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    A Sentinela — 1968 | 1.° de maio
    • o lesbianismo, os vícios e a crueldade. (Deu. 23:18; Sal. 22:16, 20; Mat. 7:6; Fil. 3:2) Os espíritas, que entram em contato com os demônios, são excluídos da cidade. Isto incluiria os astrólogos, os adivinhadores da sorte e as necromantes. Mencionados juntamente com tais acham-se as adúlteras, as prostitutas e os homens que cometem imoralidade sexual com elas, os assassinos e os odiadores, cujo ódio equivale ao assassinato real. — 1 João 3:15; Deu. 19:4.

      24. Quem se acha incluído entre os idólatras e os que ‘praticam a mentira’?

      24 Fora são mantidos também os idólatras, que dão sua lealdade ou atribuem sua salvação quer a um ídolo literal quer a um simbólico, tais como a “fera” e sua imagem, ou que usam estátuas religiosas em uma forma chamada de “adoração relativa”. Os materialistas e os que degradam seus corpos e mentes no culto de drogas alucinógenas tais como o LSD são deixados chafurdar-se na corrupção que preferem. As revistas e os jornais que dão publicidade favorável a tais pessoas, fazendo com que pareçam respeitáveis, estão ‘praticando a mentira’. Aqueles que se voltam para personalidades ou para o nacionalismo em busca de salvação ou que apóiam um sistema baseado em mentiras, verificarão que se acham banidos da limpa “cidade” governamental de Jeová.

      RAIZ DE DAVI E ESTRELA DA MANHA

      25. Por que devemos crer no que Revelação diz sobre estas coisas?

      25 Amiúde são os que se consideram sábios neste sistema de coisas que apóiam e praticam as coisas descritas acima e que até mesmo advogam tais práticas por parte de outros. Por que, então, deveríamos crer no que a Revelação diz? Em razão de que a sua fonte de informações é a mais elevada. Diz-se em seguida a João: “Eu, Jesus, enviei o meu anjo para vos dar testemunho destas coisas para as congregações. Eu sou a raiz e a descendência de Davi, e a resplandecente estrela da manhã.” (Rev. 22:16) Ele é “a testemunha fiel e verdadeira”, e Aquele a quem o Deus Onipotente do universo estabeleceu como Líder e Comandante dos povos. — Rev. 1:5; 3:14; Isa. 55:3, 4; Gên. 49:10.

      26. Em que sentido é Jesus a “raiz de Davi”?

      26 Jesus Cristo era descendente terrestre do antigo Rei Davi de Jerusalém. É chamado “a raiz de Davi” porque ele é o importante descendente do Rei Davi em quem realmente finda a genealogia de Abraão mediante Davi. (Rev. 5:5) Nenhum judeu, atualmente, pode provar ser descendente de Davi. Jesus Cristo foi designado por Deus como Aquele a quem Ele aprovou qual herdeiro de Davi para assumir o trono do Reino. (Eze. 21:27; Mat. 3:17; Atos 2:29, 30, 36) Com efeito, o motivo básico para se trazer à existência a casa de Davi foi produzir o Messias. Isso foi realizado. Sendo Jesus o herdeiro permanente, Aquele que possui o trono para sempre, está realmente arraigada nele a linhagem de Davi.

      27. Como é Jesus, “a resplandecente estrela da manhã”, e como é que ‘dá’ a “estrela da manhã” a seus seguidores?

      27 Ele é também a “estrela” predita em Números 24:17. Na antiga Judá, os reis de Judá eram tidos como “estrelas de Deus”, pois sentavam-se no “trono de Jeová”. (1 Crô. 29:23) O rei de Babilônia achou que tinha erguido permanentemente seu próprio trono material acima das régias “estrelas de Deus” quando tirou do trono a Zedequias, da linhagem de Davi, em 607 A. E. C. Nem a antiga Babilônia, nem seu correspondente moderno, Babilônia, a Grande, impediram que Deus, no seu devido tempo, fizesse que esta “resplandecente estrela da manhã”, Jesus Cristo, surgisse da casa de Davi e se sentasse num trono infinitamente mais elevado do que o do poderoso Rei Nabucodonosor da antiga Babilônia. (Isa. 14:4, 12, 13) Babilônia, a Grande, sentou-se como rainha num trono, mas há de ser completamente derrubada e Jesus Cristo tem de reinar para sempre, não num trono terrestre como o fez Davi, mas num trono celeste, como Rei semelhante

  • Pesquisando os princípios bíblicos
    A Sentinela — 1968 | 1.° de maio
    • Pesquisando os princípios bíblicos

      DECISÕES, decisões e mais decisões!” Será que proferiu recentemente tais palavras a respeito da necessidade diária de fazer decisões? Jovem ou idoso, homem ou mulher, tem regularmente de pesar os fatos ou fatores de uma situação e tirar uma conclusão, fazendo a decisão. As vezes, é apenas uma decisão que envolve pequeno ajuste em seu passo ou atividade, à medida que se movimenta no caminho da vida. Outras vezes, encara uma grande encruzilhada na estrada e precisa fazer uma decisão que terá efeito de longo alcance em sua vida. Em qualquer dos casos, em que se baseia a sua decisão? Será que pesquisa os princípios bíblicos que se aplicam ao caso e usa estes como guia?

      É fácil ver por que muitas pessoas têm dificuldade quando tentam fazer decisões sábias. O que possuem como guia?

      Talvez tentem empregar certa forma de lógica humana, tal como tomar um provérbio ou experiência humana e usá-lo como guia para tirar a conclusão sobre seu determinado problema. Mas, quão válido é o provérbio? Ou, será que a experiência é do tipo que realmente conduz a uma conclusão fidedigna nessa situação? Se forem falhos, então a decisão, provavelmente, também será falha. Quando as decisões duma pessoa amiúde levam a resultados infelizes, quão compreensível é o refrão: “Decisões, decisões e mais decisões.”

      Podemos sentir-nos gratos de que os cristãos não ficam desamparados quando se trata de fazer decisões. Temos um guia. ‘Ah’, talvez pense, ‘temos a Bíblia como um livro de regras, e tudo que temos de fazer é verificar a regra ou lei que se aplica’. Sim . . . e não. É verdade

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