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  • Ajuda pessoal — para responder às suas perguntas bíblicas
    A Sentinela — 1966 | 1.° de abril
    • é poder repetir uma resposta dum livro; outra coisa bem diferente é ter entendimento claro disso. Em Provérbios 4:7, aconselha-nos a Bíblia: “Adquire a sabedoria. Adquire a inteligência em troca de tudo o que possuis.” (CBC) Se já fez isto, saberá, não apenas as idéias básicas, mas a razão pela qual estão certas. Será ajudado a entender como se ajustam às outras verdades que aprendeu e como influenciam o seu conceito da vida. Será ajudado a avaliar como usar o que aprende, trazendo proveito a si mesmo e a outros.

      Usa-se tempo durante o estudo para examinar os muitos textos citados no livro e para considerar sua relação aos tópicos sob exame. Desta forma, dentro em breve ficará bem a par de seu próprio exemplar da Bíblia, sabendo o que ela diz sobre muitos assuntos e o contexto em que se acham tais declarações. Virá a saber a posição dos textos, de modo que possa encontrá-los de novo. Tendo recebido ajuda pessoal em formular comentários sobre os textos, verificará ser fácil explicá-los a outras pessoas.

      Ao crescer seu entendimento, também aumentará sua apreciação. Não basta o conhecimento na cabeça. A apreciação de coração é também vital. “Guarda teu coração acima de todas as outras coisas porque dele brotam todas as fontes da vida”, diz o provérbio inspirado. (Pro. 4:23, CBC) Isto não se dá apenas de modo físico, porém, mais importante, dum ponto de vista espiritual. Precisamos ter forte amor a Jeová Deus e profunda apreciação às Suas provisões. Temos de chegar a amar o que é bom e odiar o que é mau. Isso leva tempo. Não é obtido por meio duma leitura apressada. Mas, ao serem consideradas juntas, semana após semana, as verdades da Palavra de Deus, e ao usar tempo para refletir sobre elas, virão a ser força impulsionadora em sua vida. Estes são alguns dos benefícios que podem ser derivados dum estudo bíblico domiciliar e regular, dirigido por uma das testemunhas de Jeová.

      Sempre que possível, as testemunhas de Jeová incentivam famílias inteiras a partilhar juntas destes estudos bíblicos domiciliares. Isto tem efeito unificador, que é grandemente necessitado pelas famílias em toda a parte, nestes tempos críticos. Ao passo que é verdade que os homens amiúde não se interessam pela religião que destaque as tradições humanas, rituais ostentosos e incessantes donativos à igreja, muitos deles encontram genuína satisfação numa palestra razoável sobre a Bíblia. Apreciam prontamente que aquilo que ela tem a dizer é coerente com sua própria experiência na vida. Respondem quando lhes são fornecidas respostas sensatas e bíblicas às suas perguntas. Quando observam que a aplicação dos princípios bíblicos coloca as relações familiares em base mais sólida, amiúde estão dispostos a tomar a liderança em certificar-se de que sua família receba tal instrução.

      Por certo, em alguns casos, apenas um membro duma família talvez se interesse nos propósitos de Deus. Mesmo assim, não há razão de tal pessoa não poder usufruir um estudo bíblico domiciliar pessoal numa ocasião que não colida com as outras atividades familiares. As testemunhas de Jeová sentem-se felizes de ajudar a tais pessoas, e, com o tempo, talvez aconteça que outros membros da família fiquem interessados, quando virem quão proveitoso é o arranjo para aquele que primeiramente mostrou interesse.

      MAS, POR QUÊ?

      Qual é o propósito de tudo isso? Por que as testemunhas de Jeová se oferecem a prover este serviço gratuito de estudos bíblicos domiciliares?

      Bem, por que foi que os discípulos de Jesus Cristo do primeiro século responderam a seu incentivo de ‘ide, pregai’? (Mat. 10:7) Porque creram no que Jesus ensinou. Sabiam que ele era o Filho de Deus e que ganhar a salvação dependia de assimilarem conhecimento dele e de seu Pai celeste, e de então agirem em harmonia com tal conhecimento. Por gratidão a Deus, sentiram-se movidos a partilhar as boas novas com outros. Bem, é verdade que muitos a quem pregaram tinham a sua própria religião; alguns até possuíam parte do que é atualmente conhecido como a Bíblia. Mas, as pessoas em geral não compreendiam realmente as Escrituras; deixavam de perceber que as profecias da Bíblia estavam sendo cumpridas diante de seus próprios olhos. O mesmo se dá atualmente.

      As testemunhas de Jeová crêem na Bíblia e reconhecem que sua mensagem é urgente. Sabem que significa vida eterna aprender sobre ela e agir em harmonia com ela. A apreciação pelo amor que Deus tem demonstrado a toda a humanidade em fazer tal provisão estimula-as a ajudar a outros a se apoderarem dela. É por isso que podem ser encontradas atualmente em mais de 197 países, oferecendo ajuda pessoal a pessoas de todas as espécies, a fim de responder às suas perguntas bíblicas.

      Se o leitor for alguém que deseja entender a Palavra de Deus, como desejava o eunuco etíope, mencionado na Bíblia, mostre um espírito semelhante ao dele. Acolha as testemunhas de Jeová, quando virem à sua porta. Faça a elas as suas perguntas bíblicas. Solicite que uma delas venha, uma hora por semana, gratuitamente, ajudá-lo a entender a Palavra de Deus.

  • Perguntas dos Leitores
    A Sentinela — 1966 | 1.° de abril
    • Perguntas dos Leitores

      ● Como pôde o apóstolo Paulo dizer verazmente que era fariseu, conforme disse em Atos 23:8? — A. M., E. U. A.

      Paulo, o apóstolo, estava sendo acusado diante duma assembleia do tribunal judeu do Sinédrio, quando disse: “Eu sou fariseu, filho de fariseus. E por causa da esperança da ressurreição dos mortos que estou sendo julgado.”

      No dia anterior ao que disse isto, o apóstolo Paulo pregara abertamente o ressuscitado Jesus Cristo e causara um tumulto entre os judeus. (Atos 22:6-24) Assim, os fariseus e os saduceus reunidos nesta ocasião sabiam definitivamente que Paulo não era fariseu, mas cristão. Deve-se também lembrar, contudo, que ele fora criado como fariseu e estava plenamente a par de que os fariseus criam na ressurreição, nos anjos e nos espíritos, ao passo que os saduceus rejeitavam tais doutrinas. (Atos 23:8; 26:5; Fil. 3:5) No que concerne a tais doutrinas, Paulo, o apóstolo, tinha crença similar aos fariseus, em contraste à posição dos saduceus.

      As ações do sumo sacerdote, Ananias, registradas em Atos 23:2, tornaram claro que os reunidos não seriam imparciais ou razoáveis ao ouvirem o caso de Paulo. E possível que, quando o apóstolo Paulo percebeu isto, tentou dividir o grupo reunido, por passar entre eles a cunha controversial da doutrina da ressurreição. Ao passo que ele não era obviamente fariseu, no sentido estrito da palavra, ainda era “filho de fariseus” e indicou que esposava a posição dos fariseus na questão da ressurreição. Cria na ressurreição de Jesus qual espírito, e isto aumentou o desacordo entre os grupos presentes. — Atos 23:9, 10.

      O apóstolo Paulo não pretendeu aqui aceitar algumas crenças falsas a fim de ‘tornar-se todas as coisas para pessoas de toda sorte’. (1 Cor. 9:22) Disse a verdade, não transigindo sua posição, e usou a ocasião para dar testemunho eficaz.

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