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  • Enchendo de prazer as “horas solitárias”
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1967
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1967
w67 1/9 pp. 515-516

Enchendo de prazer as “horas solitárias”

A ESPOSA de dezenove anos de um jovem diplomata africano das Nações Unidas, em 15 de outubro de 1966, saltou da janela de seu luxuoso apartamento na cidade de Nova Iorque, morrendo dezoito andares lá em baixo. A polícia disse que “não havia aparentemente razão para a tragédia”. Nos corredores das Nações Unidas, porém, falava-se da solidão.

A solidão é um mal comum atualmente no mundo. Produz sintomas físicos definidos, tais como sensações de melancolia, perplexidade e insegurança. Tais emoções não raro provêm da falta de amoroso companheirismo humano.

Quem são os solitários? São pessoas que precisam da companhia de outras e que, por algum motivo, não podem estabelecer contato com estas. Amiúde são retraídos e introvertidos adolescentes que estão longe de casa; os solteirões que estão ficando carecas e cuja independência se transformou em isolamento; as viúvas que anseiam afeto; a solteirona que deseja casar-se; o pai e mãe idosos abandonados pelos filhos; os doentes a quem os sadios esqueceram; os casados que permitiram que muitas atividades os impeçam de ver a pessoa que amam. Estas são as pessoas solitárias que precisam sentir o calor da bondade humana.

O que pode ser feito para ajudá-las? O que elas podem fazer para ajudar a si mesmas?

O trabalho útil é salvaguarda contra a solidão. A mulher que cozinha e cuida da casa para a família apreciativa em geral se mantém criativamente ocupada e mentalmente saudável. A avó que ajuda sua nora a cuidar das crianças, o avô que faz consertos em volta da casa se sente útil, ativo, necessário. A idéia de trabalhar para os outros ou para a própria pessoa ajuda a impedir a mente de ficar deprimida. Impede que as pessoas fiquem com pena de si mesmas.

Os solteiros, em especial, precisam encher seu tempo livre com um trabalho significativo, se hão de evitar sentirem-se solitários. Alguns têm passatempos úteis e absorventes, que mais tarde se transformaram em empresas lucrativas, tais como a fotografia, o cultivo de flores, a pintura a óleo, a escrita, e outra atividade.

INTERESSAR-SE EM OUTROS

Uma das formas mais eficazes de vencer a solidão é interessar-se em outros. As pessoas solitárias precisam expressar mais amor aos outros. Deve haver, não só amor a outros, mas também o interesse em outros. E isto é verdade quer a pessoa seja homem ou mulher, casada ou solteira. Destacando este ponto, Provérbios 18:24, segundo a Versão das Crianças da Bíblia Sagrada, em inglês, diz: “O homem que tem amigos tem de mostrar-se amigável.” Ter muitos amigos impede que a pessoa fique concentrada em si mesma e ajuda a assegurar momentos felizes e pensamentos felizes para a pessoa, que, por sua vez, são uma proteção contra a solidão.

Uma forma de mostrar interesse em outros é fazer algo em seu benefício, tal como convidar os vizinhos e amigos para jantar. Planejar estas ocasiões cria interesse, atividade e prazer. As moças solteiras verificam que preparar doces para as crianças é uma tarefa absorvente. Costurar e tricotar para outros é também prazeroso.

Há, hoje em dia, grande necessidade de animar as pessoas. Certo observador declarou que quase todas as pessoas a quem ele conhecia eram “solitárias ou temerosas”. Por que não fazer uma lista de pessoas idosas, doentes, de viúvos e viúvas que o leitor sabe que talvez precisem de ânimo? Daí, visite-as e espalhe sobre elas os raios do sol da esperança. Telefone para elas ou envie-lhes um cartão ou uma carta. Anime as almas deprimidas e se sentirá animado. — Pro. 11:25.

Até mesmo maior felicidade é obtida quando ajudamos as pessoas de modo espiritual. Neste ponto, as testemunhas de Jeová se encontram numa posição especialmente favorecida, porque a própria natureza de seu ministério as leva a entrar em contato com pessoas que carecem de conforto e esperança. Quando erguemos as esperanças de outros, quando fortalecemos sua fé num futuro mais brilhante e voltamos seu proceder na direção da vida sempiterna, então tornamos felizes não só a eles, mas também a nós próprios. Conforme disse Jesus Cristo: “Há mais felicidade em dar do que há em receber.” (Atos 20:35) Dar de modo espiritual é uma salvaguarda contra a solidão. Pois, as pessoas felizes raramente são solitárias, se é que chegam a ser.

Até os doentes, que ficam facilmente sujeitos a fases de solidão, podem ajudar a si mesmos por ajudarem espiritualmente a outros. Por exemplo, certa senhora confinada a uma cadeira de rodas escrevia cartas sobre o reino de Deus a moradores de edifícios restritos. Também usava eficazmente o telefone. Dirigia estudos bíblicos e tornava felizes outras pessoas.

Uma vítima de paralisia cerebral, de vinte anos, não só estava presa a uma cadeira de rodas, mas sua fala não era muito inteligível. O que poderia fazei para não ficar solitário? Aprendeu a datilografar, e sua máquina de escrever começou a falar por ele. Datilografava cartas a parentes e amigos, bem como recorria à imprensa local e aos guias telefônicos em busca de nomes. Sentia-se solitário? Poderia facilmente sentir-se, se ficasse ali sentado e sem fazer nada. Mas, agora está ocupado demais para sentir-se solitário.

A leitura da Bíblia sempre enriquece a mente. É prazerosa e edificante. Não obstante, quando lemos a Palavra de Deus com o fito de ajudar a outros, quando a lemos com a idéia de falar a outros aquilo que lemos, então a experiência se torna duplamente recompensadora. Tal leitura faz que o tempo passe rapidamente, não dando lugar à solidão.

Quando sozinho, sempre pode orar a Deus. A associação com Deus pela oração não conhece muralhas ou limites. A consciência de que ‘Deus cuida de nós’ é deveras confortadora. (1 Ped. 5:7) A despeito de nossa situação, sempre há Deus, como Jesus Cristo amorosamente nos faz saber: “Eis que vem a hora, deveras, já veio, em que sereis espalhados cada um para a sua própria casa e me deixareis sozinho; e, contudo, não estou sozinho; porque o Pai está comigo.” (João 16:32) Lembre-se disto em suas horas solitárias e “a paz de Deus, que excede todo pensamento, guardará os vossos corações e as vossas faculdades mentais por meio de Cristo Jesus”. — Fil. 4:7.

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