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  • De abrigos da fronteira a casas de nossos “sonhos”
    Despertai! — 1980 | 22 de maio
    • uma parede construída de toras afiladas com 25 cm na extremidade mais fina e devidamente assentadas, tem uma insulação de fator R, aproximadamente 20 por cento superior a uma parede de 5 por 10 cm com nove cm de insulação de fibra de vidro. Naturalmente, seria bem mais alta se se usassem toras mais largas e no lado inferior de cada tora fosse feita uma ranhura, de modo que a insulação resiliente pudesse ser abrigada entre as toras.

      Um outro ponto positivo das paredes de toras é sua capacidade de reter calor. O tipo de parede descrito acima tem cerca de cinco vezes a capacidade de conservar calor das paredes de madeira. Isto contribui para uma temperatura mais constante e, conseqüentemente, uma condição de vida mais confortável. Aplicam-se os mesmos princípios para a insulação do telhado e do piso como numa construção comum; de outro modo, as vantagens de insulação da construção de toras serão perdidas.

      Encanamento e Instalações Elétricas

      Uma área onde a previsão poupa muito trabalho mais tarde é ao fazer provisões de instalações tais como encanamento e rede elétrica, a serem feitas enquanto as toras estão sendo colocadas em seus lugares. O cuidado em ocultar estes serviços resulta numa aparência mais agradável.

      É óbvio que a construção de uma casa de toras envolve muita coisa. Talvez possa primeiro construir um barracão para ferramentas ou pequena estrutura similar. Por assim fazer, ganharia experiência no trabalho com toras e teria apenas de viver com os seus erros e não dentro deles. Estaria também em melhor posição para determinar se a nova casa dos seus “sonhos” deverá ou não ser construída de toras.

  • Falta evidência
    Despertai! — 1980 | 22 de maio
    • Falta evidência

      “Os cientistas estão agora convencidos da inevitabilidade da vida em outras partes” reza a manchete do “Advance” de Staten Island, EUA, de 5 de dezembro de 1978. Com base num despacho do “Christian Science Monitor”, o artigo admite que tal convicção se baseia mais em fé do que em evidência. Cyril Ponnamperuma, da Universidade de Maryland, EUA, expressa tal convicção do seguinte modo: “Pode-se considerar a vida como um inevitável processo, que tende a aparecer no cosmo sempre que as condições sejam favoráveis. Ele declara ainda: “Não existe nada de ímpar sobre nosso sol, que realizou a criação da vida neste planeta. As leis da química e da física são “universais.” Mas eles reconhecem que o sol perdeu agora seu poder de criar. Também, têm de afirmar que as leis da química e da física tiveram geração espontânea, visto que eles excluem a existência dum legislador.

      Conclui o artigo: “Ao afirmar tais coisas, os biólogos hodiernos não se sentem especialmente presunçosos quando consideram a ignorância de seus predecessores. Sabem que eles mesmos não podem ainda explicar como as substâncias químicas pré-bióticas se tornaram orgânicas. Mas têm fé de que estão na pista correta para a resposta.”

      As vítimas dos suicídios em massa do Jonestown, Guiana, também tinham uma espécie de fé. Como acontecia nos dias de Jesus, assim continua a suceder hoje: “Guias cegos é o que eles são. Se, pois, um cego guiar outro cego, ambos cairão numa cova.” — Mat. 15:14.

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