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Declarados justosA Sentinela — 1969 | 15 de setembro
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prova — prova mencionada nas palavras escritas em Revelação 20:7-10.
Os que se apegarem à adoração pura de Jeová serão “declarados justos”. Receberão realmente “a liberdade gloriosa dos filhos de Deus”, de filhos terrestres. Serão declarados justos, não no espírito, mas na carne. Não terão, então, uma justiça imputada, mas a perfeição humana real e a perspectiva de viver eternamente na terra, sob a proteção paternal de Deus. — Rom. 8:18-21; Rev. 21:3, 4.
JEOVÁ É JUSTO EM TODOS OS SEUS ATOS
Jeová nunca viola os seus próprios princípios de justiça. Não consente no pecado, nem o desculpa. Ele é puro e santo demais para ver complacentemente qualquer injustiça. (Hab. 1:13) Todos os que se tornarem seus filhos, no céu ou na terra, terão de ser santos, assim como ele é santo. (1 Ped. 1:15, 16) E ele proveu amorosamente o meio pelo qual seus termos de justiça podem ser satisfeitos, enquanto ao mesmo tempo os humanos podem ser resgatados da condenação à morte em que o desobediente Adão os mergulhou.
A base vital em que descansa sua provisão é o sacrifício resgatador de seu próprio Filho querido, Cristo Jesus. Este resgate, pago uma vez, trouxe o livramento da condenação à morte para a descendência de Adão. Naturalmente, os libertos precisam ter primeiro tido fé na provisão do resgate por Deus. Os seguidores de Cristo chamados para estarem finalmente com ele nos céus, enquanto ainda na carne, recebem o benefício dum antecipado livramento da condenação do pecado, para que possam ter um “novo nascimento” e assim vir a estar em união com Cristo Jesus, como seus irmãos espirituais.
Todos os outros, da humanidade, que receberão a vida eterna na terra, sob a regência do reino de Cristo, terão de esperar o resultado daquela prova que Deus fará no fim do reinado milenar de Cristo. Os que permanecerem leais e obedientes a Deus, durante essa prova, serão declarados justos na carne. Serão assim filhos e filhas terrestres do Deus Altíssimo.
Vimos assim que Jeová é o único que pode ‘declarar justo’ a alguém. E, ao fazer isso, ele se mostra justo em todos os seus atos. Conforme o apóstolo Paulo explicou o assunto: “Todos pecaram e não atingem a glória de Deus, e é como dádiva gratuita que estão sendo declarados justos pela benignidade imerecida dele, por intermédio do livramento pelo resgate pago por Cristo Jesus. Deus o apresentou como oferta de propiciação por intermédio da fé no seu sangue. Isto se deu, a fim de exibir a sua própria justiça, porque ele estava perdoando os pecados que ocorreram no passado, enquanto Deus exercia indulgência; a fim de exibir a sua própria justiça nesta época atual, para que fosse justo, mesmo ao declarar justo o homem que tem fé em Jesus.” — Rom. 3:23-26.
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‘Não muito científicos’A Sentinela — 1969 | 15 de setembro
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‘Não muito científicos’
Observando que os evolucionistas afirmam que teoria é fato, sem qualquer evidência, o livro The Biblical Flood and the Ice Epoch (O Dilúvio Bíblico e a Época Glaciária) declara na página 240: “Darwin apresentou os seus palpites sobre a hereditariedade como achados científicos; não foram muito científicos. . . . Se ele for considerado mais propagandista do que educador ou cientista, então a sua positividade e quase que messiânica confiança em si mesmo se tornam compreensíveis. Com a sua atitude confiante, achava desnecessária qualquer verificação. E, sem verificação, outras figuras acadêmicas promoveram vigorosamente as idéias de Darwin.”
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