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Levar o lugar santo à condição corretaA Sentinela — 1972 | 15 de junho
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Mesmo depois de as treze colônias americanas se separarem para estabelecer os Estados Unidos da América, o Império Britânico aumentou ao ponto de abranger um quarto da superfície da terra e um quarto de sua população. A Sétima Potência Mundial obteve poder ainda maior quando os Estados Unidos da América colaboraram com a Grã-Bretanha para formar a Potência Mundial Dupla Anglo-Americana. Tanto econômica como militarmente era deveras um “rei de semblante feroz”.
26. De que modo se tornou o simbólico ‘chifre pequeno’ grande “para o Ornato” surgindo por isso que pergunta quanto a ser o Ornato o local de cumprimento de profecia?
26 No ano de 1917, esta Potência Mundial Dupla Anglo-Americana se tornou “muito maior . . . para o Ornato”. Como? Com a captura de Jerusalém em 9 de dezembro e a vinda da Palestina sob o domínio britânico. No ano de 1920, a Liga das Nações entregou o mandato da Palestina à Grã-Bretanha, o que continuou até 14 de maio de 1948. Nos tempos bíblicos, a Terra da Promessa que Jeová deu ao seu povo escolhido era tão bela que era chamada de Ornato, isto é, da terra inteira. Em Ezequiel 20:6, 15, Jeová a chama de “ornato de todas as terras”. Foi literalmente ali que “foi deitado abaixo o lugar estabelecido do seu santuário” pelo simbólico “chifre, um pequeno”? Para sabermos isso, teremos de examinar os fatos físicos deste “tempo do fim”.
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O significado de sua “condição correta” para nós hojeA Sentinela — 1972 | 15 de junho
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O significado de sua “condição correta” para nós hoje
1. Que conflito começou em 1914, e por que não constituía surpresa para os estudantes dedicados e batizados da Bíblia?
NO ANO de 1914 E. C., o ano lunar sagrado em Jerusalém começou em 19 de nisã, que correspondia a 27/28 de março, de por do sol a por do sol. Em meados daquele ano irrompeu a primeira guerra mundial na humanidade. Ela não era inteiramente inesperada pelos estudantes da Bíblia, que se haviam desassociado da cristandade, na qual se iniciou a Primeira Guerra Mundial. Por que não? Porque estes estudantes dedicados e batizados da Bíblia haviam durante décadas salientado que os “tempos dos gentios”, conforme preditos por Jesus Cristo na sua profecia sobre o “fim do mundo”, terminariam em princípios do outono (hemisfério setentrional) daquele ano de 1914. (Luc. 21:24; Mat. 24:3, Almeida) Os Tempos dos Gentios haviam começado por volta dos meados do mês lunar de tisri do ano 607 A. E. C., de modo que os seus 2.520 anos de duração acabariam em 1914, por volta de 15 de tisri, que correspondia a 4/5 de outubro. Naquele tempo, o Império Britânico e os outros impérios da cristandade já estavam envolvidos na guerra. O outro membro da Potência Mundial Dupla Anglo-Americana entrou na guerra na primavera de 1917.
2. (a) Que arranjo internacional entrou em vigor com a ratificação do Tratado de Paz em 1919? (b) O que aconteceu à adoração pública, aberta, de Jeová no seu “santuário” durante a Primeira Guerra Mundial, e o que se fez neste respeito em 1919?
2 No outono de 1918, a Potência Mundial Dupla Anglo-Americana e seus aliados saíram vitoriosos do conflito mundial. Em 1919, assinou-se e ratificou-se o Tratado de Paz de Paris, e junto com ele entrou em vigor a parte do Tratado conhecida como o Pacto da Liga das Nações. Naquele tempo, havia um restante de cristãos dedicados, batizados e gerados pelo espírito, os quais adoravam a Jeová no seu “santuário” ou “lugar santo”. Durante a guerra mundial, foram severamente perseguidos e impedidos na sua adoração, na cristandade, inclusive nos domínios da Potência Mundial Dupla Anglo-Americana, a Sétima Potência Mundial da profecia bíblica. Na primavera de 1919, Jeová Deus os revivificou de sua condição espiritual prostrada e os reuniu para a adoração corajosa e aberta no seu santuário. Empreenderam novamente, de modo público, a pregação das boas novas do reino de Deus, conforme predita em Mateus 24:14.
3. Em que atitude para com a Liga das Nações não participaram com a cristandade os do restante e como sendo profeticamente o que identificaram eles a Liga em 1921?
3 Reconheciam que eram embaixadores do reino messiânico de Jeová, que fora estabelecido nos céus no fim dos Tempos dos Gentios em 1914. Por conseguinte, os deste restante de adoradores no Seu santuário não participaram com a cristandade em aclamar a Liga das Nações como se fosse a “expressão política do reino de Deus na terra”. Em meados de 1919, mesmo antes de serem ratificados o Tratado de Paz de Paris e seu Pacto da Liga das Nações pelo número mínimo essencial de países, os do restante declararam que este substituto político do reino de Deus não tinha o apoio de Jeová e certamente fracassaria. Em apoio bíblico adicional disso, a revista A Sentinela expressou-se francamente. No seu número inglês de 19 de janeiro de 1921, na página 12, e sob o subtítulo “Falado por Daniel”, apresentou motivos para se crer que a organização mundial de paz e segurança, a Liga das Nações, era a “abominação da desolação” predita por Jesus Cristo em Mateus 24:15, Almeida.
4. (a) Onde e em que ano foi esta organização humana em prol de paz e segurança mundiais identificada como sendo uma potência mundial? (b) O que lhe aconteceu por causa da Segunda Guerra Mundial, mas de que modo continua a funcionar?
4 De 25 a 31 de maio de 1926, os do restante ungido realizaram uma assembléia internacional em Londres, na Inglaterra. Ali se expôs, no discurso público, que a organização humana de paz e segurança mundiais era a simbólica fera cor de escarlate, de sete cabeças e dez chifres, retratada em Revelação 17:3-11. Como tal, era a Oitava Potência Mundial da profecia bíblica.a Assim como aquela profecia predissera, essa organização internacional na forma da Liga das Nações deixou de funcionar com o irrompimento da Segunda Guerra Mundial em 1939; mas ela foi revivificada em 1945 na forma da organização das Nações Unidas. A Oitava Potência Mundial continua assim a funcionar até agora.
5. Em 1926, com que questão desafiadora foi confrontado o restante ungido, e por que não era presunçoso ao adotar um novo nome, em 1931?
5 Alguns meses antes do congresso histórico de Londres, em 1926, o maior nome do universo, o do grande Teocrata, Jeová, começou a destacar-se. Foi acentuado quando A Sentinela, no seu número inglês de 1.º de janeiro de 1926, confrontou os seus leitores com o artigo de destaque intitulado “Quem Honrará a Jeová?”. Àquela pergunta desafiadora responderam os do restante ungido tanto em palavras como em atos. Durante os anos subseqüentes, passaram a provar quem é que honravam por divulgarem mundialmente o nome e o reino messiânico de Jeová. Esta obra de publicidade assinalava-os de fato como sendo verdadeiras testemunhas de Jeová. Portanto,
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