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Pregando no Brasil sem temer aos homensA Sentinela — 1965 | 1.° de junho
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bíblico na casa, um jovem perturbava a mãe, desejando ligar a televisão, embora isso tivesse sido proibido pelo seu pai. A senhora pediu à publicadora que explicasse isto ao filho. A publicadora então explicou ao filho que a mãe dele respeitava a posição do pai como cabeça da casa, que o próprio pai estava sujeito a Jeová Deus e a Cristo Jesus, portanto, o filho deveria mostrar submissão ao pai e à mãe, pois, fazendo isso, estava sendo obediente a Deus. Isto impressionou a mente jovem, de modo que o menino se sentou e prestou atenção séria ao estudo. Dali em diante, em cada estudo ele já tinha o livro e a Bíblia prontos para sua mãe, e o filho continua a prestar muita atenção cada semana.
O novo filme, “Proclamando as ‘Boas Novas Eternas’ ao Redor do Mundo” começou a ser exibido nas assembléias de circuito por volta do fim do ano de serviço, e já causou profunda impressão. Num pequeno circuito, de apenas 180 publicadores 900 pessoas assistiram à exibição do filme. Depois de vê-lo, certo senhor católico observou: “Todo católico devia ver este filme, para ver o grande erro em que estamos.” Ao ser o filme apresentado em todo o país, muitos milhares de pessoas chegarão a ver esta clara exposição da religião babilônica.
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Insatisfatória a escola dominicalA Sentinela — 1965 | 1.° de junho
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Insatisfatória a escola dominical
◆Na Flórida, uma das testemunhas de Jeová teve a seguinte experiência: “Uma menina de nove anos, que morava na minha rua, veio até minha casa certa noitinha. Disse que ouvira dizer que eu era instrutora da Bíblia e perguntou se eu queria estudar a Bíblia com ela, porque, depois de freqüentar a escola dominical durante três anos, ainda estavam lendo histórias a respeito de gravuras que coloriam. Dei a ela o livro Do Paraíso Perdido ao Paraíso Recuperado e a Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas para que os pais dela examinassem. Na noitinha seguinte, visitei os pais dela, expliquei nossa obra e método de estudo. Deram permissão à filha para estudar durante as férias de verão, mas disseram que ela teria que voltar à escola dominical quando se reiniciassem as aulas. Durante nossos estudos, ela demonstrou sincera apreciação e muito entusiasmo.
“Na primeira vez que ela voltou à escola dominical, contou às colegas a respeito do Paraíso e do Reino pelo qual os cristãos devem orar. A professora ficou atônita e perguntou-lhe onde obtivera tais informações. ‘Da Bíblia’, disse ela, ‘e uma senhora boazinha me ajudou a entendê-la’. Cada domingo, ela retornou da escola dominical chorando porque não aprendeu nada a respeito do reino de Deus ou do nome de Deus. Por fim, teve uma boa idéia. Ela procurou vários textos e encheu seus pais de perguntas que eles não puderam responder, resultando em que reiniciamos nosso estudo do livro Paraíso e ela não vai mais à escola dominical. Também, ela trouxe seu vizinho de sete anos para que ele começasse a estudar a Bíblia.”
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