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    Nosso Ministério do Reino — 1970 | setembro
    • Oportunidades sem precedentes

      1 Já observou como as condições piores do mundo tornaram mais fácil falar sobre a verdade com as pessoas hoje em dia? É verdade que muitos não querem escutar a nossa mensagem, mas isto só prova que se faz a obra de separação. (Mat. 25:31-46) E nós nos alegramos com isto, não é? Mas o que acontece quando encontramos os inclinados à justiça? Não mostram que estão ansiosos de falar conosco e que desejam obter respostas às suas perguntas? Deveras, os dias atuais oferecem oportunidades sem precedentes para se dar testemunho do reino de Jeová. Quão felizes somos de viver neste tempo!

      2 O nosso Pai celestial, Jeová, proveu sabiamente o ministério de casa em casa como o meio mais eficaz para se achar os merecedores. O livro “Lâmpada” salienta na página 82: “Este é o tipo de trabalho que se adapta à capacidade de cada um de nós, porque envolve falarmos a apenas uma ou duas pessoas por vez, e, ao mesmo tempo, é a melhor maneira de termos a certeza de que ninguém que tem fome e sede da justiça passe despercebido.” — Mat. 5:6.

      3 No entanto, alguns servos de circuito e de distrito, em diversas partes do país, nos dizem que diminui o apoio dado ao serviço de casa em casa, e especialmente durante os fins-de-semana. Por que se dá isso, irmãos? Perdem alguns o apreço por esta fase do nosso ministério? Esquecemo-nos das palavras de Paulo em Atos 20:20, quanto a ensinar de casa em casa? Despercebemos que o modo melhor de se encontrar as pessoas é por visitá-las nos seus lares? — Mat. 10:11-13.

      4 É verdade que a obra de pregação é feita sob direção angélica, e os anjos devem estar muito ocupados dirigindo hoje a obra! (Mat. 24:31; Rev. 14:6, 7) Mas a pergunta é: Participamos cada um plenamente neste serviço? Pense na bênção que perderíamos se não aproveitássemos plenamente o ministério de casa em casa, em especial quando sabemos que esta obra é plenamente apoiada por Jeová e por seus santos anjos. (1 Cor. 3:9) O conhecimento certo deste fato deve infundir em nós coragem e zelo tais que nenhum obstáculo não importa quão grande, nos possa fazer diminuir o passo ou parar de avançar nesta obra.

      5 A maioria de nós deseja empenhar-se no serviço de casa em casa. Temos a motivação certa quanto a Jeová e aos semelhantes a ovelhas. Alguns talvez hesitem em se empenhar nele, porém, por não estarem certos do que devem dizer. Se pensar assim, por que não marca um encontro com o seu servo de estudo de livro ou qualquer outro servo, para que possa usufruir este bom privilégio? Se os servos derem o exemplo e tomarem a liderança no serviço de casa em casa, resultará muita bênção para a congregação. (Mat. 11:1) Marcando-se um encontro com antecedência, talvez para servirem juntos naquele mesmo fim-de-semana, produzir-se-á progressivamente um grande bem no campo do treinamento de casa em casa. Se não puder gastar muito tempo, gaste o que puder, pois isto certamente é aceitável a Jeová. — Luc. 21:2-4.

      6 Alguns de nossos irmãos verificaram que as tardes de domingo são um tempo oportuno para se empenhar no ministério de casa em casa. As pessoas estão descansadas e amiúde têm disposição mental boa e é fácil de falar em tais ocasiões. Muitos de nossos irmãos verificaram que as noitinhas são um tempo excelente para se empenharem no serviço de casa em casa, e apresentaram-se muitas oportunidades para se iniciarem estudos bíblicos domiciliares o que nos ajuda a fazer discípulos.

      7 Alguns publicadores disseram aos servos de circuito e de distrito que estão cansados demais no fim da semana para se empenharem no ministério de casa em casa. É verdade que o mundo em que vivemos está cheio de pressões. Todos nós ficamos cansados ocasionalmente, não ficamos? Mas sabemos quanto podemos fazer e por isso fazemos o que podemos. A questão é que, se incluirmos este serviço na nossa vida, se nos dermos conta de que se trata de uma obra que nunca mais será repetida, certamente teremos a atitude mental correta para com esta fase de serviço. Em alguns sentidos, também, o serviço de campo é um antídoto para a fadiga. É terapêutico. Dá-nos uma boa disposição mental, de modo que terminamos o ministério de campo mental e amiúde fisicamente revigorados.

      8 Nos tempos bíblicos, nossos irmãos Jeremias, Ezequiel e Isaías transmitiram mensagens à nação de Israel. Eram os profetas de Jeová no seu tempo. Alguns destes profetas, tais como Jeremias, foram avisados de antemão de que ninguém escutaria a sua mensagem. Jeová disse: “Tens de falar-lhes todas estas palavras, mas não te escutarão, e tens de chamá-los, mas não te responderão.” (Jer. 7:27) De fato, haveria hoje alguém menos receptivo entre os a quem pregamos de casa em casa? Todavia, apesar da atitude daqueles israelitas, Jeremias perseverou. Que bom exemplo isto nos dá para perseverarmos numa obra satisfatória que oferece oportunidades ilimitadas para se dar testemunho do Reino nestes dias!

      9 Vivemos hoje no “tempo do fim”. Os merecedores precisam ser encontrados, para que não pereçam na “grande tribulação”. (Mat. 10:11) Os dias atuais são os últimos dias deste velho sistema e dum serviço de casa em casa que nunca mais se repetirá.

      10 Uma experiência que ocorreu recentemente nos ajuda a compreender o impacto causado nas pessoas pelo nosso serviço de casa em casa. Um senhor idoso disse a um de nossos irmãos, que ia de casa em casa: “Eu admiro os senhores muito, tanto jovens como idosos. São os únicos que têm a coragem de ir de casa em casa com a sua mensagem religiosa.” Sim, o ministério de casa em casa nos identifica como servos verdadeiros de Jeová e oferece aos sinceros a oportunidade de ver o cristianismo em ação. Participa plenamente neste privilégio de serviço?

  • Perguntas Respondidas
    Nosso Ministério do Reino — 1970 | setembro
    • Perguntas Respondidas

      ● Como se pode obter maior êxito no arranjo de dirigir estudos em seis meses? Deve-se sempre descontinuar o estudo se o estudante não tomar posição após estudar por seis meses?

      Jeová estabeleceu um limite de tempo e a oportunidade de escolher o seu lado na questão da soberania universal se apresenta agora. O nosso objetivo é localizar as pessoas interessadas em aprender algo a respeito de Jeová e suas provisões para a salvação. Portanto, somos incentivados a ensinar a verdade com um senso de urgência, a fim de ajudar mais pessoas a tornar-se louvadores de Jeová no pouco tempo que resta. Eis aqui algumas sugestões.

      Ao começar um estudo, o publicador com jeito, pode explicar ao morador o arranjo de seis meses. Após a primeira ou segunda semana, o publicador já conhece melhor o modo de pensar do morador, e, também, pode discernir em que pontos da lição se deve concentrar e quais os que podem ser abrangidos rapidamente. Quanto a determinado assunto, se houver necessidade, o publicador talvez decida gastar duas semanas para abranger certo capítulo difícil ou longo, de forma cabal, de modo a esclarecer plenamente o assunto para o morador.

      Caso o publicador verifique que o capítulo não pode ser abrangido dentro do tempo disponível, não deve correr muito, para que o morador não deixe de tirar proveito da matéria. Se for conveniente tanto para o publicador como para o morador, pode estender o período de estudo além do tempo regular, ou talvez termine a matéria no período seguinte de estudo. No entanto deve sempre tomar tempo para ler todos os parágrafos.

      Nosso alvo não é apenas dirigir um estudo bíblico, mas ajudar as pessoas a aprender a verdade. Tem-se sugerido que cubramos a matéria do livro “Verdade” no período de seis meses, e, no fim deste tempo, a pessoa com quem estudamos deveria ter suficiente conhecimento e apreço pelas coisas aprendidas a ponto de assistir às reuniões no Salão do Reino. Se a pessoa não se sentir movida a fazer algo quanto às coisas que aprende, então é melhor de forma bondosa, parar o estudo e gastar tempo no ministério de casa em casa para encontrar outra pessoa interessada em aprender a verdade. Naturalmente, muito depende da capacidade do morador de absorver conhecimento e fazer progresso. Talvez a falta de instrução ou a habilidade de ler com fluência impeça o progresso desejado. Assim, o publicador precisa usar de discernimento e bom juízo.

      Conforme sugerido no “Ministério do Reino” de junho de 1969, será bom dirigir mais de um estudo por mês, para que sejamos regulares nessa fase da obra e assim sempre estejamos ensinando a verdade a alguém, caso seja descontinuado um de nossos estudos. Talvez o publicador não deseje descontinuar um estudo se não tiver outro para dirigir. Esta é uma forte razão para participarmos plenamente na obra de porta em porta, a fim de encontrar os merecedores das boas novas e iniciar estudos. — Mat. 10:11-13.

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