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Deixe que os frutos do espírito transformem a sua personalidadeA Sentinela — 1965 | 1.° de março
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Acima de tudo, jamais despercebam a maior de todas as bênçãos e privilégios que qualquer criatura possa ter, a saber, participar na vindicação da preciosa Palavra e do sagrado Nome de seu Pai, Jeová. Jesus, em sua ilustração da videira e dos ramos, destacou especialmente este propósito sobrepujante de dar mais frutos do espírito, dizendo: “Nisto é glorificado o meu Pai, que persistais em dar muito fruto e vos mostreis meus discípulos.” — João 15:8.
25. Portanto, o que devemos continuar a fazer, e com que resultados?
25 Portanto, continue a permitir que os frutos do espírito transformem a sua personalidade. Continue a provar que é verdadeiro seguidor das pisadas de Cristo Jesus e imitador de sua amorosa personalidade. Então, ao invés de ler a história nauseante de sua velha personalidade, da qual se despiu, todos ficarão tão felizes e emocionados de tomar conhecimento da sua atrativa nova personalidade pelos frutos que o espírito santo de Jeová tem produzido. Tudo isso para a honra, e o louvor e a santificação de Jeová, a mais gloriosa personalidade de todo o universo.
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Dando testemunho no hospitalA Sentinela — 1965 | 1.° de março
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Dando testemunho no hospital
● Mesmo adoentadas, as testemunhas de Jeová são conforto para outras pessoas, inclusive as que as assistem em suas enfermidades. Pode-se ver isto pelo que aconteceu quando uma Testemunha em Toronto, Canadá, achou necessário baixar ao hospital. Diz: “Em outubro passado, quando passei duas semanas num hospital, tive oportunidade de dar testemunho a nove pessoas, algumas eram pacientes, outras eram empregadas. Uma das empregadas era uma senhora alemã que aceitou de mim as revistas e fez muitas perguntas. Depois de ter saído do hospital, mantive correspondência com todos com quem havia falado, enviando-lhes revistas. Logo depois, obtive respostas de três deles. Aos que moravam na cidade, enviei junto o meu número de telefone. Dois dias depois, recebi um telefonema da senhora alemã e ela me agradeceu as revistas. Disse que se sentia muito cansada no fim de cada dia e não sentia vontade de escrever uma carta, mas ficou contente de poder telefonar-me.
“Ela me disse, entre muitas coisas, que fora promovida no hospital e por causa disso estava sendo tratada com muita frieza pelas co-trabalhadoras Disse ela, ‘Eu comia sozinha e ficava a sós. Não sabia o que fazer. Então, obtive as suas revistas e a sua amável carta e me senti tão contente. Li o primeiro artigo, que a senhora me disse que não deixasse de ler, sobre ‘Mansidão É Sabedoria’. Como me senti muito melhor e quão alegre me senti por não ter dito nada aos meus co-trabalhadores mas ter ficado sossegada! Sinto-me feliz de ter permanecido mansa, pois era a coisa certa a fazer.’ A senhora fez uma assinatura das revistas e diz que ela as lê toda a noite e realmente gosta delas.”
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