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A exploração dos céus em casa mesmoDespertai! — 1978 | 22 de agosto
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De novo, considere a galáxia de Andrômeda. Esta é conhecida como o objeto mais distante que pode ser observado à vista desarmada. Acha-se a cerca de quatorze quintilhões (14.000.000.000.000.000.000) de quilômetros de distância de nós. Ao olharmos, hoje à noite, aquele apagado brilho nebuloso em Andrômeda, a luz que atinge nossos olhos está terminando uma jornada que começou há um milhão e meio de anos atrás. Quão longe se pode ver numa noite clara! Trata-se de espantosa constatação, quase como se a pessoa estivesse olhando a eternidade.
O escopo para a exploração é ilimitado. Sempre há a emoção de se ver uma gigantesca bola de fogo acender-se nos céus, ou uma “estrela cadente ou fugaz” (um meteoro) deixar uma trilha ardente no meio das trevas. Tem-se calculado que, num período de 24 horas, em toda a terra, podem-se ver 90 milhões de rastros de meteoros, embora muitos sejam apenas momentâneos. Amiúde podem ser vistos bem cedo da manhã, porque então a parte da terra, onde se mora, está virada para sua jornada ao redor do sol e confronta os meteoros. Em certas ocasiões do ano, ocorrem espetaculares exibições de meteoros, à medida que a terra abre caminho por uma corrente de meteoros que giram, eles próprios, ao redor do sol.
Ocasionalmente, talvez tenha até a oportunidade de ver um eclipse parcial do sol ou da lua, ou até mesmo a rara ocorrência de um eclipse total, como aconteceu na Austrália, em 1976.c E não olvide os satélites artificiais que a tecnologia humana teve êxito em lançar em órbita. Em Sídnei, Austrália, pode-se ver 12 destes, cada semana, à vista desarmada. Lunetas servirão para um exame mais de perto.
Explorar os céus em casa pode dar grande satisfação aos jovens e aos adultos. Quer a pessoa observe à vista desarmada, quer explore os céus em maior profundidade, não se pode deixar de ecoar as palavras registradas no Salmo 8:3, 4: “Quando vejo os teus céus, trabalhos dos teus dedos, a lua e as estrelas que preparaste, que é o homem mortal para que te lembres dele, e o filho do homem terreno para que tomes conta dele?”.
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Plante um jardim num pote de vidroDespertai! — 1978 | 22 de agosto
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Plante um jardim num pote de vidro
Possui uma linda garrafa que não gostaria, de jeito nenhum, de jogar fora? Gostaria de fazer com que um peitoril de janela ou um canto ensolarado adquirisse vida? Então, tente plantar um ‘jardim num pote de vidro’.
Um jardim num pote de vidro é um arranjo de plantas que só precisam de água, e, assim, podem crescer facilmente numa garrafa. A variedade é a chave para atraente jardim doméstico em miniatura. Entre as muitas plantas que crescerão na água acham-se: gerânios peperômia, hera, begônia-sempre-florida, hibisco, coleus e maria-sem-vergonha. E, quanto aos recipientes, a variedade é infindável. Jarras, vasos, aquários, garrafas de bebidas, todas se prestam ao uso imaginativo.
Depois de limpar cabalmente os recipientes encha cada um deles com água potável. Em seguida, corte o caule de cada planta pouco abaixo do mais baixo nódulo (o ponto onde a folha de baixo se origina). Remova quaisquer folhagens estragadas do caule, e também remova qualquer folhagem que ficaria abaixo do nível da água. Ao colocar as plantas nos recipientes, assegure-se de dispô-las de modo bem solto.
Uma das alegrias dum jardim num pote de vidro é o cuidado mínimo que exige. Quando observar que o nível da água desceu muito poderá pôr mais água. Em muitos climas, será necessário mudar a água uma vez por mês, para impedir o crescimento de algas.
Garrafas simples, folhas e trepadeiras podem combinar-se para dar cor e encanto a um aposento. Também podem servir qual lembrete revigorante do Criador de “toda a erva verde” da terra. — Gên. 1:30, 11, 12, Almeida, ver. e corrigida.
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