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É um prazer obter a madureza mediante o estudo pessoalA Sentinela — 1967 | 1.° de janeiro
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grande parcela de conhecimento mediante estudo pessoal até este tempo. Poderá ser considerado homem maduro; talvez seja superintendente de circuito ou de distrito, ou tenha certa supervisão em uma das filiais. Mas, deixe que tal homem continue a estudar outros dez anos, e então veja quanto progrediu ao chegar aos quarenta. Se continuar no mesmo processo por outros dez anos, pense apenas quanto mais progresso terá feito ao chegar aos cinqüenta e então aos sessenta anos de idade. Junto com este processo de amadurecimento, que é tarefa vitalícia, aumenta sua alegria e sua apreciação e satisfação, e o mesmo se dá com todo aquele que estuda diligentemente e jamais deixa de fazê-lo. Pode atingir a posição de “homem plenamente desenvolvido”.
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Exercer a madureza é uma salvaguardaA Sentinela — 1967 | 1.° de janeiro
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Exercer a madureza é uma salvaguarda
“Andarás em segurança no teu caminho, e mesmo o teu pé não baterá em nada . . . Pois o próprio Jeová mostrará que é, com efeito, a tua confiança, e certamente guardará os teus pés de serem capturados.” — Pro. 3:23-26.
1. Por que o raciocínio e o juízo maduros são de tão grande valor para nós, atualmente, e o que nos habilitarão a fazer?
POSSUIR raciocínio e juízo maduros é de grande valor para a pessoa que procura fazer a vontade Deus, habilitando-a a frustrar o contínuo bombardeio de tentações que constantemente se lhe apresentam nesta velha ordem de coisas. As ameaças à integridade cristã nestes dias iníquos, no fim deste sistema de coisas são o materialismo, o falar mal de alguém pelas costas, a injúria, a extorsão, a imoralidade e o uso errôneo do sangue. Os crescentes dilúvios emocionais do nacionalismo trazem incrementadas exigências políticas sobre o cristão, a fim de dirigir sua adoração às normas nacionais e a sua lealdade e vida ao Estado. Em adição, há a barragem de induzimentos comerciais para se buscar uma vida de ócio, de luxo, de confiança no materialismo, de ganhar dinheiro rápido mediante práticas espertas, nos limites entre a legalidade e a tapeação declarada. Surge logo a pergunta: “Qual será minha decisão quando estas tentações me confrontarem?” Será que a pessoa que pensa nestes assuntos sempre sabe o que faria, ou, às vezes, surgem dúvidas em sua mente, mesmo que sejam bem pequenas?
2. Como é que a observância das palavras de Jesus em João 14:15 ‘nos guardará’?
2 Em vista das pressões que temos de suportar, é mister usarmos toda faculdade para mantermos a integridade. Jesus mostrou este princípio nas seguintes palavras: “Se me amardes, observareis os meus mandamentos.” É óbvio, então, que são vitalmente essenciais o amor e a obediência a Jeová para se vencerem as tentações do mundo. Desejar continuamente harmonizar-se com a Palavra de Jeová constitui uma salvaguarda. A faculdade de raciocínio da pessoa é intensificada pelo estudo contínuo e o progresso à madureza. Ela “te guardará”. — João 14:15; Pro. 2:11.
3. (a) Por que é tão vital o estudo durante toda a nossa vida? (b) Por que é tão urgente agora?
3 Exercer a madureza será uma salvaguarda se persistirmos em adquirir conhecimento exato, em analisá-lo e compará-lo com o que já sabemos, tirando conclusões devidas desta análise, guardando-o em nossa memória e pondo tudo em uso prático no tempo apropriado. Será que não podemos ver prontamente, portanto, a importância do estudo contínuo durante toda a nossa vida? Sim, nosso raciocínio e nossas decisões são condicionadas a tal conhecimento e sabedoria. Quão a propósito são as palavras de conselho de Jeová, dadas para nos salvaguardar, conforme ilustradas nas seguintes palavras: “Meu filho, presta bem atenção à minha sabedoria. Ao meu discernimento inclina os teus ouvidos, de modo a preservares as faculdades de raciocínio; e que teus próprios lábios salvaguardem o próprio conhecimento”! (Pro. 5:1, 2) Isto nos traz novamente à importância da idéia de que devemos salvaguardar a sabedoria pratica; e note quão valioso isto é, conforme declarado em Provérbios 3:21, 22: “Salvaguarda a sabedoria prática e a faculdade de raciocínio, e elas se mostrarão vida para a tua alma e encanto para a tua garganta.” Cultivar e aperfeiçoar a faculdade de raciocínio cria madureza, e é importante que isto seja feito agora, antes que esperar até que um momento crucial exija uma decisão vital.
4. Como é que o estudo antecipado nos ajudará sob condições provadoras a fazer decisões baseadas em conclusões acertadas e não no sentimento?
4 Se, como pais, por exemplo, formos pressionados por um médico e membros da família que não têm conhecimento preciso, a permitir uma transfusão de sangue, declarando que a vida da criança depende disso, será que poderemos fazer a decisão apropriada naquela hora e dar uma razão para a mesma? Ou, teremos de dizer: “Não disponho neste momento da devida explicação, mas vou ler sobre o assunto e os informarei”? É importante que em tais ocasiões de instigação a pessoa jamais desconsidere o poder da emoção em anuviar o raciocínio maduro. O juízo maduro somente pode ser exercido quando a mente pode analisar claramente o problema ou a situação, tirar sóbrias conclusões e fazer decisões desvencilhadas e livres de influências externas. Por meio de estudo antecipado, saberemos o que Deus pensa sobre o assunto, em harmonia com seu espírito, e devíamos fazer a decisão de cumprir a vontade de Deus, custasse o que custasse. Que as ondas das emoções dos outros se batam em vão contra a estrutura semelhante à rocha de sua fé!
ADORAÇÃO DE CRIATURAS — IDOLATRIA
5. Que circunstâncias poderiam surgir que levam à transigência com um ato idólatra?
5 Pensar nos princípios divinos ajudará a pessoa a enfrentar situações à medida que ocorram em sua vida. Saberá por que tal proceder é certo ou errado. Mas, suponhamos que as circunstâncias sejam um tanto diferentes. Tome, por exemplo, os atos de adoração diante de símbolos. Logo vêm à mente textos tais como 1 João 5:21: “Filhinhos, guardai-vos dos ídolos”, e as palavras de Jeová no Decálogo: “Não deves fazer para teu uso uma imagem esculpida ou uma forma que se assemelhe a qualquer coisa quer haja nos céus acima, ou que haja na terra embaixo, ou que haja nas águas debaixo da terra.” Diagnosticando o assunto, então, o que é um ídolo? O que é idolatria? Vemos que um ídolo pode ser uma imagem ou símbolo de qualquer coisa criada. Não têm os emblemas nacionais símbolos neles? Estrelas? Animais? Cores que representam qualidades? Será que representam o que Pedro se referiu como “toda criação humana”? Podem ser reverenciados? As próprias palavras de Jeová respondem: “Não deves inclinar-te a elas, nem ser induzido a servi-las, porque eu, Jeová, teu Deus, sou um Deus que exige ‘devoção exclusiva.” Por conseguinte, curvar-se seria um ato de adoração. É o princípio um tanto diferente se for feito algum outro movimento? Será que ficar em pé quando um hino patriótico está sendo cantado é um tanto diferente de curvar-se quando passa um ídolo? Ou tirar o chapéu? Ou estender a mão ou colocar a mão sobre o coração? — Êxo. 20:4, 5; 1 Ped. 2:13.
6. (a) O que, basicamente, constitui idolatria? Por que é equivalente à alta traição? (b) Por que não devemos temer o homem ou os governos terrestres?
6 No entanto, o que há de tão mal nisso? Bem, tenha presente que Jeová afirma que exige devoção exclusiva, e tudo isto é a devida propriedade. Lembre-se, Jeová é nosso Juiz, Legislador e Rei. (Isa. 33:22) A sua jurisdição engloba o
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