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  • Aquedutos — grandes feitos de engenharia!
    Despertai! — 1973 | 8 de julho
    • A água presentemente percorre colinas por meio de túneis subterrâneos, atravessando muitas ravinas e vales. O aqueduto foi ampliado para trazer água de uns 58 quilômetros de tributários, usando ao todo um total de 127 arcos. Quão majestosos são os trinta e cinco arcos elevados que cruzam a ribeira de Alcântara em Lisboa, o maior vão central sendo um arco de uns 33 metros de largura e de 68 metros de altura, ou igualando, em altura, a um prédio de vinte e dois pavimentos! Que contraste é ver hoje este antigo aqueduto de Lisboa bem iluminado à noite, estendendo-se pelos limites da cidade, e modernas rodovias passando sob seus arcos. Apropriadamente, é chamado de “Aqueduto das Águas Livres”, representando o fluxo desimpedido de água para os cidadãos.

      Venha e vamos dar uma espiada lá dentro deste aqueduto. Somos conduzidos ao alto dos elevados arcos que cobrem a ribeira de Alcântara e ficamos supresos de saber que o aqueduto também servia como passarela para o trânsito de pedestres através da ribeira. Ambos os lados do canal de água têm um parapeito que protege os pedestres de cair das beiradas.

      Por enquanto ainda não vimos nenhuma água, visto que o curso d’água é completamente coberto. Em intervalos regulares, observamos pequenas torres quadradas no aqueduto, cada uma tendo uma porta que dá acesso à própria água. Espreitando para dentro de uma destas portas, vemos a água potável correndo canal abaixo — e quão rápido flui! Para nossa surpresa, podemos entrar dentro da área coberta e verificar que estamos dentro do próprio aqueduto.

      Imagine só, o túnel tem quase 4 metros de altura! Paralelo à água, construiu-se pequena calçada. Esta é usada para os operários consertarem quaisquer danos. Pequeno entalhe na parede contém pequena caneca de barro, e oferecem-nos se queremos provar a água. Oh, quão fresquinha e gostosa é! A água que flui não é profunda demais, tendo apenas cerca de 18 centímetros de fundo, e o curso d’água em si não tem mais de uns 90 centímetros de largura. O aqueduto por fim termina num reservatório no coração da cidade. Naturalmente, este aqueduto não é mais a única fonte de água de Lisboa, visto que sistemas modernos há muito substituíram os métodos gravitacionais.

      Outro indício da distribuição d’água nos dias de antanho são as muitas bicas d’água públicas que ainda funcionam em Lisboa. À medida que a água se tornou mais abundante e cresceu a população, foram construídas muitas excelentes bicas d’água. É interessante que documentos existentes na câmara municipal de Lisboa revelam muita coisa sobre os métodos usados para se distribuir a água no século dezoito.

      Cada bica pública tinha um determinado número de homens licenciados que distribuíam a água potável aos moradores por carregarem um barril de madeira de 30 litros nas costas. Água não potável também era vendida de casa em casa, mas os vendedores que tentavam vender tal água como sendo potável estavam sujeitos a pesadas multas. Assim começou a prática de se pagar a água entregue em casa. Em Lisboa, até o dia de hoje funcionam alguns tanques públicos de lavagem de roupa em que aqueles não privilegiados de ter água corrente em casa podem ir para lavar a roupa da família. Muitos ainda usam os banhos públicos.

      Aquedutos Modernos

      Em comparação com os aquedutos antigos, construídos quase que de pedra, de canos de madeira ou até de bambu, os aquedutos modernos são colossais empreendimentos de engenharia, e podem incluir canais, adutoras e túneis. Com o crescimento e o desenvolvimento urbano resultando em cidades que se espalham, atingindo milhões de pessoas, a capacidade do homem de fornecer adequado suprimento de água foi desafiada. Notáveis consecuções podem ser observadas nos estados de Nova Iorque e da Califórnia.

      A cidade de Nova Iorque produziu o gigantesco aqueduto de Catskill, a fim de trazer uns 2.000.000.000 de litros por dia para aquela cidade. Organizou-se uma comissão para garantir o suprimento de água a umas quatorze cidades do sul da Califórnia. O resultado foi o notável aqueduto do Rio Colorado, que traz água sob pressão de uns quase 400 quilômetros, atravessando várias cadeias de montanhas. Este projeto envolvia a construção de três represas de concreto, e de cinco grandes estações de bombas para erguer a água a um total de 490 metros. Agora, o Projeto de Água do Estado da Califórnia está em construção, que irá ananicar qualquer projeto de engenharia civil jamais realizado para se transportar água.

      Sem dúvida, todo o mundo avalia que a água é essencial. Sabia, contudo, que há mais de uma espécie de “água”?

      À mulher samaritana que veio retirar seu suprimento diário de água duma fonte, Jesus Cristo disse: “Todo aquele que beber desta água ficará novamente com sede. Quem beber da água que eu lhe der, nunca mais ficará com sede, mas a água que eu lhe der se tornará nele uma fonte de água que borbulha para dar vida eterna.” — João 4:13, 14.

      Esta “água” são as provisões de Deus para se obter a vida eterna por meio de Jesus Cristo. Muitos já encontraram essa “água” simbólica, para sua sempiterna alegria. Esperamos que também o leitor tenha a curiosidade de a procurar e que encontre esta “água da vida”. — Rev. 22:1.

  • Como a cristandade se tornou trinitária
    Despertai! — 1973 | 8 de julho
    • Como a cristandade se tornou trinitária

      DESDE o Concílio Ecumênico Vaticano II, manifesta-se cada vez mais a divisão no seio da Igreja Católica Romana. De um lado, há os que não desejam quaisquer mudanças, e, do outro lado, há aqueles que ficam impacientes por não estarem ocorrendo mudanças. Conforme certa publicação jesuíta se expressou: “Para alguns católicos, as mudanças são demasiadas e muito rápidas, e parece que ainda irão mais longe e mais rapidamente. Para outros, as mudanças são muito poucas e muito tardias, e não há esperança de se acelerar o passo.”

      O primeiro de todos os Concílios Ecumênicos da Igreja Católica realizou-se em Nicéia, em 325 E. C., e também deu início a grande controvérsia dentro da Igreja Católica. De que se tratava essa controvérsia? A questão então era a doutrina da Trindade.

      A respeito dessa situação, certo historiador moderno escreve: “Dois grupos de teólogos tinham tão ampla influência que, praticamente, dividiram o Cristianismo em dois campos, que foram rivais teológicos e políticos durante dois séculos [e mais!] Estes eram o grupo ‘ortodoxo’ liderado por Atanásio, um arquidiácono da igreja em Alexandria, e os arianos, assim chamados por causa de Ário, um diácono da mesma igreja. . . . Os atanasianos eram doutrinalmente trinitários; os arianos eram unitários.” O Ocidente latino, com sua sede em Roma, era quase que inteiramente atanasiano, ao passo que a parte helenista ou grecizada do Império Romano

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