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Como são as Testemunhas de Jeová?Despertai! — 1975 | 22 de março
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um fim a este sistema de coisas e que sua regência do Reino lançará condições terrestres justas. — 2 Ped. 3:5-7, 13.
Deve a si mesmo examinar a evidência. Examine sua própria Bíblia e veja o que ensina sobre o assunto. As testemunhas de Jeová ficarão contentíssimas de ajudá-lo a fazer isto. Aceite a sua ajuda. Verifique como são realmente as testemunhas de Jeová.
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Tenho de crer na evolução?Despertai! — 1975 | 22 de março
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Tenho de crer na evolução?
NOS anos recentes, algumas juntas estaduais e escolares nos Estados Unidos suscitaram objeções a que a evolução fosse ensinada como fato nas escolas públicas. Um destes estados é a Califórnia.
A Junta Estadual de Educação da Califórnia decide o que deve ser incluído nos compêndios das escolas públicas. Mas, recebe recomendações de grupos de peritos de vários campos. Um destes grupos é o Comitê Consultivo Estadual Sobre Educação Científica. Este enviou um esboço para a instrução científica nas escolas públicas estaduais.
O Comitê Consultivo recomendou que o assunto da evolução fosse ensinado como fato, e não apenas como teoria. No entanto, a Junta de Educação não concordou. Ordenou que a evolução fosse ensinada como teoria, ao invés de fato. Também ordenou que os compêndios mencionassem a criação como outra explicação para a origem da vida que tem algum apoio científico.
O comitê científico reagiu de forma explosiva, afirmando, com efeito: ‘Não há dúvida de que a evolução é um fato. Vemos exemplos diários dela. Nenhuma pessoa responsável a questiona. É tanto um fato como o é a gravidade e o são os átomos!’ Um membro do comitê até mesmo assemelhou a crença na criação à crença em superstições tais como a astrologia, ou que a lua era feita de queijo verde ou que a cegonha traz os bebês.
Sem embargo, há muitos que realmente questionam a validez do ensino da evolução. Uma de tais pessoas que jamais considerara as “provas” oferecidas a favor da evolução como sendo finais decidiu entrevistar pessoas que crêem na evolução. A seguir se acham as suas observações, junto com as conversações reais que teve na enquete que fez com os crentes na evolução.
Por Que Muitos Crêem Nela?
“Creio na evolução”, disse-me um distinto cavalheiro, “porque a ciência investigou cabalmente o assunto e é unânime em aceitá-la como um fato”.
“O Sr. confia muito nos cientistas”, observei.
“Sua folha de serviços testifica a sua fidedignidade, não acha?” — respondeu ele.
O motivo de ele crer na evolução foi ecoado muitas vezes durante minha entrevista. Descobri que a maioria dos crentes na evolução são crentes nela porque lhes foi dito que todas as pessoas inteligentes também crêem nela.
Uma senhora obviamente bem-instruída, de seus quarenta e poucos anos, me desafiou com a pergunta: “Quais são suas habilitações para questionar as descobertas dos cientistas profissionais?”
“Inicialmente”, respondi-lhe, “deixe-me informá-la que eles brigam entre si. Discutem quando aconteceu, por que aconteceu, como aconteceu, quão rápido aconteceu, e até mesmo se de fato aconteceu!”
“Daí”, continuei, “respondendo à sua pergunta sobre minhas habilitações. Quais são as habilitações dum juiz que tem de julgar um caso envolvendo questões médicas sobre as quais não esteja instruído? Se for inteligente e objetivo, ouvirá os argumentos dos peritos a favor e contra, e então decidirá à base do testemunho deles. De que outro modo poderia uma pessoa fazer uma decisão sobre os vários campos de conhecimento nesta era de especialização?”
“Mas o assunto da evolução é tão técnico”, redargüiu ela.
Respondi-lhe: “Theodosius Dobzhansky [cientista evolucionista] afirma que grande parte do trabalho dos cientistas está além da compreensão do leigo mediano, mas que a evolução não está. Ele afirma que isso é uma questão de biologia elementar. E George Gaylord Simpson [outro destacado evolucionista] contende que é imoral ter fé cega, quer numa doutrina religiosa quer numa teoria científica. Também afirma que é a responsabilidade do homem testar as descobertas dos especialistas e então decidir, e que a pessoa não tem de ser um biólogo pesquisador para avaliar a evidência sobre a evolução.”
“Demasiadas pessoas”, concluí, “simplesmente aceitam as opiniões de outros e repetem as idéias deles como papagaios, ao invés de tomarem tempo para examinar os fatos”.
Visto que ela não comentou nada mais, adicionei: “A senhora ficaria surpresa de ver quantas pessoas crêem na evolução sem saber praticamente nada sobre ela.”
Intimidação e “Lavagem Cerebral”
Antes de eu dirigir minha enquete de casa em casa com pessoas que crêem na evolução, li cerca de vinte livros escritos por evolucionistas. Mesmo antes disso, contudo, por muitos anos desde meus dias de faculdade, empenhei-me em me manter em dia com os acontecimentos científicos nesse campo. Mas agora, examinei de modo específico os recentes escritos de destacados evolucionistas.
Ao assim fazer, fiquei surpreso com o tipo de “intimidação” ou “lavagem cerebral” que usavam. Isto é tipificado pelo seguinte resumo breve de doze livros de autoria de onze diferentes evolucionistas:
‘A evolução é universalmente aceita pelos cientistas competentes para julgar. É reconhecida por todos os cientistas responsáveis. Todos os biólogos de grande reputação concordam em que é um fato estabelecido. Não existe mente informada hoje em dia que negue que o homem descende dos peixes. Não é mais uma questão duvidosa.
‘A evidência é sobrepujante. Não se precisa de nenhuma outra prova para alguém que esteja livre das velhas ilusões e preconceitos.’
Este é o consenso de todos estes escritores evolucionistas. Mas, quando se fazem tão arrasadoras, tão dogmáticas afirmações, elas se tornam suspeitas. Pareceu-me que os evolucionistas tentam assustar os oponentes e os indagadores por usarem uma barragem de retórica intimidativa.
Mas, por que alguém que questione uma teoria deve ser rotulado de incompetente, desinformado, ‘prisioneiro das velhas ilusões e preconceitos’? Será que cientistas que realmente dispõem de fatos se rebaixariam a usar tais táticas anticientíficas e desarrazoadas?
Na verdade, esta “guerra psicológica”, esta “lavagem cerebral”, deveras produz conversos para a crença na evolução. Mas, quase todos esses conversos usualmente não têm defesa quando confrontados por aqueles que se opõem à torcida de braços e exigem provas.
Nenhuma Resposta
Exemplificando: Perguntei a uma senhora inteligente numa localidade chique: “Por que crê na evolução?”
“Porque eu a vejo a todo o tempo”, disse ela, e fez um gesto em direção a seu quintal. Mas, quando tentei obter alguns pormenores, seu rosto começou a ficar vermelho, de modo que me retirei com jeitinho.
Em outra porta, um senhor idoso que me atendeu disse que nós nos adaptamos a nosso ambiente, e que tais adaptações se acumulam por muitas gerações e, por fim, resultam em novos tipos de coisas vivas.
“Essa não é a idéia aceita mais hoje em dia”, disse eu. “Seu bronzeado não será transmitido a seu bebê, nem os protuberantes bíceps que desenvolveu por levantar pesos, nem o conhecimento de eletrônica que adquiriu mediante estudo e experiência. Há muitos anos atrás, o evolucionista Lamarck pensava dessa forma. Também o fazia Darwin. Mas, os evolucionistas hodiernos sabem que tais caraterísticas adquiridas não são transmitidas por meio da hereditariedade.”
“Então, de que outra forma poderia acorrer a evolução?” — redargüiu ele.
“Compete-lhe explicar isso”, respondi.
Vez após vez, verifiquei que se dava a mesma coisa. Aqueles que diziam crer na evolução eram totalmente incapazes de fornecer razões, provas, fatos, a fim de apoiar sua crença. A razão principal de crerem era que os cientistas criam nela e a ensinavam.
Nenhuma Ajuda dos Fósseis
No campus duma grande universidade, certo estudante citou os “fósseis” como prova da evolução. Disse que “fazem remontar [por exemplo] a evolução do cavalo moderno ao eoípo. Fósseis progressivos mostram como perdeu os dedos, alongou os pulsos e tornozelos, evoluiu com novos dentes para a pastagem, e aumentou de tamanho”.
“Deve saber”, respondi, “que, para apresentar este quadro nítido, os evolucionistas tiveram de deixar fora muitos dos fósseis. Apanham apenas aqueles que apóiam sua teoria, e presumem que estão ligados uns aos outros.”
“Apenas simplificam as coisas para evitar a confusão”, disse o estudante.
Eu lhe respondi: “Para evitar confusão
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