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    Despertai! — 1973 | 22 de novembro
    • 26,7° C. acima de zero no princípio da tarde.

      Os ventos atmosféricos de Marte atingem velocidades de 185 km por hora. Durante tempestades de pó globais, os ventos, segundo se pensa, atingem uma velocidade de mais de 480 quilômetros por hora.

      Quanto aos “canais” controversiais de Marte, em 1895 certo astrônomo sugeriu que foram construídos por seres inteligentes para levar água das calotas polares de Marte até seus desertos equatoriais. Há muito que os canais constituem um enigma. O que, então, descobriu o Mariner-9? Depois de mais de 7.000 fotos mandadas por televisão, as análises não mostravam quaisquer canais. Os misteriosos “canais” eram ilusão de ótica. Explicou The National Observer de 2 de novembro de 1972:“Os” violentos ventos marcianos sopram areia leve e pó sobre o planeta, e, ao assim fazerem, descobrem e cobrem de novo marcas de matéria mais escura. Basta isso para que alguém que deseje encontrar canais os veja.” Os canyons em Marte parecem também ter contribuído para a idéia de que havia canais no “planeta vermelho”.

      Mas, então, o que dizer da perspectiva de vida evoluída em Marte? O Dr. Rudolph A. Hanel, do Centro Goddard dos Vôos Espaciais em Greenbelt, Maryland, EUA, um dos cientistas do projeto do Mariner-9, disse: “Não vimos nenhum sinal de vida em Marte.”

      O Que Dizer de Outros Planetas?

      A União Soviética enviou pelo menos dez missões àquele planeta envolto em nuvens, chamado Vênus. Sua missão Venera-8 habilitou-a a pousar instrumentos na Superfície do planeta, que transmitiram sinais durante cinqüenta minutos em julho de 1972. O que se descobriu?

      “A mais significativa das revelações da Venera”, relatou a revista Time de 25 de setembro de 1972, “é que a composição química de pelo menos parte da superfície é similar à da terra. O espectômetro de raios gama da Venera determinou que a área de pouso continha potássio radioativo, urânio e tório em aproximadamente a mesma proporção existente em muitas rochas vulcânicas terrestres. Isto, por sua vez, indica que Vênus, como a terra, Marte e a lua, são ‘diferenciados’ isto é, o planeta certa vez era bastante quente para que sua matéria amolecesse e fluísse. Nesse período, os elementos mais pesados se fixaram em direção ao núcleo, ao passo que os mais leves, levando com eles elementos radioativos, subiram para a superfície para formar uma crosta.”

      Verificou-se que a atmosfera do planeta consistia principalmente de dióxido de carbono. Sua pressão atmosférica é noventa vezes ou mais superior à da terra.

      Outra das descobertas relativas a Vênus tem que ver com as camadas de nuvens que envolvem o planeta, nuvens tão densas que os astrônomos jamais conseguiram ver sua superfície, mesmo com seus poderosos telescópios. Poderia alguma luz solar penetrar na cobertura de nuvens do planeta? Há muito se debatia isso. A missão soviética Venera-8 levava um fotômetro sensível a amplas variações de luminosidade. Disse Scientific American, de novembro de 1972: “O fotômetro mostrava que a luz solar é grandemente atenuada pela atmosfera, . . . e que certa luz solar realmente consegue penetrar na superfície, no lado do dia.” Disse a revista Time: “Os cientistas soviéticos conseguiram determinar que cerca de dois terços da radiação solar que atinge Vênus penetra na densa capa de nuvens e alcança a superfície.”

      Os ventos em Vênus, segundo verificado, atingem quase 180 quilômetros por hora, numa altitude de 48 quilômetros. Isto é cerca da mesma velocidade que as correntes de jato terrestres. Perto da superfície, os ventos tinham apenas cerca de 6,5 quilômetros por hora.

      Outra descoberta foi que o planeta não esfria em seus períodos noturnos. A atmosfera do planeta cria o que é chamado de “efeito de estufa” que impede que o calor escape à noite. Qual é a temperatura deste calor, e, em vista dela, poderia existir vida em Vênus?

      Os sinais da sonda Venera-8 indicavam uma temperatura na superfície de Vênus de cerca de mais de 471,2° C. — mais de 121 graus acima do ponto de fundição do chumbo! Não é de admirar que o volume Science Year de 1972 relatasse: “Os sinais confirmavam os indícios prévios de que nenhum ser humano poderia sobreviver em Vênus, por causa das altas temperaturas e as esmagadoras pressões atmosféricas.”

      Júpiter, o maior dos nove planetas em nosso sistema solar, é o alvo de uma sonda. Trata-se da sonda Pioneiro-10, lançada de Cabo Kennedy em 2 de março de 1972. Não se espera que o Pioneiro-10 atinja a vizinhança de Júpiter antes de dezembro de 1973, visto que a viagem envolve mais de 997 milhões de quilômetros. Mais sondas estão planejadas para Júpiter. Afirma uma notícia: “A Administração Nacional de Aeronáutica e Espaço planeja procurar vida no planeta com uma nave espacial planejada para passar perto dele em 1979.”

      O que se aprendeu sobre os planetas até agora, como resultado das aventuras espaciais é, principalmente, que não são adequados à habitação humana, nem se encontrou nenhuma vida neles. Mas, a busca da vida no espaço exterior, pelos evolucionistas, prossegue.

      Existem informações de peso a respeito da vida no espaço exterior? Podemos saber com certeza se há vida além da terra?

  • Há vida além da terra
    Despertai! — 1973 | 22 de novembro
    • Há vida além da terra

      AS EXPLORAÇÕES espaciais até agora deixaram de detectar qualquer sinal de vida em qualquer dos planetas de nosso sistema solar. Também, verificou-se não haver sistemas que mantenham a vida no espaço exterior. Todavia, os cientistas evolucionistas crêem que há outros planetas, em alguma parte, em que pululam pessoas inteligentes. Será razoável este conceito

      Entre os próprios evolucionistas, nem todos crêem que a vida humana pudesse evoluir em outros planetas. Admite o astrônomo da Universidade de Cornell, Carl Sagan, porta-voz dos evolucionistas que buscam a vida extraterrestre:

      “Se começássemos a terra toda de novo, até mesmo com as mesmas condições físicas e simplesmente deixássemos que fatores ao acaso operassem, jamais conseguiríamos nada que nem remotamente se assemelhasse a seres humanos. Há simplesmente acasos demais em nosso passado evolucionário para que coisas que se assemelhassem de perto a seres humanos surgissem em qualquer outra parte.” — “Time”, 13 de dezembro de 1971, p. 55.

      Se ‘jamais poderia acontecer tudo de novo na terra’, como, então, podem realmente os cientistas esperar que a vida inteligente evoluísse em outros planetas, que são muito menos propícios?

      Seria o caso, como disse certo editor da revista Sciencea mesmo antes de o primeiro foguete atingir a vizinhança de Marte: “Ao procurar a vida em Marte, poderíamos estabelecer para nós mesmos a reputação de sermos os maiores João-Bobos de todos os tempos”?

      Bem, até o dia de hoje, depois de muitas sondas enviadas a Marte e milhares de fotos serem tiradas dele, não há a mínima sombra de prova de que a vida exista em Marte ou em outros planetas no sistema solar ou em quaisquer outros planetas no universo.

      O cristão, em especial, sabe que até mesmo um milhão de pousos em Marte, Vênus, Júpiter, Saturno ou em quaisquer dos planetas e suas luas, deixarão de revelar a evolução da vida. Tanto a vida como as criaturas viventes, feitas de forma intricada, provieram do Criador, como Ele declara explicitamente em sua Palavra, a Bíblia. Gastar dinheiro com esse declarado objetivo principal de comprovar o mito da evolução é deveras tolice. (Pro. 1:7; 9:10) Quão melhor seria se tal dinheiro fosse gasto, não em tentar comprovar errônea teoria científica sobre a origem da vida, mas na própria vida que já existe neste planeta ímpar!

      Homem Feito Para a Terra

      Apenas sobre o nosso planeta, a Santa Bíblia declara que Deus “a formou mesmo para ser habitada”. (Isa. 45:18) E, há muito tempo, a Palavra de Deus declarou que os céus pertencem ao Criador, “a terra ele deu aos filhos dos homens”. (Sal. 115:15, 16) Assim, a Bíblia mostra que a terra é ímpar entre os planetas. E que lar maravilhoso no espaço é a terra para o homem! Disse o astronauta Frank Borman:

      “Quando se olha para a nossa terra de uns trezentos e oitenta mil quilômetros de distância, especialmente sobre um horizonte que tem sido bombardeado por eões, vê-se que nosso planeta é a única coisa no universo que tem qualquer cor. Não se sabe se o azul é água ou se o azul é terra. Compartilhamos tão lindo planeta. . . . O que nos deixa mais admirados de tudo é por que razão no mundo não conseguimos estimar o que temos.”

      Esse lindo lar no espaço, que o homem possui, não surgiu por acaso ou acidente. Assim como a lua não poderia ter entra

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