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  • A quem se aplica?
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1980
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  • UMA ADVERTÊNCIA CONTRA A DECADÊNCIA ESPIRITUAL
  • NOSSO RELACIONAMENTO COM OUTROS
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1980
w80 1/2 pp. 3-4

A quem se aplica?

IRROMPEU o proferimento de maldições, e a prática do engano, e assassinato, e furto, e adultério, e atos de derramamento de sangue têm tocado em outros atos de derramamento de sangue.” (Osé. 4:2) O leitor casual da Bíblia poderá dizer que ‘isto, sem dúvida, é uma descrição das pessoas ímpias de hoje’.

Deveras, o mundo da humanidade alienada de Deus por séculos tem-se empenhado em tais atos pecaminosos. Mas, reflita nesta declaração registrada pelo profeta de Deus, Oséias. A quem se aplica?

UMA ADVERTÊNCIA CONTRA A DECADÊNCIA ESPIRITUAL

O versículo precedente declara: “Ouvi a palavra de Jeová, ó filhos de Israel, porque Jeová tem uma causa jurídica contra os habitantes da terra [na qual os israelitas residiam], pois não há verdade, nem benevolência, nem conhecimento de Deus na terra.” (Osé. 4:1) Portanto, a quem se aplicavam principalmente as fortes palavras de Oséias 4:1, 2? A pessoas numa relação pactuada com Deus. Elas falharam em viver à altura dos requisitos justos dele.

Visto que ‘toda Escritura é proveitosa para ensinar e repreender’, o cristão será sábio se não encarar estas palavras como se aplicando apenas em relação ao mundo em geral. (2 Tim. 3:16, 17) Antes, se reconhecer que foram originalmente dirigidas ao povo de Deus daquele tempo, ele se beneficiará pessoalmente. Não somente entenderá que precisa evitar ações erradas tais como a prática do engano, mas aceitará as palavras de Oséias como uma advertência pessoal contra a decadência espiritual pelo desvio do proceder piedoso.

NOSSO RELACIONAMENTO COM OUTROS

O salmista Davi disse: “Ó Jeová, por que se tornaram muitos os meus adversários? Por que se levantam muitos contra mim? Muitos dizem da minha alma: ‘Não há salvação para ele da parte de Deus.’” (Sal. 3:1, 2)A quem se aplicava esta declaração? Aos inimigos mundanos do povo de Deus?

Os do povo de Jeová têm adversários entre aqueles que não têm uma relação pessoal com Deus. Mas, estas palavras do Rei Davi aplicavam-se aos adversários entre o seu próprio povo, os israelitas. Muitos deles diziam: ‘Deus não salvará a Davi.’ De fato, conforme mostra o cabeçalho do Salmo terceiro, este é “uma melodia de Davi, quando fugia por causa de Absalão, seu filho”. Os inimigos de Davi incluíam um membro de sua própria família, um homem pertencente à nação do povo de Deus. Absalão tinha conspirado contra seu próprio pai, afugentando-o do trono. Esta conspiração terminou por fracassar. (2 Sam. 15:1 a 18:33) No entanto, podemos derivar crescente benefício pessoal deste salmo, se perguntarmos: ‘Como posso aplicar esta informação no meu próprio serviço a Deus?’

Visto que a rebelião de Absalão aconteceu entre o povo de Deus, dos tempos antigos, o incidente pode alertar o cristão à necessidade pessoal de resguardar o seu próprio espírito. Deve servir de alerta contra sucumbir ao anseio de destaque pessoal, talvez por meio de ações escusas, com o fim de enaltecer-se e prejudicar outros devotados a Jeová. Então, novamente, o pleno reconhecimento de a quem as palavras do Salmo terceiro se aplicavam nos dias de Davi pode incutir no cristão a necessidade de fidelidade pessoal aos membros da família e a outros que estão devotados de toda a alma a Jeová. Por exemplo, a criança pode assim ser lembrada de que, mesmo depois de se tornar adulta, deve ser leal aos pais cristãos já mais idosos. — Pro. 19:26.

ATITUDES A SEREM EVITADAS

Séculos após os dias de Davi, o apóstolo cristão Paulo referiu-se a certos inimigos e escreveu: “Tais homens são falsos apóstolos, trabalhadores fraudulentos, transformando-se em apóstolos de Cristo. E não é de se admirar, pois o próprio Satanás persiste em transformar-se em anjo de luz. Portanto, não é grande coisa se os ministros dele também persistem em transformar-se em ministros de justiça. Mas o fim deles será segundo as suas obras.” — 2 Cor. 11:13-15.

Alguém talvez exclame: ‘Que denúncia dos falsos clérigos da cristandade!’ Mas ao ler a declaração severa de Paulo, pergunte a si mesmo a quem ela se aplicava.

O apóstolo estava escrevendo aos cristãos em Corinto. Sua carta inspirada era dirigida aos crentes — ao povo de Deus. Alguns homens de destaque entre eles mostraram animosidade para com Paulo, eram ‘falsos apóstolos, trabalhadores fraudulentos, ministros de Satanás’. E aqueles homens inescrupulosos professavam ser seguidores de Jesus Cristo, gerados pelo espírito. Eles evidentemente entretinham a esperança de um dia reinarem com Cristo no céu. De fato, aqueles homens arrogantes aparentemente já tinham buscado tal destaque entre seus concrentes, o que era como se já tivessem ‘começado a reinar’ — evidentemente sem o apóstolo Paulo, a quem desprezavam. (1 Cor. 4:8-14) Homens com tais atitudes nunca seriam aceitos como governantes celestiais, associados com Cristo, não importa quão grandes e justos eles se consideravam. “Deus opõe-se aos soberbos, mas dá benignidade imerecida aos humildes.” — Tia. 4:6.

Por refletirem nas palavras de Paulo em 2 Coríntios 11:13-15, e por não as aplicarem exclusivamente aos clérigos mundanos, os cristãos estarão alertas ao perigo pessoal de se tornarem arrogantes e fraudulentos. Além disso, seremos movidos a aceitar e confiar em nossos fiéis e provados co-adoradores de Jeová. Sim, podemos ser ajudados a evitar atitudes erradas quando refletidamente perguntamos: ‘A quem se aplicava isso naquela ocasião e como pode beneficiar-me agora?’

NÃO DESPERCEBA O PONTO

Dar atenção quanto a quem certas expressões bíblicas foram dirigidas pode ser benéfico para o leitor da Bíblia, de várias maneiras. Por exemplo, quando alguém lê o livro de Tiago, fará bem em entender que ele se aplica a problemas dentro da congregação cristã, “o Israel de Deus”. (Tia. 1:1; Gál. 6:16) Isto leva o cristão hodierno a aplicar pessoalmente conselho tal como aquele encontrado no capítulo dois desta carta inspirada. E isto o impelirá a evitar favoritismo e a fazer distinção de classes. Isto, por sua vez, o ajudará a agir com imparcialidade.

Naturalmente, as pessoas do mundo se empenham em ações erradas. Amiúde faltam com a fidelidade para com os membros da família, como fez Absalão. Também, fazem falsas afirmações e mostram favoritismo. Portanto, quão essencial é considerar o contexto quando se lê as Escrituras! Assim é menos provável que se desperceba a plena força do que se lê. Antes, ganha-se verdadeiro benefício pessoal se pensar e perguntar: ‘A quem se aplica?’

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