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Surfing — por que sua crescente popularidade?Despertai! — 1974 | 22 de janeiro
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Mergulhe sob ela e mais tarde a recupere.
Lembre-se, também: Jamais pratique o surf sozinho, pois talvez precise da ajuda de outrem em algum instante. Seja cortês. Afaste-se do caminho de outros surfistas. Conheça suas limitações e habilidades físicas; não tente praticar o surf em ondas tão grandes que ponham em perigo sua vida. Também, familiarize-se com os perigos da área em que está.
Exemplificando: em certos lugares, há correntes de ressaca provocadas por quantidades maciças de água que se movem para áreas mais rasas. Evite-as por observar onde estão antes de entrar na água. São reconhecíveis por meio dum triângulo de água de coloração mais clara ou espuma que aponta para o mar. Se apanhado em uma delas, jamais lute contra ela, mas tente atravessar nadando sua extremidade, permitindo que o leve para fora até perder a força dela. Acima de tudo, não entre em pânico; se for bom nadador, ela não o levará para tão longe que não possa nadar de volta.
Outra precaução: Mantenha um conceito equilibrado do surf. Pode ser passatempo realmente apreciado mas praticá-lo às custas de tudo o mais pode distorcer a mente. Muitos surfistas tornaram-se amantes dos prazeres, voltando-se para coisas tais como tóxicos, como observa a Surfer Magazine (Revista do Surfista) de novembro de 1969:
A verdade, infelizmente, é que os entorpecentes, começando com uma inocente tragada de um cigarro de maconha, ceifaram de modo horrível muitos nomes uma vez grandes do surf.
“Um finalista da anunciada Competição Duke há dois anos atrás, não pôde competir esse ano. Nem pôde sequer comunicar-se de forma inteligente, porque os entorpecentes ‘estouraram-lhe a mente’. . . . Um fantástico surfista que ‘ascendeu vertiginosamente’ a escada da fama, anos atrás, viveu parte deste inverno passado como um animal sobre uma árvore, na Praia do Norte. O cérebro de outro surfista, certa vez grande, tornou-se como uma ameixa seca devido aos entorpecentes. Vive agora uma existência improdutiva nas encostas de Haleakala. . . .
“. . . tóxicos parecem estar em voga perante grande número dos surfistas ‘em foco’ atualmente.”
Não resta dúvida de que o surfing pode ser esporte apreciado que traz verdadeiro prazer. Mas, é preciso cautela. Muitos surfistas arruinaram sua vida ou foram mortos devido a não exercerem bom juízo. Não deixe que isto lhe aconteça, nem com seus entes queridos.
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“Qual foi o momento mais feliz de sua vida?”Despertai! — 1974 | 22 de janeiro
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“Qual foi o momento mais feliz de sua vida?”
● O que responderia se estivesse andando pela rua e um repórter volante dum jornal lhe parasse e perguntasse: “Qual foi o momento mais feliz de sua vida?”
Essa foi a pergunta proposta a pessoas numa rua por um repórter de The Mirror, jornal publicado nos subúrbios de Toronto, Canadá. A resposta de certo senhor foi: “O momento mais feliz para mim foi quando aprendi a esquiar, o ano passado.” Uma senhora respondeu: “Vivo para o momento. . . . Certamente não existe nenhum evento notável que eu poderia chamar de o mais feliz.” Um senhor idoso respondeu: “Meu momento mais feliz foi no casamento de minha neta. . . . E era nosso 47.º aniversário de casamento.”
No entanto, entre as respostas impressas no jornal, a primeira de todas foi a de um senhor que estudava a Bíblia com um ministro das testemunhas de Jeová. Em resposta à pergunta: “Qual foi o momento mais feliz de sua vida?”, ele disse: “O momento mais feliz para mim foi quando comecei a estudar a Bíblia com as testemunhas de Jeová.” Por quê? Porque, como explicou, esperava estudar por sua vez, com outros, a respeito de Cristo Jesus e seu reino — os meios pelos quais o mundo da humanidade poderia obter paz total.
Se gostaria de ter a felicidade duradoura e bem alicerçada que se deriva do estudo regular da Palavra de Deus, expresse seu interesse nisso às testemunhas de Jeová em sua localidade. Ou, escreva aos editores desta revista, de modo que possam ser feitos arranjos nesse sentido.
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