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  • O Mississippi em enchente transtorna o celeiro dos Estados Unidos
    Despertai! — 1973 | 22 de dezembro
    • chover de novo também no dia anterior. Morgan logo ficou inundada. A congregação realizou a celebração da Refeição Noturna do Senhor depois das 18 horas. Mas, depois disso, executaram seus planos de retirada.

      A maioria das Testemunhas foram então abrigadas nas casas dos membros da vizinha congregação Lafayette. As congregações de Baton Rouge enviaram ajuda financeira a Lafayette para ajudar a cobrir as despesas.

      Entre os danos mais devastadores causados pela enchente acha-se o transtorno às terras de lavoura. Este dano terá duradouras conseqüências.

      Efeitos de Longo Alcance Sobre o Celeiro dos EUA

      Tão grave foi a situação que o Press-Scimitar de Memphis, Tennessee, afirma: “As autoridades agrícolas . . . avisam sobre possibilidades de colheitas de fome.”

      As chuvas e a enchente deram um golpe ‘duplo’ nos lavradores. As chuvas do outono setentrional de 1972 significaram que a colheita não podia ser terminada. Agora, este ano, os lavradores estavam por demais ocupados em combater a enchente. para plantar suas culturas.

      Quão boa será a colheita do lavrador este ano? A quantidade precisa, naturalmente, ainda é algo para se ver. Todavia, considere só:

      Deve-se plantar milho em maio. Mas, os campos ainda estavam debaixo de vários centímetros de água em meados do mês. Apenas cerca de um por cento do milho do Mississippi estava no solo no princípio de maio. Afirma certo observador: “É algo atemorizante guiar por um campo após outro do solo aluvial mais rico dos Estados Unidos e não ver nada senão tocos de milho do ano passado à mostra quer no meio da água quer nos campos alagados.”

      Cada dia que o plantio é retardado reduz grandemente a safra. Ademais, por causa da demora, muitos lavradores recorrem ao milho de ‘crescimento rápido’, que usualmente produz menos por hectare do que a variedade de plena estação.

      Outras culturas também sofrerão. A produção de arroz em Arkansas, principal estado produtor de arroz, sem dúvida será drasticamente reduzida. A produção de cana-de-açúcar será menor.

      Muitos hectares de algodão foram atingidos. A maioria das pessoas pensam no algodão como apenas tecido para roupa, mas, década 680 quilos de algodão colhido, aproximadamente 450 quilos significam alimento para uso humano ou para o gado. De 450 quilos de semente provêem óleo de semente de algodão, farinha ou torta de semente de algodão e casca de semente de algodão. Observou o Democrat de Arkansas: “Chuva Pode Significar Queda do Rei Algodão. Autoridades federais predizem que novas chuvas no Vale do Mississippi já inundado poderia significar o dobrar dos sinos que anunciam a morte das safras algodoeiras nas fazendas inundadas de Mississippi e Louisiana.”

      Muitos lavradores planejam substituir suas safras regulares por soja. Esta pode ser plantada mais tarde e obter altos preços. Todavia, o presidente da Associação Estadunidense da Soja avisa que a superplantação pode resultar em súbita queda do preço do mercado da soja, caso em que os lavradores só obteriam lucros reduzidos.

      Ao mesmo tempo, a Associação Nacional Estadunidense dos Criadores de Gado calcula que 250.000 cabeças de gado gordo foram mortas pelas enchentes do Mississippi ou em nevascas fora de época em outras partes dos EUA. A produção de leitões também diminuiu por causa dos campos alagados.

      Para complicar ainda mais as coisas, o irado Mississippi impediu que as remessas de fertilizantes alcançassem os lavradores. A escassez de fertilizantes, afirma o agrônomo de Missouri, P. G. Stryker, “frustra ainda mais os lavradores frustrados”.

      Daí, há a escassez de gasolina. Os fornecedores de petróleo afirmam que talvez haja súbita corrida para obter as reservas existentes de combustível nas áreas de lavoura, à medida que a enchente comece a diminuir, criando o que certo oficial agrícola chama de “real golpe.”

      Todos esses problemas, trazidos ou agravados pela enchente do Mississippi, redundam em menor renda para o lavrador. Muitos pequenos lavradores que têm lutado para conseguir manter-se com mínima margem de lucro talvez fiquem arruinados.

      Afirma o escritor sobre assuntos agrícolas, Keith L. Wilkey, no Herald-Whig de Quincy, Illinois:

      “Poucas vezes, se é que alguma na história da agricultura dos EUA, os lavradores foram para os campos na primavera confrontados por tantos imponderáveis . . . Forças cataclísmicas parecem cair sobre o lavrador de todos os lados, nas mesmas horas que viram uma das primaveras mais molhadas da história. . . . Na lavoura sempre há uma porção de ‘se’. Mas, poucos lavradores podem lembrar-se de quando houve tantos quantos nesse ano, e, por certo nenhum pode dizer que se lembra das questões como sendo tão momentosas.” — 1.º de maio de 1973.

      E, por certo, se o lavrador sofrer, o consumidor sofrerá também. A escassez significará preços mais altos dos alimentos mais tarde no ano. A escassez de cereais significará custos mais altos para os produtos de padaria. Mas, também significa preços mais altos para carne de gado e outro gado alimentado com cereais. Outras perdas sofridas pelo lavrador refletirão nos custos do leitor com alimentos.

      Assim, o Mississippi em enchente fez mais do que transtornar temporariamente a vida das pessoas na região mais rica de produção de alimentos dos EUA. Contribuiu para o espectro crescente da escassez de alimentos, e dos preços mais elevados, que confronta as pessoas em todo o mundo.

  • Por quanto tempo sobreviveria em águas profundas?
    Despertai! — 1973 | 22 de dezembro
    • Por quanto tempo sobreviveria em águas profundas?

      O CONSELHO Nacional de Segurança calcula que bem a metade da população estadunidense se afogaria se fossem empurradas uma pessoa por vez na parte funda de uma piscina comum.

      Um estudo da Universidade da Geórgia, feito por Bramwell Gabrielsen, revelou que 71 por cento das vítimas de afogamento não sabiam nadar; 22% eram considerados nadadores regulares. Apenas 1 por cento eram considerados excelentes nadadores.

      Embora tais estudos e cálculos indiquem que suas oportunidades de sobrevivência são muito maiores de souber nadar, todavia, muitos treinadores de natação duvidam que a natação recreativa apenas seja suficiente para a sobrevivência na água nos casos em que distâncias, águas turbulentas, roupas pesadas ou outras circunstâncias difíceis confrontem o nadador. Um sistema interessante de sobrevivência foi inventado pelo chefe dos treinadores de natação do

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