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    Despertai! — 1974 | 8 de abril
    • para remover nossas teorias do reino da fantasia.”

      O jornal médico inglês On Call noticiou: “A evolução não pode ser apoiada pela evidência disponível ao estudante de biologia básica . . . e, visto que sabe-se de cientistas de alta categoria que a rejeita, é indefensável o costume de apresentá-la como fato.” E o Professor John Moore, cientista da Universidade Estadual de Michigan, disse: “A explicação evolucionista típica não faz sentido em vista do conhecimento atual.”

      O Que Afirmam Outros Pesquisadores

      Depois de estudar a evidência, algumas pessoas de outros campos tecem comentários similares. O historiador Arnold Toynbee afirma: “Não acho que a teoria darwiniana da evolução tenha fornecido um relato positivo como forma alternativa em que o universo talvez tenha vindo a existir.”

      O advogado Norman Macbeth, formado em Harvard, após anos de cuidadosa e imparcial investigação, escreveu sobre suas descobertas no livro Darwin Retried (Darwin Julgado de Novo; 1971). Comentaram os editores do livro: “Sugere que é oportuno novo início e, no estado atual das coisas, que é preferível não haver nenhuma teoria do que a existente.”

      Macbeth achou tão frágil a evidência a favor da evolução que declarou, depois de ler um livro típico de destacado evolucionista: “Se eu tivesse que enfrentar esse homem no tribunal, eu conseguiria que seu processo fosse rejeitado.” Por outro lado, depois de ler um número da revista Despertai! sobre o assunto da evolução, verificou ter bases sólidas, sendo cientificamente exato. Em resultado disso, avisou aos evolucionistas a não persistirem em afirmar que aqueles que descrêem na evolução são “ignorantes quanto à evidência científica”. Macbeth, que não é criacionista, também observou:

      “Ao examinar as partes isoladas do darwinismo clássico, concluí que estão todas em triste decomposição. . . . Visto que partes decompostas não constituirão jamais um todo sadio, a teoria no todo também deve estar decomposta . . .

      “Também não tenho objeções às explicações, se forem boas explicações. Infelizmente, no campo da evolução, a maioria das explicações não são boas. A bem dizer dificilmente se qualificam como explicações, são sugestões, palpites, sonhos fantásticos dificilmente sendo dignas de serem chamadas de hipóteses . . .

      “Não se trata de simples jogo de palavras. A classe se colocou em posição embaraçosa quando Sir Julian Huxley diz à assistência de televisão: ‘O primeiro ponto a destacar sobre a teoria de Darwin é que não mais é uma teoria, mas um fato’, ao passo que quase ao mesmo tempo o Professor Mayr dirigindo-se a estudantes sérios, afirma ‘A teoria básica, em muitos casos, dificilmente é mais do que um simples postulado.’

      “Tal enorme discrepância entre dois líderes . . . é ruim para a situação da classe. O público talvez sinta corretamente que tem sido tratado de forma trapaceira.”

      Certo dicionário define “trapacear” como “tratar (algum negócio) com fraude”. E isto é exatamente o que cada vez mais pessoas vieram a sentir sobre as explicações dadas para a evolução.

  • Examine a evidência
    Despertai! — 1974 | 8 de abril
    • Examine a evidência

      SE ESTIVESSE sendo julgado num tribunal, seria justo se apenas seu oponente tivesse permissão de apresentar provas? Não, por certo gostaria que o tribunal ouvisse seu lado da questão.

      Por muitos anos, apenas o lado da evolução foi ouvido em faculdades, ginásios, até mesmo em escolas primárias, e em quase todas as publicações científicas na maior parte do mundo. Mas, agora, há crescente demanda de se ouvir o outro lado.

      A Escolha Razoável

      As pessoas razoáveis concordam que o único método justo é examinar as provas de ambos os lados, tanto a favor como contra uma teoria discutida. É assim que se chega à verdade.

      Muitos cientistas admitem agora que é isto que deveria ser feito com a teoria da evolução. Isto foi até mesmo observado no prefácio duma edição especial do famoso livro de Darwin, Origem das Espécies. A revista The American Biology Teacher teceu o seguinte comentário sobre ele:

      “W. H. Thompson, escolhido para escrever o prefácio da edição centenária da Origem das Espécies de Darwin, tinha o seguinte a dizer: ‘Como sabemos, há grande divergência de opinião entre os biólogos, não só quanto às causas da evolução, mas também até mesmo sobre o processo real.

      “‘Tal divergência existe porque a evidência é insatisfatória, e não permite nenhuma conclusão certa. Por conseguinte, é correto e apropriado trazer à atenção do público não-científico os desacordos sobre a evolução.’”

      A publicação de biologia prossegue indicando outra observação de Thompson, cientista altamente respeitado. Disse ele:

      “Mas, algumas observações recentes de evolucionistas mostram que eles acham isso desarrazoado. Tal situação, em que os homens [científicos] ajuntam-se para defender uma doutrina que não conseguem definir cientificamente, muito menos demonstrar com rigor científico, tentando manter seu crédito diante do público pela supressão da crítica e pela eliminação das dificuldades, é anormal e indesejável na ciência.”

      A tentativa contínua de suprimir a crítica se tornou inaceitável para mais pessoas. Pode-se ver isto pelas solicitações feitas, nos tempos recentes, por muitos cientistas, educadores e pais, para que os conceitos oponentes recebam igual tratamento nas escolas. Seus sentimentos são tipificados pelo comentário do Evening Star and Daily News, de

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