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O que significa ser enfermeiraDespertai! — 1973 | 22 de agosto
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de ficar admirada. Posso lembrar-me de ter pensado nessa ocasião: ‘Veja só esses dedos. São tão peritos! Realmente, não devíamos temer a Deus?’ Por causa dos dedos do médico, dados por Deus, aquela menininha foi salva.
Mas, amiúde, nada do que os médicos ou as enfermeiras possam fazer consegue manter vivo um paciente. Senti muitas vezes essa sensação de impotência quando a morte exigia outra vítima. Amiúde, ficava pensando: ‘Porque será que as criaturas humanas têm de sofrer e morrer? Será realmente o propósito de Deus que as pessoas morram dessa forma?’
Sinto-me felicíssima de que me senti movida a procurar uma resposta, e que me ajudaram a apreciar o grandioso propósito de Deus de estabelecer um novo sistema de coisas em que “não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem clamor, nem dor”. (Rev. 21:3, 4) Como enfermeira, eu aguardo especialmente o cumprimento dessa promessa.
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Pessoas que se tornam Testemunhas de JeováDespertai! — 1973 | 22 de agosto
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Pessoas que se tornam Testemunhas de Jeová
EM CINCO anos, mais de 680.000 pessoas foram batizadas pelas testemunhas de Jeová. No ano passado apenas, mais de 163.000 pessoas foram batizadas, 15.512 apenas nas Assembléias “Regência Divina” nos EUA, e 4.024 no Brasil em 1972/73. Quem são estas pessoas que se tornam testemunhas de Jeová?
✔ Acham-se incluídas pessoas idosas. Na assembléia de Santa Rosa, Califórnia, um senhor de noventa e seis anos foi batizado. Em muitas ocasiões ficava com as revistas A Sentinela e Despertai! das Testemunhas. Daí, há dois anos atrás, quando uma Testemunha se ofereceu estudar a Bíblia com ele, ele aceitou. Logo ficou convicto de que por fim havia encontrado a religião verdadeira.
✔ Também ex-freiras se tornam testemunhas de Jeová. Uma delas serviu como freira por dezessete anos. Numa carta a seu pastor, datada de maio de 1972, ela explicava: “Esta tem por fim informar-lhe de que desejo ser removida dos arquivos da Igreja Católica. Isto talvez lhe deixe chocado . . . Sei como se regozijou comigo quando entrei para a Visitação há dezessete anos atrás, quando pensei que ser Freira era uma forma verdadeiramente cristã de viver as verdades da Bíblia. Sozinha e frustrada como me sentia muitas vezes, suas visitas anuais sempre foram uma alegria e encorajamento para mim . . .
“Como sabe, tantas das Irmãs ficaram desiludidas ao tentarmos atualizar nossos costumes e tradições sagrados e favoritos. Não é de admirar que tantas deixem os Conventos, quando descobrimos os motivos tolos por trás de muitas das celebrações milenares!”
Ela então descreveu para seu pastor como uma das testemunhas de Jeová a desafiou a examinar suas crenças por meio dum estudo bíblico, observando: “Eu quase ri porque eu sabia que tinha todas as respostas. Mas, para minha surpresa, o que ele me mostrou, preto no branco, fez com que eu fosse a meus amigos católicos e aos Sacerdotes e Freiras pedindo que me ajudassem a provar que ele estava errado. . . . Fiquei tão chocada que escrevi a ele, pondo fim ao meu estudo, sem quaisquer intenções de ver de novo uma das testemunhas de Jeová.
“Eu conversei sobre isso com amigos católicos e minha família, que, diga-se de passagem, ou não freqüentavam a igreja ou eram viciados em tóxicos ou levavam vidas imorais. Cada um deles me mandou ‘ir para casa e simplesmente continuar a ter fé’. Um deles até chegou a dizer: ‘Não me interessa o que a Bíblia diz, de fato — que a maldita Bíblia vá
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