais rica de produção de alimentos dos EUA. Contribuiu para o espectro crescente da escassez de alimentos, e dos preços mais elevados, que confronta as pessoas em todo o mundo.

  • Por quanto tempo sobreviveria em águas profundas?
    Despertai! — 1973 | 22 de dezembro
    • Por quanto tempo sobreviveria em águas profundas?

      O CONSELHO Nacional de Segurança calcula que bem a metade da população estadunidense se afogaria se fossem empurradas uma pessoa por vez na parte funda de uma piscina comum.

      Um estudo da Universidade da Geórgia, feito por Bramwell Gabrielsen, revelou que 71 por cento das vítimas de afogamento não sabiam nadar; 22% eram considerados nadadores regulares. Apenas 1 por cento eram considerados excelentes nadadores.

      Embora tais estudos e cálculos indiquem que suas oportunidades de sobrevivência são muito maiores de souber nadar, todavia, muitos treinadores de natação duvidam que a natação recreativa apenas seja suficiente para a sobrevivência na água nos casos em que distâncias, águas turbulentas, roupas pesadas ou outras circunstâncias difíceis confrontem o nadador. Um sistema interessante de sobrevivência foi inventado pelo chefe dos treinadores de natação do

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