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  • “A paz de Deus” que excede todo pensamento”
    A Sentinela — 1981 | 1.° de junho
    • isto significava viver entre transgressores. No decorrer do tempo, ele foi levado cativo e teve de ser salvo. (Gên. 13:1 a 14:16) Mais tarde, Ló achou necessário abandonar seus bens materiais para salvar a vida, quando Jeová destruiu Sodoma. Ainda mais adiante, Ló sentiu-se compelido a sair da cidade de Zoar e passar a morar numa caverna. (Gên. 19:1-26, 30-38) Embora seja chamado de “justo Ló”, parece ter aprendido de “modo difícil” a tolice de uma pessoa piedosa dar grande ênfase a supostas vantagens materiais. (2 Ped. 2:7, 8) Quanto melhor é orar pedindo orientação especifica e sempre colocar os interesses espirituais em primeiro lugar na vida!

      13. Por que é que os cristãos não devem ficar inquietos por causa das necessidades da vida?

      13 Se considerarmos os assuntos espirituais como de importância primária na nossa vida, isto contribuíra para a nossa paz de coração e mente. Podemos certamente confiar em que Aquele a quem pertencem todo o ouro e toda a prata seja plenamente capaz de prover aos seus servos as coisas necessárias à vida. (Ageu 2:8) Naturalmente, é correto orar a Deus para que nos ‘dê hoje o nosso pão para este dia’, e é próprio trabalhar diligentemente para prover as necessidades reais. (Pro. 6:6-11, 31:10, 13-24; Mat. 6:11) Mas, ‘visto que não trouxemos nada ao mundo, nem podemos levar nada embora, devemos contentar-nos com ter o sustento e algo com que nos cobrir’. (1 Tim. 6:6-12) Por que ficar inquieto? O salmista tinha razão quando disse: “Eu era moço, também fiquei velho, e, no entanto, não vi nenhum justo completamente abandonado, nem a sua descendência procurando pão.” — Sal. 37:25.

      O Caminho Para o Verdadeiro Sucesso

      14. Por que não é próprio que nós, testemunhas cristãs, demos ênfase demais às realizações humanas e aos supostos sucessos relacionados com elas?

      14 Não é incomum os homens do mundo criarem ansiedade para si mesmos por dar ênfase demais às realizações humanas. A Bíblia, naturalmente, exorta a diligência e a adquirir habilidade no trabalho. (Pro. 22:29) Mas a ambição cega e muita ansiedade com o suposto sucesso não são compatíveis com a “paz de Deus”. De fato, a busca de predomínio sobre os outros pode fazer com que a pessoa ambiciosa use métodos duvidosos, talvez minando assim os esforços de colegas de trabalho e adotando métodos escusos que resultam na desaprovação divina. (Pro. 3:32; 2 Cor. 4:1, 2) É verdade que os excessivamente ambiciosos talvez recebam os aplausos dos homens, assim como os líderes religiosos, hipócritas, há 19 séculos, faziam dádivas, oravam e jejuavam de maneira a receberem o louvor dos homens. Mas Jesus Cristo condenou a ação deles e disse que esses hipócritas egocêntricos já tinham “plenamente a sua recompensa”. (Mat. 6:1-18) Quão tolo seria se uma Testemunha de Jeová vivesse com ansiedade induzida por ela mesma, por tentar ser “grande”, só para descobrir depois que perdeu com isso bênçãos eternas! — Veja Jeremias 45:5.

      15. Referente ao suposto sucesso, o que pode a pessoa piedosa aprender de Eclesiastes 9:11 e 10:5-7?

      15 O caminho para o verdadeiro sucesso de quem realmente usufrui a “paz de Deus” não leva a métodos escusos e a empenhos fúteis. Ele aprende das Escrituras que na sociedade humana atual, cheia de homens imperfeitos e pecadores, “a corrida não é dos ligeiros, nem a batalha dos poderosos, nem tampouco são os sábios os que têm alimento, nem tampouco são os entendidos os que têm riquezas, nem mesmo os que têm conhecimento têm o favor”. (Ecl. 9:11) Antes, “a estultícia tem sido posta em muitas posições elevadas” e pode-se ver “servos sobre cavalos, mas príncipes andando na terra como se fossem servos”. (Ecl. 10:5-7) Sim, pessoas principescas ou nobres talvez não recebam o respeito que merecem, ao passo que servos — homens muito menos qualificados — talvez ‘andem a cavalo’ como se fossem da nobreza.

      16. De que dependem o sucesso e a realização piedosos?

      16 Sente-se como que ‘relegado’, não tendo o suposto bom êxito que antes desejava ter? Por que ficar ansioso por causa disso? Deixe a “paz de Deus” reinar no seu coração, e sinta a tranqüilidade confortante que isso traz. Continue a fazer a vontade divina e recorra ao seu Pai celestial para abençoar seus esforços no serviço dele. Isto é o que realmente importa na vida. O sucesso e a realização piedosos dependem dos objetivos e conceitos espirituais. O salmista declarou corretamente: “Feliz é o homem que não tem andado no conselho dos iníquos . . . Mas, seu agrado é na lei de Jeová, e na sua lei ele lê dia e noite em voz baixa. E ele há de tornar-se qual árvore plantada junto a correntes de água, que dá seu fruto na sua estação e cuja folhagem não murcha, e tudo o que ele fizer será bem sucedido.” — Sal. 1:1-3.

      17. (a) O que temos de fazer para ter o maior sucesso? (b) O que poderá fazer para ajudar outros a ter “a paz de Deus, que excede todo pensamento”?

      17 Não poderíamos ter mais sucesso na vida do que entrar numa relação íntima com Jeová Deus e mantê-la. O vivo desejo de agradá-lo nos induzirá a honrá-lo pelas nossas palavras e obras piedosas, por fazermos o bem ao próximo e por transmitirmos a ele “as gloriosas boas novas do Deus feliz”. (1 Tim. 1:11) Teremos grande alegria se, com a bênção de nosso Pai celestial, pudermos ajudar outros a aprender sobre os maravilhosos propósitos dele e a entrar também numa preciosa relação dedicada com ele. Assim, iguais a nós, aprenderão a lidar com as ansiedades da vida. Também passarão a usufruir “a paz de Deus, que excede todo pensamento”.

  • Respeite humildemente o arranjo de Jeová assim como fazem os anjos
    A Sentinela — 1981 | 1.° de junho
    • Respeite humildemente o arranjo de Jeová assim como fazem os anjos

      O EXÉRCITO assírio, ascendendo a mais de 185.000 homens, estava estacionado na baixada de Libna, do outro lado do planalto da Judéia, a uma distância de uns 40 quilômetros. Uma série de cidades devastadas e corpos mutilados jaziam na esteira deste exército. O objetivo final era Jerusalém.

      O rei judeu Ezequias sabia ser fora de questão uma libertação por recursos humanos. O porta-voz assírio havia exigido a rendição e depois havia retornado ao acampamento assírio em Libna. Mas, Ezequias suplicou fervorosamente: “Ó Jeová, nosso Deus, salva-nos, por favor, da sua mão, para que todos os reinos da terra saibam que somente tu, ó Jeová, és Deus.” (2 Reis 19:19) A resposta veio rapidamente, na mesma noite do dia em que Ezequias orou.

      No tempo devido, Ezequias recebeu a notícia de que, na noite anterior, o anjo de Jeová havia abatido

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